2 - Os Jesuítas eram grandes divulgadores da
Imaculada Conceição de Maria sendo a data de 8 de Dezembro escolhida para a
homenagem a mãe de Jesus de Nazaré, o Cristo, palavra que em Grego significa
Messias.
3 - Depois da Reforma Ortográfica, a grafia da
palavra é Maracajaguaçu. A palavra com a letra I no lugar da letra J é do tempo
em que no Brasil se escrevia Farmácia com PH no lugar da letra F.
4 - A grafia certa é BRAZ Lourenço, com a Letra Z
em BRAZ.
Braz Lourenço não residiu na Aldeia de Nossa
Senhora da Conceição da Serra e sim em Vitória onde era o Provincial, ou seja,
Superior dos Jesuítas, exercendo as funções de comandante religioso da
Capitania do Espírito Santo. Tinha várias atribuições por ser o Superior dos
Jesuítas. Uma de suas atribuições mais destacadas era
a manutenção e ampliação da Igreja São Tiago e a construção da residência dos
Jesuítas, em Vitória. Tais atividades o impediam de fixar residência numa única
aldeia. Segundo a historiadora Maria Stella de Novaes, Braz Lourenço, o
fundador da Serra, foi: “Um verdadeiro Apóstolo, no Espírito Santo (...) e
construtor da primeira Igreja dos Jesuítas, na Vila de Vitória”.
BRAZ LOURENÇO OU LOURENÇO BRAZ?
O padre Jesuíta Braz Lourenço, fundador das Aldeias
de Conceição da Serra, de Reis Magos de Nova Almeida e de São João de Carapina
foi missionário e administrador.
Nos livros, em muitas ocasiões, consta:
Lourenço vírgula Braz. Tal registro tem gerado confusão em historiadores como
Naly da Encarnação Miranda e Galbo Benedicto da Silva (Nascimento), que alegam
erradamente que o nome do padre fundador da Serra, de Nova Almeida e de
Carapina é Lourenço Braz e não Braz Lourenço. Naly que foi Prefeito da Serra por
duas vezes, chegou a criar uma Fundação Educacional Lourenço Braz, fundada em
10 de junho de 1961. Nos noventa nomes dos primeiros padres Jesuítas
relacionados por Serafim Leite não há registro de nenhum padre Lourenço Braz
que tenha residido ou visitado o Espírito Santo no período colonial. Segundo
Serafim Leite, a maioria das Aldeias da Capitania foi organizada pelo padre
Braz Lourenço e não Lourenço Braz.
O saudoso escritor e
ex-prefeito Naly da Encarnação Miranda publicou dois livros abordando fatos históricos
da Serra, onde cita como Fundador, o Padre Jesuíta Lourenço Braz e não Braz
Lourenço, baseado em informações erradas de Francisco Eugênio de Assis, na obra
“Dicionário Histórico e Geográfico do Espírito Santo”, publicada em Vitória em
1941. Assis relata erradamente em sua obra: “A Fundação da
Serra deve-se ao Jesuíta Lourenço Braz em companhia de outros em 1556...” Com base na fonte primária, “História da
Companhia de Jesus no Brasil”, de
Serafim Leite, obra em Dez Volumes, editada em 1938 e depois reeditada em 1950,
em Lisboa e no Rio de Janeiro, pode-se dizer com certeza de que o Fundador da
Serra é BRAZ LOURENÇO.
Naly Encarnação Miranda no Livro "Comentários
Históricos da Serra", obra publicada em 1990, baseada em "comentários
de ouvir dizer, sem qualquer análise em documentos históricos", escreve na
página 11 o seguinte, sendo o comentário entre parentesis de minha autoria:
"
Uma advertência: para quem confunde LOURENÇO
BRÁS com Brás Lourenço, creio que basta ler o Livro do
saudoso escritor Capixaba ELMO ELTON, (NÃO CONFIÁVEL, GENTE MUITO BOA E AMIGA MAS COMETEU EQUÍVOCOS),
intitulado "VELHOS TEMPLOS DE VITÓRIA
E OUTROS TEMAS CAPIXABAS", no qual consta que LOURENÇO BRÁS esteve em
Vitória no ano de 1554, (CHEGOU EM 1553), na Igreja de São Tiago onde, em carta, informou a seus
superiores que: "a Igreja de São Tiago já está bem maior" dizendo
mais: "será tan grande como ia del nuestro colégio de Coimbra o mas, y
enchese toda". Enquanto que, segundo o mesmo Livro e autor, Brás Lourenço
chegou em Vitória no ano de 1562 e permaneceu até 1564, (MENTIRA FOI PROVINCIAL DE 1553 A 1564),
deixando também, sobre
a Igreja de São Tiago, as seguintes informações: "a igreja é pobre a qual
nem ornamentos, nem retábulos, nem galetas tem". Conclui então NALY, Essas
Notas afastam qualquer incerteza, ou dúvida, de que LOURENÇO BRÁS é um e Brás
Lourenço é outro que nada tem a ver com a Serra e sim com a fundação de Nova
Almeida, o que fez ao sair de Vitória." (MENTIRA). Braz Lourenço foi
Provincial no Espírito Santo de 1553 a 1564. A foto da página do Livro de Serafim Leite mostra que o Padre citado é BRAZ LOURENÇO e BRAZ COM A LETRA Z.
