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CLÉRIO JOSÉ BORGES DE SANT´ANNA                                             VOLTAR

REVOLT A       DO     QU EI MA DO

 

A REVOLTA, INSURREIÇÃO DO QUEIMADO

Negros em busca de liberdade


Texto do Livro História da Serra, de Clério José Borges

IGREJA DE SÃO JOSÉ DO QUEIMADO

Queimado é um Distrito da Serra, Espírito Santo, Brasil.
No dia 19 de março de 1849, Queimado foi palco de uma Insurreição de negros escravos.
A antiga freguesia de São José do Queimado, criada em meado do século XIX, está hoje incorporada ao município da Serra, um dos que compõem a área periférica da Grande Vitória. O povoado de Queimado estava situado às margens do rio Santa Maria, por onde trafegavam canoas carregadas de café, farinha de mandioca, cana-de-açúcar, milho, feijão, coisas que os do lugar plantavam pelo método costumeiro: Derrubar, queimar, roçar. Na década de 1840, quando chegou a reunir cerca de 5 mil moradores, parecia que o destino reservava certa importância ao povoado, não obstante a pobreza do lugar. Mas um lento e irremediável processo de decadência econômica e despovoamento, iniciado já na segunda metade do século XIX, frustrou esta possibilidade. Hoje, no local onde se localizava a vila, os únicos testemunhos visíveis do engenho humano são as ruínas da Igreja de São José
As Insurreições ou revoltas de escravos eram comuns nas Vilas e Aldeias do Espírito Santo e do Brasil. A Insurreição do Queimado foi uma revolta que durou até a prisão de Elisiário, um dos líderes do Movimento, cinco dias depois do início da Insurreição, no dia 23 de março. Chico Prego morreu enforcado na Serra Sede. João da Viúva Monteiro, morreu enforcado no Distrito de Queimado. Elisiário fugiu da cadeia, graças a um milagre e formou um quilombo na região depois do Morro do Mestre Álvaro e do Monte do Mouxuara, em Cariacica. 
Confira o relato histórico de como foi a Revolta do Queimado (Aqui)

Confira artigo sobre a Revolta do Queimado, do Professor José Roberto Pinto de Góes. No texto várias explicações e detalhes sobre a Revolta do Queimado: "Era escandalosa a desenvoltura dos pretos, a desfilar pelas ruas de Queimado senhores de si. Um grito de “viva o bacalhau!” calou as comemorações e trouxe um pesado silêncio. As últimas casas que se conservavam abertas, foram fechadas. Os que assistiam as estrepolias dos escravos, desapareceram. Alguns escravos, magoados e armados, fizeram menção de atirar no ajuntamento de onde partira o insulto (bacalhau era o outro nome dado ao chicote)." (Aqui)

HERÓIS DA LIBERDADE 

 

São participantes da Insurreição de Queimado, os seguintes Negros, verdadeiros heróis em busca de liberdade:

 

A INTELIGÊNCIA DE ELISIÁRIO

 

Elisiário Rangel foi o Chefe do Motim, um dos líderes da Insurreição. Escravo de Faustino Antônio Alvarenga Rangel. Destacava-se pela inteligência, já que Faustino Rangel lhe proporcionara a oportunidade de ler e aprender ofício de Carpinteiro. Estava sempre reunido com o Frei Gregório Maria Bene e dele recebia ensinamentos religiosos e ideais de liberdade, já que o Frei, Italiano de nascimento, era contra a escravidão.

Foi preso. Na cadeia liderava os negros, para que não se abatessem e rezassem sempre. Misteriosamente fugiu da cadeia de Vitória. Tornou-se uma lenda, pois, mesmo perseguido pelas autoridades policiais, não foi mais encontrado, passando a ser um herói entre os negros que almejavam a liberdade. A sua fuga foi cantada em prosa e versos como um "milagre de Nossa Senhora da Penha", já que não houve vestígios de arrombamento na porta da prisão e o carcereiro, ao ser preso após a fuga, admitira que fora tomado de "um sono profundo."

