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CLÉRIO JOSÉ BORGES DE SANT´ANNA                                             VOLTAR

ESCRITOR CAPIXABA É HOMENAGEADO COM O TÍTULO
DESTAQUE DO ANO E RECEBE TROFÉU CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Clério José Borges recebe comunicação da homenagem em Itabira MG Clério José Borges recebe comunicação da homenagem em Itabira MG Clério José Borges recebe comunicação da homenagem em Itabira MG Clério José Borges recebe comunicação da homenagem em Itabira MG
Foto 1: Clério e o Troféu; Foto 2: Família - Clebersom, Jeanne, Zenaide, Clério, Andréia e Clerigthom.
Foto 3: Clério e o Prefeito de Itabira, MG, João Izael Querino Coelho. Foto 4: O Colunista Eustáquio Lúcio Felix e Clério José Borges.

XLV FESTA DOS DESTAQUES DO ANO, organizada pelo jornalista e promotor de eventos, Eustáquio Lúcio Félix.

No último dia 05 de Junho de 2010, em solenidade no Salão do CENSI, na Cidade de Itabira, Minas Gerais, O Troféu Carlos Drummond de Andrade foi entregue ao Poeta Trovador e Escritor Clério José Borges. Personalidades da região, do Estado de Minas Gerais e do país participaram de mais uma versão do Troféu Carlos Drummond de Andrade, promovida pela Félix Cerimonial.Presente o Prefeito de Itabira Minas Gerais, João Izael Querino Bicalho. A cerimônia contou além da presença das autoridades locais e cobertura da imprensa. Há 45 anos, Eustáquio Lúcio Félix vem homenageando com o TROFÉU CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE, aqueles que se destacaram em diversos setores profissionais e sociais do País, nas Minas Gerais e em Itabira. O Baile foi animado pela Banda Alta Dimensão, sucesso em Minas Gerais.

VEJA Vídeo de Clério José Borges, homenageado por Eustáquio Lúcio Felix. Entrevista com o Prefeito Municipal de Itabira, Minas Gerais, João Izael Querino Coelho: http://www.youtube.com/watch?v=mMKGp9GycK8

Clério José Borges recebe comunicação da homenagem em Itabira MG Clério José Borges recebe comunicação da homenagem em Itabira MG Clério José Borges recebe comunicação da homenagem em Itabira MG Clério José Borges recebe comunicação da homenagem em Itabira MG Clério José Borges recebe comunicação da homenagem em Itabira MG Clério José Borges recebe comunicação da homenagem em Itabira MG Clério José Borges recebe comunicação da homenagem em Itabira MG

Por indicação da Escritora Andréia Donadon Leal, Presidente Fundadora da Academia de Letras do Brasil, de Mariana, Minas Gerais, o Acadêmico fundador da Academia de Letras e Artes da Serra, Acadêmico da Academia de Letras Humberto de Campos de Vila Velha e correpondente da Academia Cachoeirense de Letras, Clério José Borges de Sant Anna, também presidente do Clube dos Trovadores Capixabas, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e Vice Presidente do Conselho Municipal de Cultura da Serra, receberá no dia 05 de Junho de 2010, no Salão de Festas CENSI, em Itabira, Minas Gerais, o título de DESTAQUE DO ANO e TROFÉU CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE.

O evento é organizado pelo renomado Jornalista e Colunista, Eustáquio Lúcio Félix que realiza há 45 anos a Festa em que são homenageadas pessoas que se destacaram em diversos setores profissionais e sociais do país, nas Minas Gerais e na cidade de Itabira, terra Natal de Carlos Drummond de Andrade.

Segundo Eustáquio Lúcio Félix o evento servirá para "lembrarmos e de maneira especial, os 108 anos de Carlos Drummond de Andrade, Itabirano, cidadão do Mundo e da Palavra. E Itabira, neste dia é uma cidade impregnada de emoção e poesia, homenageando quem a fez conhecida em todo o mundo, quem cantou suas montanhas e eternizou suas esquinas e recantos, quem fez de seu chão, de sua alma e de suas calçadas um verso de amor e saudade...

Clério José Borges representará a cidade da Serra no evento e, a homenagem que lhe é prestada em Itabira, MG, é um reconhecimento a nível nacional, do trabalho cultural realizado por Clério José Borges, pois hoje o Troféu Carlos Drummond de Andrade é o mais antigo do gênero no Brasil, homenageado sempre pessoas que abrem caminhos e escolhem direções. Que resgata sonhos com a paciência dos humildes, quem acredita, quem realiza e que pode servir de exemplo e levar outros homens ao exercício da cidadania plena, à prática de ideais democráticos, à intimidade com valores de Justiça e dignidade.

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE - BIOGRAFIA -

1902 - O poeta nasce em Itabira, Minas Gerais. Nono filho do fazendeiro Carlos de Paula Andrade e de Dona Julieta Augusta Drummond de Andrade.