Naly da Encarnação Miranda está equivocado. Não é
verdade que tenham existido dois padres Jesuítas: Um de nome Lourenço Braz e
outro de nome Braz Lourenço:
1 - Na relação dos Padre
Jesuítas do início da Colonização do Brasil, apresentada por Serafim Leite em
sua obra literária, “História da Companhia de Jesus no Brasil”, não consta dois
padres e os dois nomes, apenas BRAZ LOURENÇO. Braz Lourenço foi
Provincial no Espírito Santo de 1553 a 1564.
2 - O Escritor ELMO ELTON também se equivocou. Nos
dois casos o Padre é o mesmo, BRAZ LOURENÇO
A questão é que o Pesquisador não pode confiar
apenas em uma FONTE de pesquisa.
Naly se refere apenas a Elmo Elton e não
pesquisa outros autores. É PRECISO DESCOBRIR OUTRAS FONTES. IR
EM BUSCA DA FONTE PRIMÁRIA, OU SEJA, A FONTE INICIAL ONDE OUTROS ESCRITORES
SE BASEARAM. E, A FONTE PRIMÁRIA NO CASO É O LIVRO, "A HISTÓRIA DA
COMPANHIA DE JESUS NO BRASIL", DO PADRE ESCRITOR SERAFIM LEITE. LÁ
ENCONTRAMOS A BIOGRAFIA DE BRAZ LOURENÇO, QUE DIZ O SEGUINTE:
Braz Lourenço foi
Provincial no Espírito Santo, POR DUAS VEZES, de 1553 a 1564
e depois, em 1582, Braz Lourenço retorna ao Espírito Santo como superior
da Ordem e Reitor do Colégio dos Jesuítas de Vitória. Assume os cargos pela
segunda vez. Após várias atividades destacadas no processo de evangelização, já
idoso, acaba indo se recolher na residência dos Jesuítas em Reritiba, atual
cidade de Anchieta, onde falece a 15 de julho de 1605.
NO TEXTO EM QUE NALY
CITA ELMO ELTON, SE REFERE A UM PADRE EM 1554 E OUTRO EM 1562, sendo que BRAZ
LOURENÇO foi Provincial no Espírito Santo, pela primeira vez, de 1553 a 1564,
QUANDO VAI PARA A BAHIA E RETORNA EM 1582. ASSIM BRAZ LOURENÇO ESTAVA NO ESPÍRITO SANTO DE 1553 A 1564 E ERA ELE O PADRE CITADO EM 1554 E 1562.
Foi Padre Braz Lourenço quem fundou as duas Aldeias Indígenas, a Aldeia de Conceição da Serra e a Aldeia de Reis Magos em Nova Almeida.
ORIGEM DA CONFUSÃO
A confusão começou em 1941,
quando o escritor, Francisco Eugênio de Assis no “Dicionário Geográfico
e Histórico do Estado do Espírito Santo”, na página 259, diz que a Serra foi
fundada pelo Jesuíta Lourenço Braz, em companhia de outros em 1556. O ex Prefeito
Naly da Encarnação Miranda, com base em Francisco Eugênio de Assis, chegou a
criar uma Fundação de amparo à Criança, com o nome Lourenço Braz, divulgando o nome errado do
Fundador da Serra. O texto de Francisco Eugênio Assis é de 1941.
