De São Pedro a Bento XVI. Papas e Papisa. Papas da Igreja Católica. Relação de todos os Papas da Igreja Católica Apostólica Romana. Papas. Cardeais. Clero. Igreja. Jesus Cristo. Cardeal Alemão Joseph Ratzinger, 78 anos, é o novo papa. Bento XVI, Relação de todos os Papas da Igreja Católica - Vida de João Paulo II - Relação de Todos os Papas Origem do Cristianismo O Cristianismo é a religião fundada por Jesus Cristo, o Filho de Deus. Mas Jesus Cristo não fundou apenas uma religião, fundou também uma Igreja. A Igreja está alicerçada sobre o Apóstolo Pedro, a quem cristo prometeu o Primado "E Eu te digo-te a ti que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja, e as portas do Inferno não prevalecerão contra ela." A Igreja de Cristo existirá até o fim dos tempos, enquanto perdurar o mundo e houver homens sobre a terra. A sua constituição se deu no dia de Pentecostes e, a partir de então, começa a sua história. - Cardeal Alemão Joseph Ratzinger, Papa Bento XVI - João Paulo II - Relação dos Papas
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CLÉRIO JOSÉ BORGES DE SANT´ANNA                                             VOLTAR

RELAÇÃO DOS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA

A VIDA DO PAPA JOÃO PAULO SEGUNDO

PAPA BENTO XVI
(265º Papa da história da Igreja Católica)

Os 115 cardeais reunidos em conclave na Capela Sistina, no Vaticano, elegeram o Cardeal Alemão Joseph Ratzinger, 78 anos, o novo papa. Bento XVI foi o nome escolhido pelo pontífice para assumir a Igreja Católica, na terça-feira, dia 19/04/2005.
O novo Papa, 265º da história da Igreja Católica, foi anunciado ao mundo com a tradicional fumaça branca e as badaladas dos sinos da Basílica de São Pedro. A eleição do sucessor de João Paulo II ocorreu na quarta votação, no segundo dia de conclave.

Na segunda feira, dia 11 de fevereiro de 2013, quando no Brasil se comemorava o Carnaval, o Mundo foi surpreendido com o anúncio do Papa Bento XVI de que iria renunciar no dia 28 de Fevereiro. Alegando a idade avançada e problemas de doença o Papa anunciou sua Renúncia deixando o Mundo perplexo. A renúncia de um papa não é um fato tão incomum na história antiga da Igreja Católica. Um total de 22 papas renunciaram ou foram obrigados a renunciar antes de Bento XVI. Algumas terminaram inclusive com o assassinato do papa. Analisando a história dos Papas, encontramos seis possíveis renúncias. São as de Ponciano (anos 230-235), que morreu no exílio e renunciou pelo bem da Igreja; Eusébio (ano 309); João I (523-526); Silvério (535-537), acusado de alta traição por Belisário; João III (561-574), e Martinho I (649-655), que renunciou para facilitar a eleição de um papa que não fosse problemático e morreu exilado na Crimeia. Na época medieval foram obrigados a renunciar Constantino II (767); João VIII, ao qual tentaram envenenar; Estevão VI (896-897), que foi linchado e posteriormente estrangulado na prisão; e Leão V (903), que foi assassinado pela família romana dos Tusculanos, os mesmos que mataram Cristóvão (o antipapa) no ano de 903. O papa João X (914-928) foi envenenado e assassinado pela matriarca romana Marózia, que também matou Estevão VII (929-931). O filho de Marózia, Alberico, assassinou sua mãe e também o papa João XI (931-935). O papa Bento V (964) foi obrigado a exilar-se em Hamburgo; Bento VI (973-974) foi assassinado no castelo de São Angelo de Roma, e Bonifácio VII (984) também teve que se exilar e foi assassinado. João XIV (983-984) morreu de fome no castelo de São Angelo; Bento IX (1033-1045) foi acusado de comprar o pontificado, e Gregório VI (1045-1046) foi deposto e exilado. Bento X (1058-1059) renunciou por próprio convencimento e se transformou em um simples cardeal; João XXI (1276-1277) morreu em um acidente em Viterbo, e Celestino V (1294) renunciou. O papa Gregório XII (1406-1414) foi o último a renunciar antes de Bento XVI (2005-2013), que comoveu o mundo católico com seu inesperado anúncio de que deixará o pontificado no dia 28 de fevereiro de 2013.