1910 - Começa o curso primário no Grupo Escolar Dr. Carvalho Brito.

1915 - Trabalha alguns meses como caixeiro e, em retribuição, a casa comercial Randolfo Martins da Costa lhe oferece um corte de casimira.

1916 - Por problemas de saúde interrompe os estudos no segundo período escolar do Colégio Arnaldo em Belo Horizonte onde era interno e conhecera Gustavo Capanema e Afonso Arinos de Melo Franco.

1918 - Depois de receber aulas particulares do professor Emílio Magalhães, em Itabira entra como aluno interno no Colégio Anchieta, da Companhia de Jesus, em Nova Friburgo. Seu irmão Altivo, que o estimula na criação literária, publica no jornalzinho Maio o poema em prosa Onda.

1919 - É expulso do colégio, após incidente com o professor de Português.

1920 - Passa a morar em Belo Horizonte para onde se transferiu com a família.

1921 - Seus primeiros trabalhos são publicados no Diário de Minas, após contatos seus com o diretor, José Osvaldo de Araújo.

1922 - Em concurso da Novela Mineira, obtém o prêmio de 50.000 réis pelo conto Joaquim do Telhado.

1923 - Entra na Escola de Odontologia e Farmácia de Belo Horizonte, após exame vestibular.

1924 - Escreve carta a Manuel Bandeira, manifestando-lhe sua admiração. Conhece Blaise Cendrars, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e Mário de Andrade no Grande Hotel de Belo Horizonte. Pouco tempo depois inicia a correspondência com Mário de Andrade. A partir daí, corresponde-se com Mário.

1925 - Casamento com Dolores Dutra de Morais. Funda A Revista, órgão modernista do qual saem três números, com Martins de Almeida, Emílio Moura e Gregoriano Canedo.

1926 - Leciona Geografia e Português no Ginásio Sul-Americano de Itabira. Volta para Belo Horizonte, por iniciativa de Alberto Campos, para trabalhar como redator e depois redator-chefe do Diário de Minas

1927 - Nascimento de seu filho Carlos Flávio, que teve apenas meia hora de vida.

1928 - Nascimento de sua filha Maria Julieta. A publicação, na Revista de Antropofagia de São Paulo, do poema No Meio do Caminho, gera polêmica.

1929 - Deixa o Diário de Minas para trabalhar no Minas Gerais, órgão oficial do Estado. Passa de auxiliar de redação a redator.

1930 - Publica Alguma Poesia (200 exemplares), com a ajuda da Imprensa Oficial que desconta o que foi gasto do seu salário.

1931 - Morre seu pai, aos 70 anos.

1933 - Torna-se redator de A Tribuna. Acompanha Gustavo Capanema nos três meses em que este foi Interventor Federal em Minas Gerais.

1934 - Volta às redações: trabalha em o Estado de Minas, Diário de Minas e Diário da Tarde. Publica Brejo das Almas (200 exemplares) pela cooperativa Os Amigos do Livro. Transfere-se para o Rio, como chefe de gabinete do novo Ministro da Educação e Saúde Pública, Gustavo Capanema.

1937 - Colabora na Revista Acadêmica, de Murilo Miranda.

1938 - Sofre um acidente de automóvel.

1940 - Publica Sentimento do Mundo. Distribui os 150 exemplares entre os amigos e escritores. Assina sob o pseudônimo de O Observador Literário a seção Conversa Literária, em Euclides, revista de Simões dos Reis.

1941 - Colabora no suplemento literário de A Manhã.

1942 - A Editora José Olympio publica Poesias.

1943 - Uma Gota de Veneno é o título que dá para a obra Thérése Desqueyroux, de François Mauriac.

1944 - Surgem Confissões de Minas, por iniciativa de Álvaro Lins.

1945 - Publica A Rosa do Povo e O Gerente. Colabora no suplemento literário do Correio da Manhã e na Folha Carioca. Deixa a chefia do gabinete de Capanema. É chamado por Rodrigo M. E de Andrade para trabalhar na Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, onde mais tarde se tornará chefe da Seção de História, na Divisão de Estudos e Tombamento.

1946 - Pelo conjunto de sua obra, recebe o prêmio da Sociedade Felipe d' Oliveira.

1947 - É publicada sua tradução de Les liaisons dangereuses, de Choderlos De Laclos, sob o título de As relações perigosas.

1948 - Publica Poesia até Agora. Comparece ao enterro em Itabira, que acontece ao mesmo tempo em que é executada, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a obra Poema de Itabira, de Villa-Lobos, composta sobre seu poema Viagem na família.

1949 - Volta a escrever em O Minas Gerais. Sua filha casa-se e vai morar em Buenos Aires.

1950 - Vai a Buenos Aires para o nascimento de seu primeiro neto, Carlos Manuel.