Os
historiadores que registram o nome Braz Lourenço e não Lourenço
Braz, antes de 1941 são: Misael Ferreira Pena,
em 1878; Basílio Carvalho Daemon, em 1897; Serafim Leite, em 1938. No Web Site da Prefeitura Municipal da Serra, na Rede
Internacional de Computadores chegou a constar erradamente que “não há
registros da permanência de Braz Lourenço no Espírito Santo.” Registros do tempo e permanência de Braz
Lourenço no Espírito Santo. existem Sim pois foi o
Segundo Provincial da Capitania. Quanto a Lourenço Braz, não consta nenhum
registro histórico já que o mesmo não existiu. Braz Lourenço já estava no
Espírito Santo desde dezembro de 1553. Serafim Leite em sua obra já citada
sobre a História da Companhia de Jesus destaca: “As Aldeias da Capitania do
Espírito Santo foram em sua maioria fundadas e organizadas pelo Padre Braz
Lourenço”.
JESUÍTAS
NA SERRA
Aprovada pelo papa Paulo III em 1540, a
Companhia de Jesus foi uma das congregações religiosas que mais contribuiu para
a expansão do catolicismo no mundo ultramarino. Seguindo o rastro dos
mercadores e das monarquias européias seus padres se espalharam pelos
continentes americano, africano e asiático. Eram chamados de Inacianos, por
causa de seu fundador, Santo Inácio de Loyola e de Jesuítas ou os soldados de
Cristo.
No Município da Serra os Jesuítas tiveram
significativa importância não só com a presença do Fundador da Serra, Braz
Lourenço, como pelo trabalho de seus Irmãos. Foram eles que impediram a
desorganização da sociedade colonial, que até a sua chegada sofria os males da
falta de guias espirituais. E muitas vezes foram eles os pacificadores das
revoltas de brancos e índios. Os Jesuítas na Serra, no Espírito Santo e no
Brasil Foram, também, ardorosos defensores da terra, os nossos primeiros
mestres e os primeiros poetas que cantaram o Brasil.
Serafim
Leite escreveu em seu livro "Páginas da História do Brasil": "A
Companhia tinha 9 anos de existência oficial, quando chegou ao Brasil em 1549.
Período, portanto, que se pode chamar de expansão, caracterizado pelo espírito
de iniciativa, disciplina criadora, entusiasmo que facilita a conquista. Quinze
dias depois de chegarem já tinham os Jesuítas
desencadeado a ofensiva contra a ignorância, contra as superstições dos Índios,
e contra os abusos dos colonos. Abriram escolas de ler e escrever: pediram a
Tomé de Sousa que restituísse às suas terras os índios, injustamente cativos;
iniciaram a campanha contra o hábito de comer carne humana: catequese,
instrução, obras sociais, colonização.”
Na sua missão evangelizadora na Capitania do
Espírito Santo, no início da colonização, os Jesuítas decidiram fundar redutos
para a catequização dos índios. Uma articulada rede de aldeamentos implantados,
ao longo do litoral, em território compreendido pelos atuais municípios Aracruz
e Serra, ao norte, e Anchieta, ao sul.
O primeiro reduto ou Aldeamento foi em Santa
Cruz. Os Índios Temiminós da Ilha de Paranapuã, derrotados por uma aliança
entre os invasores Franceses e Tamoios na baía de Guanabara são transferidos
para o Espírito Santo, nos últimos meses de 1554. Ficam inicialmente “apegados
a ilha de Vitória” e depois, em 1555, os Temiminós são
alojados na margem direita sul da foz do rio Piraquêaçú, (peixe grande) hoje
vila de Santa Cruz, Município de Aracruz, onde fundaram um pequeno aldeamento,
chefiados pelo Cacique Temiminó Maracajaguaçu e pelo padre Jesuíta Braz
Lourenço.
O segundo Aldeamento foi o de Nossa Senhora
da Conceição da Serra, em 1556, com os índios Temiminós de Maracajaguaçu. O
Donatário da Capitania, Vasco Coutinho vendo que os Temiminós se encontravam
distante de Vitória, na região de Santa Cruz, pede a Braz Lourenço que os
coloque nas proximidades do Mestre Álvaro e do rio Santa Maria da Vitória, para
que os Índios ajudassem na defesa da Capitania quando fosse necessário.
O terceiro Aldeamento foi fundado por Braz
Lourenço, juntamente com os índios locais, os Tupiniquins, na atual Nova
Almeida. No dia 06 de Janeiro de 1557, dia dos Reis Magos foi erguida uma
pequena capela de palhas, daí o nome de "Aldeia dos Reis Magos". A
Igreja de alvenaria é construída na colina e inaugurada em 1569. A residência e
colégio dos padres, ao lado da Igreja, são inaugurados depois, em 1580.