A VIDA DO PAPA JOÃO PAULO SEGUNDO


Karol Josef Wojtyla, conhecido por João Paulo II desde sua eleição ao papado em outubro de 1978, nasceu em Vadowice, uma pequena cidade a 50 quilômetros de Cracóvia, em 18 de maio de 1920. Ele era o segundo filho do casal Karol Wojtyla e Emilia Kaczorowska. Sua mãe morreu em 1929; seu irmão mais velho, que era médico, morreu em 1932 e seu pai, um suboficial do exército, em 1941.

Aos nove anos fez sua Primeira Comunhão e recebeu aos 18 a Crisma. Terminou os estudos de ensino médio numa escola de Vadowice e em 1938 ingressou na Universidade da Cracóvia num curso de teatro. Quando as forças nazistas fecharam a Universidade, em 1939, o jovem Karol trabalhou numa fábrica de químicos para ganhar a vida e evitar a deportação para a Alemanha.

A partir de 1942, ao sentir a vocação para o sacerdócio, freqüentou as aulas do seminário clandestino da Cracóvia, dirigido pelo Cardeal Adam Stefan Sapieha. Ao mesmo tempo, foi um dos promotores do "Teatro Rapsódico", também clandestino.

Depois da Segunda Guerra Mundial, continuou seus estudos no seminário da Cracóvia, novamente aberto, e na Faculdade de Teologia da Universidade da Cracóvia, até sua ordenação em 1.º de novembro de 1946.

Em 1948, doutorou-se em teologia com uma tese sobre o tema da fé nas obras de São João da Cruz. Neste período, aproveitou suas férias para exercer o ministério pastoral entre os imigrantes poloneses na França, Bélgica e Holanda. Voltou para a Polônia e foi vigário em diversas paróquias da Cracóvia até 1951, quando retomou seus estudos filosófico e teológicos.

Em 1953, apresentou à Universidade Católica de Lublin uma tese intitulada "Valorização da possibilidade de se fundar uma ética católica sobre a base do sistema ético de Max Scheler". Depois tornou-se professor de Teologia Moral e Ética Social no seminário da Cracóvia e na Faculdade de Teologia de Lublin.

Em 4 de julho de 1958 foi nomeado por Pio XII como bispo auxiliar da Cracóvia. Recebeu a ordenação episcopal em 28 de setembro de 1958 na Catedral de Wawel, pelas mãos do arcebispo Eugeniusz Baziak. Em 13 de janeiro de 1964 foi nomeado arcebispo da Cracóvia por Paulo VI.

Desde o começo de seu pontificado, em 16 de outubro de 1978, o papa João Paulo II realizou 104 viagens ao exterior - número oficial do Vaticano - e 146 viagens no interior da Itália. Foram visitados pelo pontífice 133 países. Deste total, foram 29 países na América; 39 países na Europa; 17 na Ásia; 42 na África e seis na Oceania. No total, João Paulo II percorreu 1,2 milhão de quilômetros em viagens realizadas de avião, carro e ferryboat.

Entre seus principais documentos incluem-se: 14 Encíclicas, 13 Exortações apostólicas, 11 Constituições apostólicas e 44 Cartas apostólicas. João Paulo II também publicou cinco livros: "Cruzando o Umbral da Esperança" (outubro de 1994), "Dom e Esperança: no 50.º aniversário de minha ordenação sacerdotal" (novembro de 1996) e "Tríptico Romano – Meditações", livro de poesias (março de 2003); "Levantamos! Vamos!" (maio de 2004) e "Memória e identidade" (publicação prevista para a primavera de 2005).

João Paulo II presidiu 147 cerimônias de beatificação – com a proclamação de 1.338 beatos, 51 canonizações, com um total de 482 santos. Celebrou nove consistórios, durante os quais nomeou 232 Cardeais. Também presidiu seis assembléias plenárias do Colégio Cardenalício.

Nenhum outro Papa se encontrou com tantas pessoas como João Paulo II: em números, mais de 16,7 milhões de peregrinos participaram em mais de mil Audiências Gerais celebradas às quartas-feiras. Isto sem levar em conta as audiências especiais e as cerimônias religiosas. João Paulo II se encontrou, também, com inúmeras autoridades governamentais durante suas 38 visitas oficiais e as 690 audiências com chefes de Estado e 226 encontros com Primeiros Ministros.

Após horas de agonia em seu quarto, no Palácio Apostólico, João Paulo II morreu no dia 2 de abril, deixando cerca de 1 bilhão de católicos em todo o mundo sem líder. Nas últimas 24 horas de vida, ele teve febre alta, infecção urinária, choque séptico, parada cardiocirculatória e, finalmente, uma infecção generalizada. Segundo um boletim sobre a "causa mortis", divulgado pelo Vaticano, o Santo Padre faleceu devido à septcemia (infecção generalizada) e danos cardiorrespiratórios irreversíveis.

