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CLÉRIO JOSÉ BORGES DE SANT´ANNA                                             VOLTAR




História do Espírito Santo - FESTA DE SÃO BENEDITO - Serra - Espírito Santo - Brasil


     

O Espírito Santo turisticamente é muito rico. Por todo litoral, a culinária capixaba desfila um dos melhores cardápios marítimo do Brasil. No litoral da Serra, notadamente em Manguinhos, Jacaraípe e Nova Almeida, os destaques são as Muquecas (com “u”) de Peixe, as Tortas de Mariscos, a frigideira de Siris, as puãs de Caranguejos empanadas, as moquecas de ostras, sururus e Lagostas. Tudo preparado nas tradicionais Panelas de Barro, feitas artesanalmente conforme as tradições Afros e indígenas.

A padroeira da Serra é Nossa Senhora da Conceição, todavia é São Benedito quem  recebe as mais efusivas e expressivas manifestações de carinho do povo Serrano, que realiza a festa de forma grandiosa e bonita desde 1826.

No Estado do Espírito Santo a festa de São Benedito é comemorada no dia 27 de dezembro. Na Serra é um dia antes, no dia 26.

Em São Paulo, na cidade de Mogi das Cruzes, a festa de São Benedito é realizada em Abril.

Na cidade de Aparecida do Norte, onde fica o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, a Festa de São Benedito é comemorada com Bandas de Congo e fogos de artifício, também em Abril.

O mês de abril é o mês do falecimento de São Benedito.

Tradicionalmente as festas de São Benedito na Serra ocorrem oficialmente, ou seja com apoio da Comunidade Católica, desde 1826 , dezenove anos depois de Benedito ter sido proclamado Santo. Como São Benedito nasceu em  1526, a primeira festa na Serra foi realizada 300 anos depois do seu nascimento.

DEVOÇÃO NO ESPÍRITO SANTO

 

No Espírito Santo, segundo Elmo Elton, autor do livro “São Benedito, Sua Devoção no Espírito Santo”, editado em 1987, a devoção ao santo é posterior a 1686.

Tal versão deve ser aceita com reservas, pois falecido em 1583, Benedito ainda não era santo oficializado, já que passou a Santo só em 1807.

O correto é que os negros escravos já antes de 1686, admiravam a vida santificada de Benedito, vida esta que já se espalhava por todo o mundo da época e as comemorações ocorriam, como acontece nas festas dos Santos, na data da morte de Benedito que foi  em 3 de Abril.

São Benedito  foi beatificado em 1763 por Clemente XIII e canonizado como Santo, a 25 de maio de 1807, pelo Papa Pio VII.

Na Serra a festa nunca foi comemorada em Abril. Na época do Natal, era costume os senhores brancos da região, se deslocarem até a sede da Serra, com seus escravos e bugres, para as comemorações dos festejos do Natal. Como Benedito era um santo admirado pelos negros, a festa passa de Abril para 25 de Dezembro, o que facilitava aos negros de virem para a sede da Serra pois aí comemoravam conjuntamente o Natal e São Benedito. Tais festejos ocorrem até 1833, quando o Padre André Massela transfere a festa para o dia 26 de Dezembro.

Nos dias de festas  todas as Bandas de Congos com os seus trajes coloridos e enfeitados desfilam ao som dos atabaques numa verdadeira euforia, juntando-se aos fiéis que levam o Mastro do Navio juntamente com o barco todo enfeitado de bandeiras em gratidão ao Santo, para finalmente realizarem a fincada do Mastro em frente a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, padroeira da Cidade.

A Festa de São Benedito na Serra, atualmente é realizada oficialmente  nos dias 24, 25, 26 e 27 de dezembro.

ORIGEM DA FESTA 

A Festa de São Benedito, que é celebrada desde 1826, é uma das mais ricas manifestações folclóricas do solo capixaba.