O quarto Aldeamento foi a de São João
Batista, com Temiminós liderados por Araribóia, filho de Maracajaguaçu, entre a
Serra e Vitória, na atual região de Carapina, no ano de 1562.
Fontes:
ANCHIETA,
José de. S.I. - Cartas, Informações, Fragmentos
históricos e Sermões (1554-1594) - Rio de Janeiro, Civilização Brasileira,
1933. 567 páginas ilustradas.
ASSIS,
Francisco Eugênio de - Dicionário Geográfico e Histórico do Espírito Santo -
Vitória, 1941.
BALESTREIRO,
Heribaldo Lopes - O Povoamento do Espírito Santo.
Obras Pavonianas. Vitória, 1976.
BORGES,
Clério José – História da Serra – 1998 / 2003 / 2009 Editora Canela Verde. Ilustrado.
CARDOSO
JR., Nourival - “Agora é a vez da Cultura Popular”, Folheto colorido elaborado
pela Prefeitura Municipal da Serra em 1989
CARVALHO,
José Antônio - O Colégio e as Residências dos Jesuítas no Espírito Santo -
Expressão e Cultura, Rio de Janeiro, 1982, 302 páginas.
DAEMON,
Basílio Carvalho - Província do Espírito Santo, Sua Descoberta, História,
Cronologia e Sinopse Estatística - Tipografia Espirito-Santense
- Vitória, 1897 - 513 páginas.
FREIRE,
Mário Aristides - A Capitania do Espírito Santo - 1535/1822. Vitória, 1945.
LEITE,
Serafim, S.I. - História da Companhia de Jesus no
Brasil - Lisboa, Livraria Portugália; Rio de Janeiro.
Editora Civilização Brasileira, 1938/50. 10 Volumes ilustrados.
MIRANDA,
Naly da Encarnação - Reminiscências da Serra - 1556/1983, Edição do autor,
Serra, 1984. 88 páginas; Comentários Históricos da Serra - Edição do autor, Serra, 1990. 78 páginas.
Ilustrado.
OLIVEIRA,
José Teixeira de - História do Estado do Espírito Santo - 2ª Edição -
Fundação Cultural do Espírito Santo -
1975.
SÁ,
Antônio de - Cartas Jesuíticas II - Cartas Avulsas 1550/1568 - Edição da
Biblioteca Nacional ( RJ ).
VASCONCELLOS,
José Marcelino de - Ensaio sobre a História e Estatística da Província do
Espírito Santo. Vitória. 1858.
VASCONCELLOS,
Simão de - Crônica da Companhia de Jesus do estado do Brasil. Lisboa. 1865.
VIOTTI,
Hélio Abranches, S.I. - Anchieta, o Apóstolo do
Brasil na Capitania do Espírito Santo - Edições Loyola - São Paulo - 1966.

MARACAJAGUAÇU, Chefe dos Temiminós, fundador da Serra, ES
Maracajaguaçu, Gato Bravo Grande foi um dos Fundadores, junto com o Padre Jesuíta, BRAZ LOURENÇO, da Aldeia de Nossa Senhora da Conceição que deu origem a atual cidade da Serra, no Estado do Espírito Santo, Brasil.
Foi o Principal, isto é, o Cacique Chefe dos Índios Temiminós que, com o padre Braz Lourenço, construiu a Aldeia e a Igreja que daria origem depois o povoado de Conceição da Serra, hoje Serra.
Era Temiminó, do Grupo Tupi.
O grupo de Índios Tupis, pela posição que ocupava no litoral, foi o que manteve maior contato com os Portugueses. Foi o que deu maior contribuição na formação da Cultura Brasileira e o que, pela miscigenação, mais se integrou à população.
Nasceu no Rio de Janeiro, em 1501.
Com vinte anos de idade já era um dos principais líderes de sua Tribo, graças a atos de bravura.
Mudou-se para o Espírito Santo em 1555, quando já tinha 54 anos de idade.
Pesquisadores informam que Maracajá era um felino que habitava as matas virgens e de tamanho que chega quase ao triplo do gato doméstico.