O Papa João Paulo II foi sepultado na sexta-feira, 8 de abril, nas grutas da Basílica de São Pedro, em uma cerimônia privada que terminou às 14h20 (9h20, horário de Brasília).

Relação de Todos os Papas da Igreja Católica

2005 - : Bento XVI (19/04/2005 - O cardeal alemão Joseph Ratzinger, 78 anos, é o novo papa. Bento XVI foi o nome escolhido pelo pontífice para assumir a Igreja Católica.)
1978 - 2005: João Paulo II (Karol Woityla)
1978: João Paulo I (Albino Luciani)
1963 - 1978: Paulo VI (Giovanni Battista Montini)
1958 - 1963: João XXIII (Angelo Giuseppe Roncalli)
1939 - 1958: Pio XII (Eugenio Pacelli)
1922 - 1939: Pio XI (Achille Ratti)
1914 - 1922: Bento XV (Giacomo Marchese della Chiesa)
1903 - 1914: Pio X (Giuseppe Sarto)
1878 - 1903: Leão XIII (Giocchino Vincenzo de Pecci)
1846 - 1878: Pio IX (Giovanni Conte Mastai-Ferretti)
1831 - 1846: Gregório XVI (Bartolomeo Cappellari)
1829 - 1830: Pio VIII (Francesco Saverio Castiglioni)
1823 - 1829: Leão XII (Annibale della Genga)
1800 - 1823: Pio VII (Luigi Barnaba Chiaramonti)
1775 - 1799: Pio VI (Giovanni Angelo Conte Braschi)
1769 - 1774: Clemente XIV (Lorenzo Ganganelli)
1758 - 1769: Clemente XIII (Carlo Rezzonico)
1740 - 1758: Bento XIV (Prospero Lambertini)
1730 - 1740: Clemente XII (Lorenzo Corsini)
1724 - 1730: Bento XIII (Pietro Francesco Orsini)
1721 - 1724: Inocêncio XIII (Michelangelo Conti)
1700 - 1721: Clemente XI (Giovanni Francesco Albani)
1691 - 1700: Inocêncio XII (Antonio Pignatelli)
1689 - 1691: Alexandre VIII (Pietro Ottoboni)
1676 - 1689: Inocêncio XI (Benedetto Odescalchi)
1670 - 1676: Clemente X (Emilio Altieri)
1667 - 1669: Clemente IX (Giulio Rospigliosi)
1655 - 1667: Alexandre VII (Fabio Chigi)
1644 - 1655: Inocêncio X (Giambattista Pamphili)
1623 - 1644: Urbano VIII (Maffeo Barberini)
1621 - 1623: Gregório XV (Alessandro Ludovisi)
1605 - 1621: Paulo V (Camillo Borghesi)
1605: Leão XI (Alessandro Ottaviano de Medici)
1592 - 1605: Clemente VIII (Ippolito Aldobrandini)
1591: Inocêncio IX (Giovanni Antonio Facchinetti)
1590 - 1591: Gregório XIV (Niccolo Sfondrati)
1590: Urbano VII (Giambattista Castagna)
1585 - 1590: Sisto V (Felici Peretti)
1572 - 1585: Gregório XIII (Ugo Boncompagni)
1566 - 1572: Pio V (Michele Ghislieri)
1559 - 1565: Pio IV (Giovanni Angelo de Medici)
1555 - 1559: Paulo IV (Gianpetro Caraffa)
1555: Marcelo II (Marcelo Cervini)
1550 - 1555: Júlio III (Giovanni Maria del Monte)
1534 - 1549: Paulo III (Alessandro Farnese)
1523 - 1534: Clemente VII (Giulio de Medici)
1522 - 1523: Adriano VI (Adriano de Utrecht)
1513 - 1521: Leão X (Giovani de Medici)
1503 - 1513: Júlio II (Giuliano della Rovere)
1503: Pio III (Francesco Todeschini-Piccolomini)
1492 - 1503: Alexandre VI (Rodrigo de Bórgia)
1484 - 1492: Inocêncio VIII (Giovanni Battista Cibo)
1471 - 1484: Sisto IV (Francesco della Rovere)
1464 - 1471: Paulo II (Pietro Barbo)
1458 - 1464: Pio II (Enea Silvio de Piccolomini)
1455 - 1458: Calisto III (Alfonso de Bórgia)
1447 - 1455: Nicolau V (Tomaso Parentucelli)
1431 - 1447: Eugênio IV (Gabriel Condulmer)
1417 - 1431: Martinho V (Odo Colonna)
1410 - 1415: João XXIII (Baldassare Cossa>