Jornal “A Tribuna” de 27 de dezembro de 1990, reafirma o que consta na edição do dia 25, de que a Festa de São Benedito na Serra acontece há 157 anos:

“Há 157 anos acontece a Festa de São Benedito, onde pagadores de promessas, turistas e curiosos se misturam pelas ruas da cidade. A fé leva Olindina Ribeiro, 68 anos a puxar o Mastro há 10 anos. Ela vem pagando promessa pela recuperação da filha, que em 1980 teve pneumonia crônica.”

 

PRIMEIRA FESTA EM 1826

Pelo texto do Jornal “A Tribuna” conclui-se que a primeira festa de São Benedito teria ocorrido na Serra há 157 anos atrás. Como o Jornal é de 1990, a primeira festa teria ocorrido então em 1833. Contudo há registros da realização da festa anos antes. Em 1833 foi quando o padre André Massela,  resolveu proibir os festejos no dia 25 pois estaria atrapalhando os cerimônias religiosas do Natal. Enquanto era realizada a Missa,  as Bandas de Congo do lado de fora continuavam com a cantoria e os batuques, o que segundo o padre atrapalhava.  É bom lembrar que as apresentações de Bandas de Congo registram o lado profano do evento,  já que as Bandas acabam promovendo uma grande festa de Carnaval,  sempre regada a uma boa dose de cachaça.  Antes de 1833,  a festa era realizada no Natal. A data certa  da 1ª Festa de São Benedito, na Serra  é 1826, dezenove anos depois de São Benedito ter sido declarado santo pela Igreja Católica. 

No mesmo Jornal “A Tribuna” de 28 de dezembro de 1993 consta na página 12, na reportagem “Fiéis fazem procissão para lembrar Dia de São Benedito” que no dia 26 aconteceu a Festa de São Benedito no mesmo dia em que o povo comemorava o Dia do Serrano. A reportagem registra ainda que o Governador do Estado, Albuíno Azeredo participara da “fincada e puxada do Mastro do barco que representava o navio Palermo. (...) A festa se encerrou ontem, dia 27, com o encontro de 11 Bandas de Congo da Serra.”

 

MISSA AFRO

O dia do Aniversário da Serra é 8 de Dezembro, contudo o dia do Serrano é comemorado no dia 26 de Dezembro, durante os festejos em homenagem a São Benedito.

A festa de São Benedito de 1995  foi marcada pela realização, pela primeira vez,  de uma Missa  Católica com ritual  de dança e canto Afro. A Missa foi celebrada pelo padre africano Waway Rufin, com a participação do diácono José Geraldo Soares, e dos padres Pedro Camilo, Márcio Almeida Ghiil, Ivo Amorim e José de Souza. São Benedito foi homenageado através de músicas e aplausos durante a missa, destacando-se a apresentação dos integrantes da Banda de Congo Konshaça, que tocavam tambores e entoavam cantigas em tom de lamento, lembrando o lamento dos negros escravos nas Senzalas. Muitos devotos que homenageavam o santo, vestiam roupas africanas. Segundo o  padre celebrante Waway Rufin, “esse tipo de evento deve continuar pois é a fé de Deus expressada na Cultura do Negro”.

 

FESTA PROFANA: SAMBA E PAGODE

A festa de 1999 foi recheada de atividades religiosas e muito samba e axé. Segundo o Jornal A Tribuna, de 25 de Dezembro de 1999, “a festa de São Benedito é tradicionalmente religiosa, mas nem por isto deixa de ter o lado profano. A apresentação das Bandas na Serra começa hoje e os integrantes prometem muito samba, pagode e axé. (...) A devoção  a São Benedito é uma característica especial dos moradores da Serra. Durante a alvorada, com salva de tiros, que aconteceu às 5 horas de ontem, a praça da Igreja de Nossa Senhora da Conceição ficou lotada e, segundo informações dos organizadores da festa, chegou a reunir cerca de mil pessoas.”