ARARIBÓIA, Chefe dos Temiminós, filho de Maracajaguaçu
e fundador de Carapina na Serra ES e Niterói no Rio de Janeiro
Maracajaguaçu, o Índio Gato Bravo Grande, que morava na Ilha de Paranapuã, atual Ilha do Governador, no Rio de Janeiro tinha dois filhos: Mamenoaçu e Araribóia.
O segundo filho de Gato Grande é Araribóia.
O nome indígena Araribóia significa Cobra Feroz ou Cobra das Tempestades.
“Araib”, em Tupi, significa “Tempo Mau, Tempestade, Tormenta” e “Bói” significa “Cobra”.
Nasceu em 1524, na Ilha de Paranapuã, atual Ilha do Governador, no Rio de Janeiro.
Não é verdade que Araribóia tenha nascido no Espírito Santo.
Esteve no Espírito Santo, acompanhando seus pais e sua gente, de 1554 a 1564.
Aqui residiu na região de Santa Cruz e depois na Serra. Posteriormente em 1562, fundou a Aldeia de São João, em Carapina.
A historiadora Maria Stella de Novaes, na página 30, do livro “A História do Espírito Santo” informa que Araribóia nasceu na Ilha de Villegagnon .
Araribóia contudo não nasceu na Ilha de Villegagnon, que era chamada pelos Indígenas de Ilha de Serigipe. Nasceu na Ilha de Paranapuã, chamada pelos portugueses de Ilha do Gato.
Fonte: Borges, Clério José - Livro História da Serra - 3a Edição - 2009 - Editôra Canela Verde


Mapa da Serra e Estátua do Herói da Revolta dos Negros Escravos ocorrida no Distrito do Queimado em 1849, o Líder Chico Prego.
OBSERVAÇÃO:
Permitimos a livre reprodução do conteúdo e agradecemos a citação da fonte com a inclusão de nosso link, se possível.
Fonte de Pesquisa:
Borges, Clério José - Livro História da Serra, 1a. 2a. e 3a Edição - 1998, 2003 e 2009 - Editora Canela Verde - À Venda na Livraria Doce Saber, Laranjeiras, Serra ES - Tel.: 27 - 32 81 24 89
Borges, Clério José - Livro Dicionário Regional de Gírias e Jargões - 2010 - Editora Canela Verde - À Venda na Livraria Doce Saber, Laranjeiras, Serra ES - Tel.: 27 - 32 81 24 89

LIVRO HISTÓRIA DA SERRA
Melhor Livro em prosa de 1998
O Livro "História da Serra" é eleito o melhor de 98 no gênero prosa. (...) O autor do livro foi comunicado da colocação obtida por seu livro por uma carta enviada no dia 20 de Janeiro, pela Presidente da Sociedade de Cultura Latina do Brasil, entidade com sede nacional em Mogi das Cruzes, São Paulo, a também escritora, Maria Aparecida de Mello Calandra”. Notícia do Jornal "Tempo Novo", de 30 de janeiro de 1999.
“Mogi das Cruzes, 20 de Janeiro de 1999. Excelentíssimo Sr. Clério Borges de Sant'Anna.
Por meio desta vimos parabenizar Vossa Excelência pela expressiva votação popular conquistada na eleição de "Os Melhores de 1998”.
Aproveitamos o ensejo para informar Vossa Excelência que a obra intitulada "História da Serra" foi eleita como um dos melhores livros de 1998, publicado em prosa no Brasil.
A cerimônia oficial de premiação dar-se-á em abril de 1999. Sem mais, despedimo-nos. Professora Maria Aparecida de Mello Calandra, IWA, Presidente da Sociedade de Cultura Latina do Brasil, CGC: 01. 208. 554/0001 - 41 - Mogi das Cruzes - São Paulo”.
"Motivo de Orgulho para a Serra. O Escritor Clério José Borges de Sant'Anna, membro da Academia de Letras e Artes da Serra, presidente do Clube dos Trovadores Capixabas e colaborador da Câmara de Literatura do Conselho Estadual de Cultura - CEC, recebeu um Voto de Louvor de seus companheiros de Conselho, pela honrosa classificação em primeiro lugar, obtida pelo livro "História da Serra", de sua autoria. (...) O livro de Clério concorreu com centenas de outras publicações do gênero, e o reconhecimento como melhor obra veio da Sociedade de Cultura Latina do Brasil, em Janeiro último. O ofício do CEC comunicando o Voto de Louvor foi assinado pela presidente Maria Beatriz Abaurre”. Notícia publicada no Jornal "Tempo Novo", de 29 de maio de 1999, página 7, coluna "Gente e Negócios”.