Segundo a escritora Maria Stella de Novaes, Elisiário "morreu isolado nas matas" e, segundo outros historiadores:

"Morreu feliz nas graças da Virgem Nossa Senhora da Penha, com um agrupamento de negros fugitivos, nas matas do Mestre Álvaro  e do Mouchuara."

Pesquisas revelam que Elisiário e um grupo de negros fugitivos seguiram para uma região após o Morro do Mouchuara, em Cariacica, formando o povoado denominado de Piranema.

 

A FÔRÇA DE CHICO PREGO

 

1-     Francisco de São José, o Chico Prego. Escravo de Ana Maria de São José. Era um dos Chefe da Insurreição.

O Chico vem de Francisco e a palavra Prego tinha sentido pejorativo pois se referia a uma espécie de macaco da região do Amazonas.

Enquanto Elisiário destacava-se pela inteligência, Chico Prego, negro alto e forte, liderava pelo seu espírito de luta, por sua coragem. Foi preso e condenado à morte na forca.

Preso, Chico Prego foi levado para a Serra, viajando a pé, as seis léguas. Na Serra assistiu a construção do patíbulo. Na data e hora marcada, percorreu as principais ruas da Serra ao som de um tambor surdo e sinos da Igreja. O cortejo parava de momentos em momentos para que fosse lida a sentença. Defronte à forca, recebe a última unção religiosa. De mãos atadas sobe as escadas do patíbulo. O carrasco Ananias passa-lhe a corda em redor do pescoço e impele o negro para o espaço, fazendo pressão sobre os ombros para maior pressão da corda. Cinco minutos depois a corda é cortada. O corpo cai no chão e o negro ainda agoniza. O carrasco Ananias com um pedaço de pau, esmaga-lhe o crânio, os braços e as pernas.

O relato com detalhes da morte de Chico Prego, Herói da Liberdade na Serra, encontra-se na obra "A Insurreição de 1849 na Província do Espírito Santo", de Wilson Lopes de Resende, do Colégio Estadual "Muniz Freire", tese aprovada no IV Congresso de História Nacional. O livro é das Edições Itabira, Cachoeiro de Itapemirim, 1949, página 15 e 16.

Chico Prego foi executado na sede da Vila de Nossa Senhora da Conceição da Serra, no dia 11 de janeiro de 1850, "nas proximidades da Igreja, para servir de exemplo."

Sobre o local exato onde Chico Prego foi enforcado na Sede do Município, historiadores informam ter sido a pracinha, onde hoje, em 1997, está construída a Praça Ponto de Encontro.

 

PROJETO CHICO PREGO

 

Em recente reunião da Câmara Municipal da Serra realizada em 1996, foi aprovado o Projeto Cultural "Chico Prego".

O Projeto de Lei recebeu o N.º 028/95 e foi apresentado pela primeira vez na Câmara Municipal da Serra, por seu autor, Vereador Edvaldo C. Dias da Mata, no dia 11 de maio de 1995. O Projeto consiste na concessão de incentivo fiscal para a realização de Projetos Culturais nas áreas de Música, Dança, Teatro, Literatura, Cinema, Vídeo, Artes Plásticas, Folclore, Ciências Sociais, Museus e Associações Culturais, etc., sendo beneficiada pessoa física ou jurídica domiciliada no Município, no mínimo há dois anos.

Justificando o nome de Chico Prego dado ao Projeto, o então Vereador Edvaldo relata:

"... Daí nossa homenagem a "Chico Prego" - escravo refugiado do Quilombo de Queimado que na luta pela liberdade, desafiou a Igreja e os patrões quando exigiu o cumprimento da proposta de que ao final da construção da Igreja de São José do Queimado receberia a alforria - a proposta não foi cumprida, o que ocasionou uma rebelião iniciada na Serra e que culminou na prisão e morte de vários líderes, entre eles, "Chico Prego", que foi enforcado onde hoje está construída a Praça Ponto de Encontro, na sede do Município. Por esse exemplo de coragem e de luta, bem como pelo resgate da memória cultural e histórica do Município é que nosso projeto reconhece os escravos e especialmente "Chico Prego" como precursores da Cultura Serrana."