A comerciante Apolônia Falqueto dos Santos era uma das organizadoras da festa naquele ano.

Segundo o Coordenador da Banda de Congo “Konshaça”, José Carlos de Miranda Filho, “a nossa banda, que tem mais de 35 pessoas, já está ensaiada e nós estaremos vestindo roupas nas cores verde, branco, marron e preto. Hoje (ontem, dia 24 de Dezembro de 1999), a gente já participou da Alvorada, eu nem dormi.”

A Banda de Congo “Konshaça”  já mereceu referências em várias edições dos Jornais “A Tribuna”, “A Gazeta” e “Tempo Novo”.  Na edição de “A Tribuna”  de 27 de dezembro de 1992 e está escrito Banda de Congo “Konshaça”, com a letra “K” e “SH”, que é a grafia correta do nome  da Banda de Congo.

 

SÃO BENEDITO DA SICILIA

São Benedito nasceu em 1526, na Sicília (Itália), na Aldeia de São Filadelfo, hoje conhecida por São Fratello.

São Benedito é também chamado em alguns países de São Bento, o Mouro, para diferenciá-lo de São Bento de Núrsia, o fundador da Ordem dos Beneditinos.

Os Portugueses adotaram para o Santo a forma latina Benedictus, Benedito, que significa Bento, ou abençoado.

É chamado o Mouro pelo fato de ser filho de Mouros, pretos queimados do sol da África.

Os pais de Benedito eram Cristóvão Monassero e Diana Lercan.

Os pais de Benedito foram escravos na Itália e só o tiveram após ter sido assegurada a Alforria (liberdade) do filho a ser concebido.

A infância sob os cuidados paternos, ocorreu dentro de profunda fé Cristã.

Foi guarda de rebanhos e depois lavrador até que resolve recolher-se, entregando-se a uma espécie de penitência, chicoteando-se para santificar a carne  e o espírito  e alimentando-se de ervas e frutos silvestres.

Com um piedoso eremita de nome Jerólamo de Lanza acaba indo para o Monte Peregrino, a meia légua de Palermo, Capital da Sicília, onde Benedito forma o núcleo pioneiro de uma Comunidade Religiosa.

Em 1562, o Papa Pio IV ordenou a todos os eremitas existentes no Mundo que se recolhessem aos Conventos regulares das Ordens Religiosas, tendo Benedito escolhido a Ordem dos Franciscanos Menores, visto que os ermitões do Monte Peregrino poderiam escolher um dos três ramos da Ordem de São Francisco de Assis: Franciscanos ou Frades Menores; Capuchinhos e Conventuais.

 

MESTRE  ADMIRÁVEL

No Convento de Santa Maria de Jesus, perto de Palermo, Benedito se encarrega, por determinação Superior, do  ofício de Cozinheiro. Acabou mais tarde Superior do referido Convento mesmo sem saber ler.

Os historiadores afirmam sobre o Santo:

“Benedito foi mestre admirável, e assombrou os mais instruídos com sua ciência, ele que nem sequer sabia ler! Maravilhas de Deus, que acolhe os humildes, os pequeninos, para confundir o orgulho e a soberba dos grandes e sábios.”

Após uma vida cheia de jejuns, vigílias e penitências, eis que adoece em fevereiro de 1589, vindo a falecer a 3 de abril do mesmo ano. Tinha então 63 anos de idade, 44 dos quais passados no serviço de Deus, sendo que dos 21 aos 36 anos viveu como Anacoreta (em Solidão).

 

DEVOÇÃO NO BRASIL

A devoção a São Benedito chegou ao Brasil no século XVIII, por volta de 1763, quando foi beatificado pelo Papa.

O historiador  Elmo Elton informa que na Bahia, em 1685, já existia uma irmandade do Beato Benedito. Só que em 1685, Benedito ainda não tinha sido declarado Beato pela Igreja Católica. O que ocorre é que a fama de São Benedito já  havia atravessado fronteiras, através dos negros escravos e era forte o movimento para que a Igreja Católica beatificasse Benedito, de São Fratello, Sicília.