1409 - 1410: Alexandre V (Pedro Philargi de Candia)
1406 - 1415: Gregório XII (Angelo Correr)
1404 - 1406: Inocêncio VII (Cosma de Migliorati)
1389 - 1404: Bonifácio IX (Pietro Tomacelli)
1378 - 1389: Urbano VI (Bartolomeo Prignano)
1370 - 1378: Gregório XI (Pedro Rogerii)
1362 - 1370: Urbano V (Guillaume de Grimoard)
1352 - 1362: Inocêncio VI (Etienne Aubert)
1342 - 1352: Clemente VI (Pierre Roger de Beaufort)
1334 - 1342: Bento XII (Jacques Fournier)
1316 - 1334: João XXII (Jacques Duèse)
1305 - 1314: Clemente V (Bertrand de Got)
1303 - 1304: Bento XI (Nicolau Boccasini)
1294 - 1303: Bonifácio VIII (Bento Gaetani)
1294: Celestino V (Pietro del Murrone)
1288 - 1292: Nicolau IV (Girolamo Masei de Ascoli)
1285 - 1287: Honório IV (Giacomo Savelli)
1281 - 1285: Martinho IV (Simão de Brion)
1277 - 1280: Nicolau III (Giovanni Gaetano Orsini)
1276 - 1277: João XXI (Pedro Juliani)
1276: Adriano V (Ottobono Fieschi)
1276: Inocêncio V (Pedro de Tarantasia)
1271 - 1276: Gregório X (Teobaldo Visconti)
1265 - 1268: Clemente IV (Guido Fulcodi)
1261 - 1264: Urbano IV (Jacques Pantaleon de Troyes)
1254 - 1261: Alexandre IV (Reinaldo, conde de Segni)
1243 - 1254: Inocêncio IV (Sinibaldo Fieschi)
1241: Celestino IV (Gaufredo Castiglione)
1227 - 1241: Gregório IX (Hugo, conde de Segni)
1216 - 1227: Honório III (Censio Savelli)
1198 - 1216: Inocêncio III (Lotário, conde de Segni)
1191 - 1198: Celestino III (Jacinto Borboni-Orsini)
1187 - 1191: Clemente III (Paulo Scolari)
1187: Gregório VIII (Alberto de Morra)
1185 - 1187: Urbano III (Humberto Crivelli)
1181 - 1185: Lúcio III (Ubaldo Allucingoli)
1159 - 1180: Alexandre III (Rolando Bandinelli de Siena)
1154 - 1159: Adriano IV (Nicolau Breakspeare)
1153 - 1154: Anastácio IV (Conrado, bispo de Sabina)
1145 - 1153: Eugênio III (Bernardo Paganelli de Montemagno)
1144 - 1145: Lúcio II (Gherardo de Caccianemici)
1143 - 1144: Celestino II (Guido di Castello)
1130 - 1143: Inocêncio II (Gregorio de Papareschi)
1124 - 1130: Honório II (Lamberto dei Fagnani)
1119 - 1124: Calisto II (Guido de Borgonha, arcebispo de Viena)
1118 - 1119: Gelásio II (João de Gaeta)
1099 - 1118: Pascoal II (Rainério, monge de Cluny)
1088 - 1099: Urbano II (Odo, cardeal-bispo de Óstia)
1086 - 1087: Vítor III (Desidério, abade de Monte Cassino)
1073 - 1085: Gregório VII (Hildebrando, monge)
1061 - 1073: Alexandre II (Anselmo de Baggio)
1058 - 1061: Nicolau II (Geraldo de Borgonha, bispo de Florença)
1058 - 1059: Bento X (João de Velletri)
1057 - 1058: Estevão IX (Frederico, abade de Monte Cassino)
1055 - 1057: Vítor II (Geraldo de Hirschberg)
1049 - 1054: Leão IX (Bruno, conde de Egisheim-Dagsburg)
1048: Dâmaso II (Poppo, conde de Brixen)
1046 - 1047: Clemente II (Suidgero de Morsleben)
1045 - 1046: Gregório VI (João Graciano Pierleone)
1033 - 1046: Bento IX (Teofilato de Túsculo)
1024 - 1032: João XIX (conde de Túsculo)
1012 - 1024: Bento VIII (conde de Túsculo)
1009 - 1012: Sérgio IV (Pietro Buccaporci)
1003 - 1009: João XVIII (João Fasano de Roma)
1003: João XVII (Giovanni Sicco)
999 - 1003: Silvestre II (Gerberto de Aurillac)