"Premiado - O livro História da Serra, de autoria do presidente do Clube dos Trovadores Capixabas, Clério Borges, ganhou o primeiro lugar como o melhor livro de 1998, no gênero prosa. (...)" Jornal "A Gazeta", de Vitória, ES, coluna Victor Hugo, de 03 de fevereiro de 1999.
Telegrama: "A Academia de Letras e Artes da Serra parabeniza nobre acadêmico pela premiação melhor livro de 1998, gênero prosa, História da Serra, pela Sociedade de Cultura Latina do Brasil. A premiação faz jus pelo valor cultural do livro, bem como qualifica nobre confrade como grandioso e brilhante escritor. Sandra Regina Bezerra Gomes, Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra”.
"Receba meus cumprimentos pelo lançamento do livro História da Serra e pelo sucesso. Parabéns. Adirson Vasconcelos - Escritor de Brasília, da Academia de Letras - Distrito Federal”.
"(...) O seu livro História da Serra, publicado recentemente, teve o destaque de O Melhor Livro em prosa do Ano, prêmio que lhe foi conferido pela Sociedade de Cultura Latina do Brasil. Ao ilustre polígrafo, os parabéns da coluna. Humberto Del Maestro - Coluna Literatura e Arte - Jornal Correio Popular - Cariacica, 12 a 18 de março de 1999”.
"Quero parabenizar em meu nome e em nome dos Conselheiros do Conselho Municipal de Cultura da Serra o Escritor Clério José Borges por sua excelente obra História da Serra, que pela importância que possui foi inclusive adotada nas Escolas Municipais da Serra do nosso Município pela ilustre Secretária Municipal de Educação, professora Márcia Lamas. Parabéns”. Aurélio Carlos Marques de Moura, presidente do Conselho Municipal de Cultura da Serra.


Foto da Placa Especial recebida por Clério José Borges, no dia 15 de Setembro de 2005, na Sessão Solene do Dia do Historiador da Serra, presidida pelo Vereador João de Deus Corrêa, o Tio João. A Placa diz: " Diploma de Honra ao Mérito. HISTORIADOR SERRANO. CLÉRIO JOSÉ BORGES DE SANT ANNA. A Câmara Municipal da Serra, através do Vereador João de Deus Corrêa - Tio João, confere o
TÍTULO DE HONRA AO EMÉRITO HISTORIADOR SERRANO, ESCRITOR CLERIO JOSÉ BORGES DE SANT ANNA, por sua brilhante capacidade de Criação Literária, Emérito Trabalho de Pesquisador da História da Serra. Serra, Estado do Espírito Santo, 15 de Setembro de 2005. Assinado: João de Deus Corrêa - Tio João, Vereador Proponente e Adir Paiva, Presidente".
SESSÃO SOLENE DA CÂMARA
HOMENAGEIA HISTORIADORES DA SERRA
15/09/2005 - Em solenidade realizada na Sala de Reuniões Flodoaldo Borges Miguel,
no Plenário da Câmara Municipal da Serra, os Escritores Clério José Borges de Sant Anna, João Luiz Castello Lopes Ribeiro e Galbo Benedicto do Nascimento
foram homenageados com uma PLACA ESPECIAL, DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO, HISTORIADOR SERRANO.
O Dia do Historiador foi uma Lei Municipal aprovada pela Câmara e sancionada pelo Prefeito da Serra, em 2005.
De Autoria do Vereador Joâo de Deus Corrêa, o Dia do Historiador Serrano foi aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal da Serra, sendo a primeira Lei aprovada pela Câmara e sancionada em 2005 pelo Prefeito Municipal, Dr. Audifax Barcellos.
A comemoração foi concretizada no dia 15 de Setembro de 2005, ocasião em que foram homenageados os três principais historiadores do Município da Serra, Clério José Borges; João Luiz Castello Lopes Ribeiro e Galbo Benedicto do Nascimento, os três membros fundadores da Academia de Letras e Artes da Serra, Serra, ES
Na foto Clério José Borges, Vereador Tio João e João Luiz Castello em solenidade na Câmara Municipal da Serra, ES, Brasil.

Livros de Clério José Borges de Sant Anna, à Venda na Livraria Doce Saber, Laranjeiras, Serra ES - Tel.: 27 - 32 81 24 89

VOLTAR
Copyright © 2003 / 2012 - All Rights Reserved: CJBS