Os negros brasileiros logo se identificaram com o santo em razão de sua cor e descendência Africana.

Originários de Angola, Moçambique, Congo e outras regiões, os negros tiveram que adaptar suas crenças Africanas à  religião Católica ensinada pelos  padres portugueses, destacando-se a devoção a São Benedito, já que os negros escravos identificavam-se plenamente com ele.

ATIVIDADES

      Em que ano foi realizada a primeira festa em homenagem a São Benedito na Serra?

PESQUISE E FAÇA UM RESUMO:

Onde nasceu e viveu São Benedito?

Em que ano Benedito foi beatificado?

Qual a data que Benedito foi considerado Santo pela Igreja Católica?

 

3.      Relacione os quatro momentos dos festejo de São Benedito na Serra e informe em que datas os mesmos acontecem.

 

4.      O Navio na Puxada do Navio quase sempre traz pintado o nome São Benedito ou então Palermo. Alguns informam que Palermo seria o nome de um Navio que naufragara perto das praias de Nova Almeida fato que não consta registrado na história do Espírito Santo. O nome Palermo parece estar ligado a vida de São Benedito. Onde fica Palermo e qual a relação que existe com a vida de São Benedito?

A Festa de São Benedito é realizada no Município da Serra, no Estado do Espírito Santo, todos os anos, nos dias 25,26 e 27 de Dezembro. Na ocasião é realizada a Puxada do Navio, Desfile das Bandas de Congo e apresentação da Banda de Música Estrela dos Artistas. Durante alguns anos era sempre realizado um evento paralelo, organizado por Wellington Cambu, o Serra Folia, com apresentação de Grupos e Cantores no Trio Elétrico e o Bloco "Sacode a Serra". Festa realizada na Serra sede.

Na INTERNET consta o seguinte texto publicado pela Associação das Bandas do Congo – Serra (ES) em http://www.abcserra.org.br/festaserra.htm

Festa de São Benedito no município da Serra (ES). A festa de São Benedito é uma festa de caráter pagão-religioso, que teve sua origem, segundo a tradição oral, no socorro providencial de São Benedito, quando certo navio que carregava escravos pela costa do Espírito Santo naufragou. Ao se depararem com a morte, invocaram a proteção de São Benedito e de Deus, e graças às preces, conseguiram se salvarem abraçados ao mastro que se desprendeu do navio e assim foram levados até a praia. A festa de São Benedito no município da Serra é caracterizada pela cortada, puxada, fincada e retirada do mastro. A festa atrái um público de 50 mil pessoas ou mais, envolvendo não apenas a comunidade local, mas todo o Estado do Espírito Santo.

Cortada do Mastro - No primeiro domingo após o dia 8 de dezembro, homens piedosos e devotos de São Benedito vão até as matas remanescente da Serra-sede, munidos de machados, foices e outras ferramentas e assim precedem à cortada do mastro. Um tronco verde e úmido trazido da mata é arrastado por três juntas de bois com cangas enfeitadas com flores silvestres e folhas. Cavaleiros engalanados, lembrando os feitores, acompanham os “pés descalços”, na sua itinerante oblação, que se dá logo após a autorização concedida simbolicamente, na rua da cadeia (município em destaque, 1984), com o acompanhamento das Bandas de Congo e Banda de Música Estrela dos Artistas.

Puxada do Mastro - No dia 25 de dezembro, prosseguem-se os festejos, com a procissão de São Benedito. Após a procissão, fiéis vão até o bairro de Caçaroca (Avenida Jones do Santos Neves, Serra sede), buscar o navio (uma réplica do navio negreiro feito em cima de um carro de boi), todo iluminado. O navio leva o nome de “Palermo” devido ao nome e homenagem a cidade onde São Benedito viveu seus últimos anos de vida, que era a Capital de Sicília, Itália. O navio é puxado através de uma corda pelos fieis, pelas ruas principais da cidade da Serra, pagando promessas. Sobre ele vão algumas crianças com vestes de marinheiro.

