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CLÉRIO JOSÉ BORGES DE SANT´ANNA                                             VOLTAR


PALÍNDROMO
Bifrentes ou Anaciclicos

Palíndromos, também denominados no Brasil de bifrentes ou, às vezes, anacíclicos, são palavras ou frases que podem ser lidas da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda. Podemos dizer que o palíndromo, comparado à frase comum, é como um bilhete de ida-e-volta.

Nos Palindromos não se toma conhecimento de acentos, pontuação ou espaços.

A palavra é clássica, de origem grega: PALIN, novo, mais DROMO, que significa percurso, circuito, corrida.
Palin (novo). Dromo (percurso, circuito).
Assim, pode-se dizer que palíndromo significa correr ou andar para trás de novo.

Diversas personalidades são autores de palíndromos. A música Irene ri, de Caetano Velloso é um palíndromo. Millôr Fernandes, tem vários como: Olá, galo; A mala nada na lama; A grama é amarga; Amassa, má.

Um dos palíndromos mais conhecidos no Brasil é: Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos! Há também outro bastante conhecido: Roma me tem amor.

Acima artigo da professora Eliana Palma, sobre Palíndromos, publicado na Revista Tradição, (editor, Jorge Fregadolli), da Cidade de Maringá, Paraná.

Há ainda algumas palavras que lidas ao contrário formam outra palavra, porém não devem ser consideradas palíndromos, como: EVA, MISSA, LUAR, RARO, RAMA, ATOR, EMA, AMORA, SOLAR.

Existe uma grande quantidade de palíndromos em português. O pesquisador Eno Teodoro Wanke, no seu livro Palíndromos (1995), registrou 3.652 deles.

Ana, por exemplo, é um nome palindrômico.

Palíndromos também podem ser chamados de anacíclicos, ou seja, que voltam em sentido inverso, que refazem inversamente o ciclo.

Alguns especialistas atentam para não confundirmos versos sotádicos com palíndromos. Os versos sotádicos são aqueles que lidos da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda, também não alteram seu sentido, como por exemplo: Infelizmente morreram todos = Todos morreram infelizmente

O palíndromo configura-se em uma das muitas maneiras de se interagir com a palavra e estaria presente inclusive nas Sagradas Escrituras, quando Adão teria dito sua primeira frase à Eva: MADAM, I'M ADAM (Senhora, eu sou Adão).

Um dos palíndromos mais antigos e conhecidos está em latim: SATOR AREPO TENET OPERA ROTAS (O lavrador diligente conhece a rota do arado). Este é considerado um palíndromo perfeito, pois pode ser lido em qualquer direção, inclusive de cima para baixo ou de baixo para cima. Observe:

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O maior palíndromo que se conhece é a palavra finlandesa SAIPPUAKIVIKAUPPIAS, de dezenove caracteres, que significa vendedor de soda cáustica. Já a palavra palindrômica mais extensa do nosso idioma é o superlativo de omisso, OMISSÍSSIMO.

Na construção de sentenças, versos e frases o exemplo tido como mais antigo do Brasil é: ROMA ME TEM AMOR. Depois deste, surgiram vários outros, dentre eles o conhecido: SOCORRAM-ME, SUBI NO ÔNIBUS EM MARROCOS. Outros dois palíndromos que chamam a atenção pela extensão, são:
- ME VÊ SE A PANELA DA MOÇA É DE AÇO MADALENA PAES, E VEM
- LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA ROMANA: ANIL É COR AZUL.

Existem palíndromos em outros idiomas, além dos já citados em português e inglês, tais como:

- Palíndromo em sueco: NI TALAR BRA LATIN (Vocês falam bem latim)

- Palíndromo em espanhol: SÓLO DI SOL A LOS ÍDOLOS (do argentino Juan Filloy)

- Palíndromo em francês: L'ÂME DES UNS IAMAIS N'USE DE MAL. (Larrousse du XX esiècle)

- Palíndromo em latim: ESOPE RESTE ICIET SE REPOSE (Petit Larousse)



Exemplos Clássicos de Palíndromos:
- OVO, OSSO, RADAR.
A frase:
- SOCORRAM-ME, SUBI NO ÓNIBUS EM MARROCOS.

Obs.: A mãe do Ator e Diretor de Cinema, Charles Chaplin, o eterno Carlitos, se chamava HANNAH... Um palíndromo...