996 - 999: Gregório V (Bruno de Carínthia)
985 - 996: João XV (?)
983 - 984: João XIV (Pedro Canipanova)
974 - 983: Bento VII
972 - 974: Bento VI
965 - 972: João XIII (João de Nardi)
964: Bento V
963 - 965: Leão VIII
955 - 964: João XII
946 - 955: Agapito II
942 - 946: Marino II (ou Martinho III)
939 - 942: Estevão VIII
936 - 939: Leão VII
931 - 935: João XI
928 - 931: Estevão VII
928: Leão VI
914 - 928: João X (João de Tossignano, arcebispo de Ravena)
913 - 914: Lando
911 - 913: Anastácio III
904 - 911: Sérgio III
903 - 904: Cristovão
903: Leão V
900 - 903: Bento IV
898 - 900: João IX
897: Teodoro II
897: Romano
896 - 897: Estevão VI
896: Bonifácio VI
891 - 896: Formoso
885 - 891: Estevão V
884 - 885: Adriano III
882 - 884: Marino I (ou Martinho II)
872 - 882: João VIII
867 - 872: Adriano II
858 - 867: Nicolau I
855 - 858: Bento III
847 - 855: Leão IV
844 - 847: Sérgio II
827 - 844: Gregório IV
827: Valentim
824 - 827: Eugênio II
817 - 824: Pascoal I
816 - 817: Estevão IV
795 - 816: Leão III
772 - 795: Adriano I
768 - 772: Estevão III
757 - 767: Paulo I
752 - 757: Estevão II
752: Estevão [II] (pontificado de apenas 4 dias)
741 - 752: Zacarias
731 - 741: Gregório III
715 - 731: Gregório II
708 - 715: Constantino
708: Sisínio
705 - 707: João VII
701 - 705: João VI
687 - 701: Sérgio I
686 - 687: Cônon
685 - 686: João V
683 - 685: Bento II
682 - 683: Leão II
678 - 681: Agatão
676 - 678: Dono
672 - 676: Adeodato II (ou Deusdedite II)
657 - 672: Vitaliano
654 - 657: Eugênio I
649 - 655: Martinho I
642 - 649: Teodoro I
640 - 642: João IV
638 - 640: Severino
625 - 638: Honório I
619 - 625: Bonifácio V
615 - 618: Adeodato I (ou Deusdedite I)
608 - 615: Bonifácio IV
606 - 607: Bonifácio III
604 - 606: Sabiniano
590 - 604: Gregório I Magno
579 - 590: Pelágio II
575 - 579: Bento I
561 - 574: João III
556 - 561: Pelágio I
537 - 555: Vigílio
536 - 537: Silvério
535 - 536: Agapito (ou Agapeto)
533 - 535: João II
530 - 532: Bonifácio II
526 - 530: Félix III
523 - 526: João I
514 - 523: Hormisdas
498 - 514: Símaco
496 - 498: Anastácio II
492 - 496: Gelásio I
483 - 492: Félix II
468 - 483: Simplício
461 - 468: Hilário (ou Hilaro)
440 - 461: Leão I Magno
432 - 440: Sisto III
422 - 432: Celestino
418 - 422: Bonifácio I
417 - 418: Zózimo
402 - 417: Inocêncio I
399 - 402: Anastácio I
384 - 399: Sirício
366 - 384: Dâmaso I
352 - 366: Libério
337 - 352: Júlio I
336: Marcos
314 - 335: Silvestre I
310 - 314: Melcíades
308 - 310: Eusébio
307 - 309: Marcelo I
296 - 304: Marcelino
282 - 296: Caio
274 - 282: Eutiquiano
268 - 274: Félix I
260 - 268: Dionísio
257 - 258: Sisto II
254 - 257: Estevão I
253 - 254: Lúcio I
251 - 253: Cornélio
236 - 250: Fabiano
235 - 236: Antero
230 - 235: Ponciano
222 - 230: Urbano I
217 - 222: Calisto I
199 - 217: Zeferino
189 - 199: Vítor I
174 - 189: Eleutério
166 - 174: Sotero
154 - 165: Aniceto
143 - 154: Pio I
138 - 142: Higino
125 - 138: Telésforo
116 - 125: Sisto I
107 - 116: Alexandre I
101 - 107: Evaristo
90 - 101: Clemente I
79 - 90: Anacleto (ou Cleto)
64 - 79: Lino
33 - 64: Pedro Apóstolo



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