Puxada e Fincada do Mastro - No dia 26 de dezembro, pela manhã, o mastro é colocado em cima do navio, que será todo enfeitado com bandeirinhas. À tarde, às 17 horas, o navio será puxado novamente por uma corda pelos devotos de São Benedito pelas ruas principais da cidade da Serra, e depois o mastro será retirado do navio e fincado em frente à Igreja matriz Nossa Senhora da Conceição. Os tambores das Bandas de Congo tocam mais alto, acompanhado de muitos Vivas a São Benedito, a Banda de Música Estrela dos Artistas toca o “VAPO” uma melodia tradicional do povo serrano, autoria de Chico Riquinta.

Derrubada do Mastro - A última etapa da Festa de São Benedito acontece no domingo de páscoa, quando é feita a derrubada do Mastro em frente à Igreja Matriz.

Texto publicado pela Associação das Bandas do Congo – Serra (ES)


ORAÇÃO DE SÃO BENEDITO

São Benedito, filho de escravos, que encontrastes a verdadeira liberdade servindo a Deus e aos irmãos, independente de raça e de cor, livrai-me de toda a escravidão, venha ela dos homens ou dos vícios, e ajudai-me a desalojar de meu coração toda a segregação e a reconhecer todos os homens por meus irmãos. São Benedito, amigo de Deus e dos homens, concedei-me a graça que vos peço do coração. Por Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.

LENDA DE SÃO BENEDITO

Das imagens de São Benedito, ninguém deixa de notar que ele exibe um tufo de rosas nas dobras do burel. (Burel: Tecido grosseiro de lã). Esse particular está ligado à uma lenda que corre mundo. E explica a forma inédita por que ali foi representado o milagroso franciscano.

O humilde frade era despenseiro, ou seja, encarregado da Despensa do convento. Mas, como bom franciscano, confundia a despensa dos seus irmãos com a sacola dos esfomeados que vinham pedinchar diante da porta da casa de Deus. Não sabia dizer não. Ficava aflito sempre que ouvia um pobrezinho de Cristo dizer que ainda não tinha comido um bocado de pão. Por isso, costumava desencaminhar o melhor da despensa para acudir à fome dos deserdados da terra.

Mas à hora das refeições, os frades, coitados, só encontravam à mesa o caldinho ralo, as folhas de hortaliça e os bocados de pão de rala. Passaram a reprovar a conduta do ecônomo, ou seja, eclesiástico incumbido da administração de uma casa grande ou dos bens de uma abadia. E o superior, zeloso da boa ordem conventual, teve de chamar à sua presença o negro, aconselhando-o a moderar um pouco os excessos da sua caridade, sob pena de matar de fraqueza os santos religiosos…

Ele, porém, por mais que se esforçasse, não conseguia mudar de conduta. Sempre que podia, apanhava alguns comestíveis, metia-os nas dobras do burel e lá ia, disfarçadamente, levá-los aos infelizes. Mas aconteceu que numa dessas escapulidas, no comprido e umbroso corredor do convento, encontrou-se com o superior. Sentiu-se surpreendido em pecado e não soube o que fazer.

- Que levas aí, na dobra do teu manto, irmão Benedito?

- Rosas, meu senhor.

– Ah! Mostra-mas… Quero ver de que qualidade são!

Benedito, confuso, trêmulo, desdobrou o burel franciscano. E, em lugar dos alimentos suspeitados, apresentou aos olhos pasmos do superior uma braçada de rosas.

 

Fonte: FESTA DE SÃO BENEDITO NA SERRA - ES - BRASIL. Texto da Obra, “História da Serra”, de Clério José Borges. Permitida a reprodução do texto ou parte do texto acima, desde que citada a fonte.




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