 

JOÃO DA VIÚVA

 

João Monteiro, o João da Viúva. Escravo de Maria da Penha de Jesus, a viúva Monteiro. Foi também um dos líderes da Insurreição e condenado à pena de morte.

Consta que no Julgamento disse ser inocente, e que o culpado era o frei Gregório de Bene, que prometera liderar o movimento de liberdade e no momento mais importante, escondera-se dos negros.

Suas declarações são relatadas por carta pelo cônego Francisco Antunes Siqueira, advogado nos autos do processo, ao Presidente da Província, Felipe José Pereira Leal, em 10 de janeiro de 1850.

O escravo João da Viúva foi executado em Queimado, na forca, às 6 horas da manhã, do dia 8 de janeiro de 1850, três dias antes da execução de Chico Prego na sede da Vila da Serra.

 

OUTROS REVOLTOSOS

 

Carlos, escravo do padre Dr. João Clímaco de Alvarenga Rangel. Foi preso e condenado a morte. Fugiu da prisão, junto com Elisiário, não sendo mais recapturado.

Cândido, escravo do Capitão José Monteiro Rodrigues Velho. Preso.

João, escravo do Capitão José Monteiro Rodrigues Velho. Preso e açoitado.

Segundo o pesquisador Djailson Martins Rocha, José Monteiro Rodrigues Velho era conhecido como Capitão Velho e foi eleito Juiz de Paz na Serra em 1º de fevereiro de 1849.

Cipriano, escravo de Joaquim José dos Santos. Foi executado, de "forma selvagem" na hora da prisão.

Venceslau. Negro que veio do sertão de Mangaraí. Preso.

Benedito, escravo de José Roriz de Freitas. Preso.

Joaquim, escravo de José Roriz de Freitas. Preso.

José Roriz de Freitas era parente de Francisco Roriz, que foi vítima de um disparo de 17 caroços de chumbo, desferido por um dos Negros revoltosos, comprovando-se a tese de que houve realmente uma Insurreição, uma revolta com tiros desferidos também pelos negros, havendo excessos de ambas as partes. Os negros alegando que se defendiam e as Forças Policiais legalistas alegando estarem cumprindo um dever cívico.

Sebastião, escravo de Faustino Antônio de Alvarenga. Foi preso, e seu corpo misteriosamente apareceu boiando nos fundos da casa de Domingos José de Freitas, em Vitória.

Segundo as autoridades o escravo fugiu, lançando-se ao mar e morreu afogado.

João, o pequeno. escravo de Rangel e Silva. Foi um dos líderes da Insurreição e por isto condenado à forca.

Com Elisiário e Carlos, escravo de João Clímaco, conseguiu fugir da prisão, não constando ter sido mais encontrado.

Consta que Elisiário, Carlos e João, o pequeno formaram com outros escravos fugitivos, um núcleo de Negros que conseguia driblar as incursões dos batedores do mato que caçavam negros fugitivos. Invocando sempre a proteção divina de Nossa Senhora da Penha tais negros nunca eram localizados.

João Francisco, velho escravo do padre João Clímaco. Com a Insurreição resolvera sair andando sem destino "sonhando com a liberdade." Não estava entre os revoltosos. Foi morto ao ser encontrado por Policiais, no rio (Córrego) Aroaba, comprovando-se a tese de que os Policiais na perseguição aos revoltosos, começaram a atirar em todos os negros que surgissem, tivessem eles na Insurreição ou não.

Eduardo Pinto de Vasconcelos. Escravo que recebera nome de família do seu Senhor. Foi condenado às Galés Perpétuas com trabalhos forçados, já que lhe fora atribuída, sem provas, a autoria dos tiros que atingiram alguns Policiais. Conseguiu fugir da prisão com Elisiário, João, o pequeno e Carlos. Não consta ter sido recapturado.

Manoel Matos. Escravo acusado, de disparar e ferir o Comandante Varela, no lugar conhecido por Ladeira de João dos Santos. Foi condenado às Gales Perpétuas com trabalho forçado. Conseguiu fugir da prisão com Elisiário, João, Carlos e Eduardo. Não consta ter sido recapturado.