1951 - Publica Claro Enigma, Contos de Aprendiz e A Mesa. Em Madri, aparece o volume Poemas.

1952 - Publica Passeios na Ilha e Viola de Bolso.

1954- Publica Fazendeiro do Ar & Poesia Até Agora. Inicia no Correio da Manhã a série de crônicas Imagens, mantida até 1969.

1955 - Publica Viola de Bolso Novamente Encordoada.

1956 - Publica 50 Poemas Escolhidos Pelo Autor. Aparece a sua tradução de Albertine disparue, ou La Fugitive, de Marcel Proust.

1957 - Publica Fala, Amendoeira e Ciclo.

1958- Publica-se em Buenos Aires uma seleção de seus poemas na coleção Poetas del Siglo Veinte.

1959 - Publica Poemas. É encenada e publicada a sua tradução de Donã Rosita la Soltera, de Federico García Lorca, pela qual recebe o Prêmio Padre Ventura, do Círculo Independente de Críticos Teatrais.

1960 - Nasce em Buenos Aires seu terceiro neto, Pedro Augusto. Colabora em Mundo Ilustrado.

1961- Colabora no programa Quadrante, da Rádio Ministério da Educação, instituído por Murilo Miranda. Morre seu irmão Altivo. Por ato do presidente Jânio Quadros é nomeado membro da Comissão de Literatura, do Conselho Nacional de Cultura, mas afasta-se do órgão nas primeiras reuniões.

1962 - Publica Lição de Coisas, Antologia Poética e A Bolsa e a Vida. É demolida a casa da Rua Joaquim Nabuco, 81, onde viveu 21 anos. Passa a residir em apartamento. Recebe novamente o Prêmio Padre Ventura. Aposenta-se como chefe de seção da DPHAN, após 35 anos de serviço público, recebendo carta de louvor do ministro da Educação, Oliveira Brito.

1963 - Sai a edição chilena de Poesia de Carlos Drummond de Andrade. No Brasil, é lançada sua tradução de Sult (Fome), de Knut Hamsun.

1964 - Publica a primeira edição da Obra Completa, pela Nova Aguilar.

1965- Publicados os livros Antologia Poética, em Portugal, In the Middle of the Road, nos Estados Unidos, Poesie, na Alemanha. Publica, em colaboração com Manuel Bandeira, Rio de Janeiro em prosa & verso. Colabora em Pulso.

1966- Publica Cadeira de Balanço e, na Suécia, é lançado Natten och Rosen.

1967- Publica Versiprosa, José e Outros, Mundo, vasto mundo, Minas Gerais (Brasil, terra e alma) e Uma Pedra no Meio do Caminho - Biografia de um Poema, coletânea de críticas e matérias sobre o poema escrito há 39 anos. Publicações de Fyzika Strachu, em Praga, e Mundo, vasto mundo, com tradução de Manuel Graña Etcheverry, em Buenos Aires.

1968 - Publica Boitempo & A Falta Que Ama. Membro correspondente da Hispanic Society of America, Estados Unidos.

1969 - Deixa o Correio da Manhã e começa a escrever para o Jornal do Brasil. Publica Reunião (10 livros de poesia).

1970 - Publica Caminhos de João Brandão.

1971 - Publica Seleta em prosa e verso. Edição de Poemas em Cuba.

1972 - Viaja a Buenos Aires com D. Dolores para visitar a filha, Maria Julieta. Publica O poder ultrajovem. Jornais do Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre publicam suplementos comemorativos do 70º aniversário do poeta.

1973 - Publica As impurezas do branco, Menino Antigo - Boitempo II, La bolsa y la vida, em Buenos Aires, e Réunion, em Paris.

1974 - Recebe o Prêmio de Poesia da Associação Paulista de Críticos Literários. Membro honorário da American Association of Teachers of Spanish and Portuguese, Estados Unidos.

1975 - Publica Amor, Amores. Recebe o Prêmio Nacional Walmap de Literatura e recusa, por motivo de consciência, o Prêmio Brasília de Literatura, da Fundação Cultural do Distrito Federal.

1977 - Publica A visita, Discurso de primavera e algumas sombras e Os dias lindos. Grava 42 poemas em 2 long plays, lançados pela Polygram.

1978 - Publica 70 historinhas e O marginal Clorindo Gato.

1979 - Publica Poesia e Prosa, 5ª edição, revista e atualizada, pela editora Nova Aguilar. Viaja a Buenos Aires por motivo de doença de sua filha Maria Julieta. Publica Esquecer para lembrar - Boitempo III.

1980 - Recebe os Prêmios Estácio de Sá, de jornalismo, e Morgado Mateus (Portugal), de poesia. Edição limitada de A paixão medida.

1981 - Publica Contos Plausíveis e O pipoqueiro da esquina.