Palíndromos retirados do Livro dos Palíndromos,
de autoria de Eno Teodoro Wanke,(foto), livro de 1995
OBS.: Nos Palíndromos não se toma conhecimento de acentos, pontuação ou espaços.


o azar é de razão

o açude da dedução

o alívio foi vilão

o âmago do gamão

Edu trivial,ai virtude

só tive evitos

só tapas e sapatos

só Dú leva veludos

só Dú lê para peludos

só citam ar, dramáticos

a diva ávida

raro corar

é só pose

ela trepa? aperta-le

ele verá!revele

adora ralar a roda

eu o terei ereto, ué

Edu rala, rude

age por tara trôpega

só te faz afetos

agora ele a roga

Eva é de ave, ave é de Eva

lâmina animal

luz azul

é duro o rude

eu? cave e evacue

a cova como cavoca

osso nosso

o demônio foi no medo

o réu que eu quero

o treco certo

o cu dá como caduco

só teres os ossos eretos

a base desaba

Edu, arfa da fraude

matem e remetam

revivo do viver

e cito idiotice



Livro Palíndromos, de Eno Teodoro Wanke, 1995



LISTA DE PALÍNDROMOS
Palavras colhidas em diversas fontes.

Uma palavra


aça
acaçá
Ada
afã
aia
ala
ama
Ana/anã
anilina
ara
arara
asa
ata
aviva
ele
esse
Kaiak®
mamam
matam
metem
oco
Omo®
osso
Oto
ovo
racificar
radar
reger
raiar
ralar
ramar
rapar
rasar
reler
reter
rever
reviver
rir
rodador
rotor
sacas
saias
salas
sanas(â)
sapas
seres
socos
sopapos
sugus®
Civic®

Nomes de pessoas


Ana
Bob
Ebbe
Elle
Eve
Hannah
Menem
Natan
Nayan
Neven
Oto
Otto
Renner
Mussum
Bauab

Nomes de lugares


Neuquén (Cidade argentina. Único palíndromo com a letra Q)
Mutum (Cidade mineira)
Acaiaca (Cidade mineira)

Anagramas

Atenção: Nem todos os anagramas formam palíndromos!


Ailen - Nélia
abas - sabá
acará - araçá
acém - Meca
aço - oca
Adnan - Nanda
ágil - liga
alas - sala
além - mela
Alani - inala
alô - olá
amam - mama
amor - Roma
amor - romã
amora - aroma
ame - ema
anal - Lana
anel - Lena
anelem - melena
anil - Lina
animal - lâmina
anis - sina
após - sopa
ar - rã
aram - Mara
arar - rara
arco - ocra
are - era
aro - ora
arroz - zorra
assam - massa
assim - missa
atar - rata
atem - meta
aterram - marreta
ator - rota
auge - égua
aval - lava
avaro - orava
ave - Eva
avo - ova
avó - ova
avô - ova
Avon® - nova
elo - olé
íris - siri
latem - metal
lavo - oval
Leonam - Manoel
lamina - animal
Marrocos - socorram
melar - ralem
meter - retem
ocas - saco
olor - rolo
orar - raro
ramos - somar
servil-livres

Duas ou mais palavras que não são anagramas nem formam frases


aceno boneca
acne penca
Anita latina
aperto trepa
laca bacal
ladra pardal
lama ramal
lata Natal
saca macas
subi no ônibus
rede ceder
rezar prazer
porta tropa prato parto optar rápto trapo

Frases


Frases que não são orações


A caca
A caça
A cama-maca
A dama
A droga gorda
A baba
A babá
A Lêda dela
A Lila
A mama
A mil... Baita...Katia B. Lima
A Rua Laura
Ada bêbada
Ada levada velada
Ada nada
Aí, Bia!
Ali, lado Dalila
Arara rara
É bebê!
Lima a mil
Luz azul
Luz a arara azul
O bobo
O dado
O dedo
O Lilo
O Lu nulo
O selo leso
A Sila lisa
O Silo liso
O trote torto
O vovô
Oi, raro horário!
Oi rato otário!
Ovos nele, Helen Sovo!
Ralo do dólar
Zé de Lima, Rua Laura, Mil e Dez
Aço Pipoca
Anita latina

Orações e frases maiores:


Rir, o breve verbo rir.
O lobo ama o bolo
A babá baba.
A base desatola calotas e desaba
A base do teto desaba (Rômulo Marinho))
A Capital. Lati paca (Eduardo Banks)
A cara rajada da jararaca
A dama admirou o rim da amada
A diva ávida, dádiva à vida (Rogério Duarte Filho)
A diva em Argel alegra-me a vida (Rômulo Marinho)
A droga do dote é todo da gorda (Rômulo Marinho)
A grama é amarga (Millor Fernandes))
A lupa pula (Catarina Lins)
A má (boa?) nova lê Bono: Nobel Avon a Obama (Leo Cunha)
A mala nada na lama (Millor Fernandes)
A miss é péssima!
Amarga-me a droga, a gorda é magra má (Rogério Duarte Filho)
Arroz é zorra
Acata o danado... e o danado ataca!
Acinte animal: aos sopapos, soa lâmina étnica. (Beto Furquim))
Acuda cadela da Leda caduca (Rômulo Marinho)
Até Reagan sibarita tira bisnaga ereta (Chico Buarque de Hollanda)
A Daniela ama a lei? Nada! (Marcelo Coimbra)
Adias a data da saída (Marcelo Coimbra)
Adias aérea saída. (Beto Furquim)
Ah, livre era papai noel, leon ia papar é ervilha. (Rogério Duarte Filho)
Ai, Ravel, arados, serrotes e torres, só Dara levaria (Marcelo Coimbra)
Ajudem Edu já!
Amarga é a maca - tira-a, Rita! cama é a grama... (Marcos Chrispim)
Ame a ema
Ame o poema
Amil, mera gula, é dia, ide alugar em Lima (Ândrey Galvão)
Amor, aniversário: só iras revi na Roma (Eduardo Banks)
Amor me açoda, aviva, adoça em Roma. (Beto Furquim)
Amora me tem aroma
Ana, case, esse é sacana
Ana lava Lana
Ana me rola, calor emana...
Ana (e Dari) irá reler Ari; ira de Ana. (Filipe Prates)
Ana Penélope arder a Lua acitore é erótica aula redra e pólen e pana. (Eduardo Banks)
Ande logo, ela vale o gol, Edna! (Marcelo Coimbra)
Anotaram a data da maratona
A pateta ama até tapa...
A porta rangia à ignara tropa
Após a sopa
A rara arara
Ararás. A cuca roda. Ata é bom semear. Assem-a sem ovo, mês a mês, sara. E mesmo beata, a dor, a cuca sarará. (Almi Cardoso da Silva)
Arfas a arar solos; rara, a safra. (Beto Furquim)
A Rita, sobre vovô, verbos atira (Rômulo Marinho)
A roda da Dora
Aro, fala oba idem*. Edu, tive o dna dum eco desse. Aí moço, toma. Zedi, pare de ler e vai, ide e levai. Daniel ei vai roda tu p*. Moço, o computador ia, vi ele inadiavel, e Edi ia ver ele de rapidez a moto. Comi a esse doce mudando e vi tu de media boa lá fora.(Ândrey Galvão)
Aroma. Me supus em amora. (Beto Furquim)
A sacada da casa
A semana toda lemos: só melado tá na mesa (Marcelo Coimbra)
Após a negra falarás: Sara Lafarge na sopa! (Euclides José Maciel Marques)
Assim a aia ia à missa (Millor Fernandes)
Assim a aluna anula a missa
Até na cana, to na Lua. Paul, anota na caneta(Ândrey Galvão)
A sogra má e amargosa
Atino?banana bonita.
Atlas, omissíssimo, salta. (Beto Furquim)
Ato idiota
Rabo do bar
A torre da derrota
Ave veloz o leve. Vá!
É a mateira Marieta mãe?
É cova! Puxa, amo tossir e ame! De o dna Rô! Mano, a Thaisi? Ah, tão namorando! É de mãe (risso). Toma, axu pá voce! (Ândrey Galvão Barbosa)
E Amaro? Faz a paz afora, mãe. (Bruno Prates)
E assim a missa é
E até o Papa poeta é” (Rômulo Marinho)
E Leda, sacana, ia na casa dele (Marcelo Coimbra)
Ema, só após merecerem sopa os ame. (Beto Furquim)
Ele padece da pele
E telas eram usadas à caneta até na casa da Sumaré, Salete!
E toma, leva, roda a missa. Reza fará prazer... e lave-me, ótimo é o demo, evite o azar, evite-se esse mês. Acorde pedroca sem esse (e se tive razão, e tive) o medo é o mito e me vale rezar para fazer assim. À Adorável, amo-te. (Rogério Duarte Filho)
É volitar ter a ave... Lico domina e lê. Ática, Ana Morale, a ti, Paolo, todavia, relê. Assinada, ela fala: ‘– Sai, cala, foge, retrata, vá, ó Satim! (repetem o nosso nome). Te permitas o avatar ter ego. Falácias, Alá, fale à Danissa!’ Ele, raiva do tolo, apita... Ela, romana, a cita. Ele, ânimo dócil... Eva, a retrátil, o vê! (Herbert Saavedra)
Em roda, tropa, após a sopa, à porta dorme (Rômulo Marinho)
Ésio, fale! Ela foi-se
És sapo? Passe
Eu, neto; vovô, tênue (Leo Cunha)
Eva, asse essa ave
Eva, asse e pape essa ave
Ias em missa? Logo o gol assim me sai... (Marcos Chrispim)
Fica fácil escrever palindromos com nomes próprios, como fazem Mezaf Omocso, Irporp Semon, Mocs Omord, Nila Prevercs e Lica Facif. (Rodrigo Marçal)
Laço bacana para panaca boçal (Rômulo Marinho)
Lá tá no novo; e sem o califa na fila come-se ovo no Natal. (Antonio Prates)
Lá tem metal.
Liga: se sobes sebos, és ágil. (Beto Furquim)
Livre do poder vil (Rogério Duarte Filho)
Luza Rocelina, a namorada do Manuel, leu na “Moda da Romana”: “Anil é cor azul”
Madam, I’m Adam
Maria, Selena e Anele saíram (Euclides José Maciel Marques)
Marujos só juram
Modo: som tiramos, somamos som a ritmos: o dom” (Rômulo Marinho)
Morram após a sopa marrom
Navio MOCS? Ueh, ta Matheus com o Ivan? (Ivan Souza de Andrade, para o filho, Matheus B.W.A)
O caso da droga da gorda do saco
O céu sueco
O Cid é médico
O da PUC o é: Ocupado (Pedro Palomino)
O Decamerão: are, Macedo (Eduardo Banks)
Ódio do doido!
O Gal. Leno Roca, à porta da cidade, a portador relata fatal erro da tropa e dá dica da tropa a Coronel Lago (Rômulo Marinho)
O galo ama o lago
O galo no lago
Oh nossas luvas avulsas, sonho... (Rogério Duarte Filho)
Oh, nó de Mara medonho!(Gletson Aguiar Martins)
Oi, rato otário
Oi! Leva arara? - Ave Lio!
O Ivan ama navio (Ivan Nicoli)
O lobo ama o bolo
O mito é ótimo
O pó de cocaína mata maníaco cedo, pô!
O romano acata amores a damas amadas e Roma ataca o namoro
Oslo: o clã é de álcool só (Leo Cunha)
O teu drama é amar dueto
O terrível é ele vir reto (Rômulo Marinho)
Oto come doce seco de mocotó (Rômulo Marinho)
Oto come mocotó
O treco certo
O vôo do ovo
Reverta é verbo, O vivo breve é, Sabe bem ama-lo o Lama, Me beba se é verbo vivo, O breve atrever. (Rogério Duarte Filho)
Rezar pro Pedro (morde por prazer). (Bruno Prates)
Rir, o breve verbo rir
Roda esse corpo, processe a dor!
Roma é amor
Roma me tem amor
Sá dá tapas e sapatadas
Saíram o tio e oito marias
Salta o Atlas
Seco de raiva, coloco no colo caviar e doces (Rômulo Marinho)
Sem o dote, é todo mês
Ser belo, lebres!
Soam-me ótimos os reversos: o mito em mãos!
Só com o tio somávamos oito moços (Rômulo Marinho)
Só Dnira mata tamarindos...(Gletson Aguiar Martins)
Socorram-me em Marrocos!
Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos!
Subi no ônibus
Tucano na CUT (Rômulo Marinho)
Zé de Lima, Rua Laura, mil e dez