O pesquisador Fábio Xavier, de Arapoti, Paraná, informa que um dos proprietários de escravos no Queimado era José Rodrigues Lima, que tinha o apelido de Cajuza.

 

EXPULSÃO DO PADRE

 

O advogado dos escravos revoltosos foi o padre João Clímaco de Alvarenga Rangel, que infelizmente nada pôde fazer para inocentar os escravos. O padre Clímaco, que possuía propriedade na Serra, teve alguns de seus escravos participando da rebelião, mesmo assim julgou justo defendê-los.

O frei Gregório Maria de Bene foi considerado o grande responsável pela Insurreição ocorrida, e, em documento datado de 26 de setembro de 1849, o Presidente da Província, Felipe José Pereira Leal, escreve que Frei Gregório é: "O único capaz de receber a imputação do crime. (...) Amanhã regressam no vapor Guapiaçu o Frei Gregório Maria Bene e Frei Ubaldo de Civitella de Trento."

 

JURAMENTO DO FREI GREGÓRIO

 

O Jornal  “Correio da Victória”, publicado em Vitória em 1849 publica o juramento do “Padre Frei Gregório José Maria de Bene, no dia 25 de março de 1849, diante de Jesus Sacramentado depois da elevação da Sagrada hóstia”:

“Eu, Frei Gregório, indigníssimo ministro da cruz juro diante deste verdadeiro Deus e verdadeiro homem, e clamo ele em testemunha de minha inocência no grande e malicioso aleive que os negros cativos levantaram-me no Queimado e na cidade de Victória diante das autoridades. Juro, repito de novo, que não fui causa e nem aconselhei a eles o motim, que fizeram no dia de São José, 19 do corrente.”

O sacristão da Igreja do Queimado no dia da Insurreição era José Pinto Lima.

 

ORIGEM DO FREI GREGÓRIO

 

Na carta informa que a presença do frei Gregório, tinha sido nociva no Espírito Santo. Após a Insurreição, outras queixas surgiram contra o padre, levando o Presidente da Província a "mandá-lo embora."

Os ideais de liberdade pregados pelo frei não foram bem recebidos pelos exploradores da mão de obra escrava, que aproveitaram para reunir todas queixas possíveis contra o mesmo, com a finalidade de "expulsá-lo do Espírito Santo."

Frei Gregório acabou indo para a região do Amazonas, onde de 1850 a 1854, evangelizou em vários núcleos urbanos e Vilas.

Em 1854 deixou os serviços missionários e passou a morar em Manaus, conforme o historiador Artur César Ferreira Reis em pesquisa para o escritor José Teixeira de Oliveira.

Pela Internet e através de e-mail (Correio eletrônico), o Escritor Alessandro Dell’ Aira assim relata:

“Sou italiano e Diretor de Escola e tenho 65 anos. Parabéns pelo seu livro sobre a “História da Serra”, cuja versão li na Internet. Nasci em Palermo e vivo na cidade de Trento. Não sei  de onde era o padre Gregório. Do se apelido “Bene” não consigo localizar a procedência geográfica, de qualquer forma a hipótese inicial é que fosse ele também, como o Padre Ubaldo, natural de Civitella del Trento, pequena cidade do centro da Itália. (...) Fico convencido de que  a vossa festa com a participação das bandas de Congo é muito mais antiga do que se pensa, pois encontrei informações destas festas feitas por africanos em Coimbra, Portugal, em 1625, na ocasião das festas públicas (duas semanas) para a canonização da rainha Santa Isabel, mulher do rei Dom Dinis.”

Na Internet, o escritor Alessandro Dell’Aira apresenta um estudo sobre “O Santo Preto e o Rosário” e outras informações sobre São Benedito, nave Palermo e Bandas de Congo: http://arsenale.freeweb.supereva.it/magaz.htm

Em livro publicado na Itália, em dezembro de 1999, com o título, “La rotta di San Benedetto il Moro, da San Fratello a Bahia”, edição Magazzini di Arsenale, o Escritor Alessandro Dell’Aira, com base no livro “História da Serra”, versão disponível na Internet, divulga a Insurreição do Queimado e Festa de São Benedito da Serra, no Espírito Santo, nas páginas 44 a 50.