1982 - Ano do 80º aniversário do poeta. São realizadas exposições comemorativas na Biblioteca Nacional e na Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro. Os principais jornais do Brasil publicam suplementos comemorando a data. Recebe o título de Doutor honoris causa pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Edição mexicana de "Poemas". A cidade do Rio de Janeiro festeja a data com cartazes de afeto ao poeta. Publica A lição do amigo - Cartas de Mário de Andrade a Carlos Drummond de Andrade, com notas do destinatário.

1983 - Declina do troféu Juca Pato. Publica Nova Reunião (19 livros de poesia), último livro do poeta publicado, em vida, pela Casa José Olympio.

1984 - Despede-se da casa do velho amigo José Olympio e assina contrato com a Editora Record, que publica sua obra até hoje. Também se despede do Jornal do Brasil, depois de 64 anos de trabalho jornalístico, com a crônica Ciao. Publica, pela Editora Record, Boca de Luar e Corpo.

1985 - Publica Amar se aprende amando, O observador no escritório (memórias), História de dois amores (livro infantil) e Amor, sinal estranho.

1986 - Publica Tempo, vida, poesia. Escreve 21 poemas para a edição do centenário de Manuel Bandeira, preparada pela editora Alumbramento, com o título Bandeira, a vida inteira. Sofre um infarto e é internado durante 12 dias.

1987 - No 31 de janeiro escreve seu último poema, Elegia a um tucano morto que passa a integrar Farewell, último livro organizado pelo poeta. É homenageado pela escola de samba Estação Primeira de Mangueira, com o samba enredo No reino das palavras, que vence o Carnaval 87. No dia 5 de agosto, depois de 2 meses de internação, falece sua filha Maria Julieta, vítima de câncer. "E assim vai-se indo a família Drummond de Andrade" - comenta o poeta. Seu estado de saúde piora. 12 dias depois falece o poeta, de problemas cardíacos e é enterrado no mesmo túmulo que a filha, no Cemitério São João Batista do Rio de Janeiro. O poeta deixa obras inéditas: O avesso das coisas (aforismos), Moça deitada na grama, O amor natural (poemas eróticos), Viola de bolso III (Poesia errante), hoje publicados pela Record; Arte em exposição (versos sobre obras de arte), Farewell, além de crônicas, dedicatórias em verso coletadas pelo autor, correspondência e um texto para um espetáculo musical, ainda sem título. Edições de Moça deitada na grama, O avesso das coisas e reedição de De notícias e não notícias faz-se a crônica pela Editora Record.

1988 - Publicação de Poesia Errante, livro de poemas inéditos, pela Record.

1989 - Publicação de Auto-retrato e outras crônicas, edição organizada por Fernando Py. A Casa da Moeda homenageia o poeta emitindo uma nota de 50 cruzeiros com seu retrato, versos e uma auto-caricatura.

1990 - O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) organiza uma exposição comemorativa dos 60 anos da publicação de Alguma Poesia.

1991 - Publicação de Obra Poética, pela editora Europa-América, em Portugal.

1992 - Edição de O amor natural, de poemas eróticos, organizada pelo autor, com ilustrações de Milton Dacosta e projeto gráfico de Alexandre Dacosta e Pedro Drummond.

1993 - Prêmio Jabuti pelo melhor livro de poesia do ano, O amor natural.

1994 - Publicação pela Editora Record de novas edições de Discurso de primavera e Contos plausíveis. No dia 2 de julho falece D. Dolores Morais Drummond de Andrade, viúva do poeta, aos 94 anos.

1995 - Encenação teatral de No meio do caminho..., crônicas e poemas do poeta com roteiro e adaptação de João Brandão e Pedro Drummond. Lançamento de um selo postal em homenagem ao poeta. Drummond na era digital, publicação de uma pequena antologia em 5 idiomas sob o título de Alguma Poesia, na Internet, na data de seu 93º aniversário.

1996 - Lançamento do livro Farewell, último organizado pelo poeta, no Centro Cultural do Banco do Brasil do Rio de Janeiro.

1997 - Primeira edição interativa do livro O Avesso das Coisas.

1998 - Inauguração do Museu de Território Caminhos Dummondianos em Itabira. No dia 31 de outubro é inaugurado o Memorial Carlos Drummond de Andrade, projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, no Pico do Amor da cidade de Itabira.

1999 - Lançamento do CD Carlos Drummond de Andrade por Paulo Autran, pelo selo Luz da Cidade.

2000 - Inaugurada a Biblioteca Carlos Drummond de Andrade do Colégio Arnaldo de Belo Horizonte. Estréia no dia 31 de outubro o espetáculo Jovem Drummond. Lançamento do projeto O Fazendeiro do Ar, com o "balão Drummond", na Lagoa Rodrigo de Freitas - Rio de Janeiro.

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