 

RIQUEZAS CULTURAIS

 

O Jornal "Correio Popular" da cidade de Cariacica - ES, de 29 de março a 4 de abril de 1991, na página 7, publica a seguinte matéria da Prefeitura Municipal da Serra:

"SERRA - Raízes e Riquezas Culturais - QUEIMADDDDOS.

A Insurreição de Queimados foi uma rebelião escrava ocorrida em São José de Queimados, em 1894.

Frei Gregório de Bene, Italiano, era encarregado da instrução da população local. Em seus sermões, condenava a escravidão e o tratamento desumano recebido pelos escravos. Entre suas missões, havia a construção de uma Igreja na região, só que lhe faltavam recursos.

Assumiu, junto aos escravos, os compromissos de libertá-los das mãos de seus senhores no dia da inauguração da Igreja, mas, para inaugurá-la, precisava da ajuda dos escravos. Os negros trabalharam em horas de folga e durante a madrugada.

Na inauguração, porém, a promessa não foi cumprida, causando a revolta dos escravos. Os rebeldes se refugiaram no mato, sendo alguns capturados e outros desaparecidos, supostamente mortos de fome. Era o fim da Insurreição de Queimados. Ajude preservar nossa história."

O texto apresenta os seguintes erros:

a) O ano está errado. Não é 1894. O ano é 1849.

b) A palavra não é QUEIMADOS e sim QUEIMADO sem a letra "S". O mesmo texto errado foi publicado em outros jornais.

 

ESCRAVOS DA LAMPADOSA

 

O Guia de Informações Turísticas publicado em 1983, cujo título é "Venha Conhecer as belezas entre as Montanhas e o mar - Serra - Espírito Santo - BR", na parte relativa aos "Atrativos Culturais", diz o seguinte:

"Igreja dos Escravos da Lampadosa - Ruínas localizadas no distrito de Queimados. Região onde viveram os escravos vindos da África. Palco de acontecimentos dramáticos em março de 1849 - A Insurreição de Queimados.

Recomenda-se a visitação, por ter sido monumento construído com o emprego de mão-de-obra escrava e por se tratar de ruínas de um templo construído após os primeiros anos da Colonização do Solo Espirito-Santense."

No texto destaca-se:

a) Escravos da Lampadosa - Esta expressão refere-se a Igreja construída com trabalho escravo.

b) A palavra Queimado está erradamente escrita com a letra "S" no final.

c) O Templo não foi construído nos primeiros anos da Colonização do Solo Espirito-Santense e sim em 1849, ou seja há 314 anos após a colonização do Solo Espírito-Santense, que foi a 23 de maio de 1535.

 

MONITORANDO A LEITURA

 

REFLEXÃO

 

Elisiário, negro inteligente, pois recebera educação esmerada de seu senhor, foi com Chico Prego, um dos líderes da Insurreição ocorrida no Distrito de Queimado na Serra. É cognominado o Zumbi da Serra.

PESQUISE:

O que significa a palavra Insurreição?

Quem foi Zumbi dos Palmares?

 

ATIVIDADES

 

1.      Quais os três principais líderes da Insurreição (Revolta) do Queimado?

2.      Quantos dias durou a Insurreição do Queimado? Que dia começou? Que dia terminou?

3.      Quantos escravos foram absolvidos e quantos foram condenados no Julgamento?

4.      Descreva com suas palavras como foi a morte de Chico Prego? O que Ananias teve que fazer para Chico Prego morrer?

5.      Cite os nomes dos escravos que foram enforcados por causa da Insurreição do Queimado?

6.      Em que data foram iniciadas as obras de construção da Igreja de São José do Queimado?

 

 

Fotos do Filme Curta Metragem, Insurreição, sobre a Revolta do Queimado, realizado em 2004.

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