Outros exemplos


Palavras


aba, acaiaca, Ada, ala, ama, amarram-a, Ana, anilina, ara, arara, asa, assa, ata, esse, iriri, mamam, matam, mapam, melem, metem, mexem, mirim, mutum, mussum, Natan, oco, omo, osso, oto, ovo, racificar*, radar, ralar, ramar, rapar, rasar, ratar, reler, Renner, reter, rever, reviver, rir, rotor, sacas, salas, seres, siris, saras, socos, sapas, solos, soros, seles, somavamos, somos, sugus, supus.
Racificar: Unificar raça.


avaro/orava. auge/egua. Edna/ande. apartas/satrapa. Raul/luar. amar/rama. roma/amor. ator/rota. servil/livres. Messias/saissem. missa/assim. atlas/salta. Ari/ira. Eva/ave. Avó/ova. Sapos/Sopas. sacos/socas. será/ares. raul/luar.

Frases e orações com simetria total (até nos espaços entre as palavras)


Acinte animal: aos sopapos, soa lâmina étnica. (Beto Furquim)
Adias aérea saída. (Beto Furquim)
Ame a ema.
Amor me açoda, e aviva, e adoça em Roma. (Beto Furquim)
Amor, me ama em Roma?
Ande, Edna.
Ante Atlas, Oto salta Etna
Após a sopa.
Arre! Sem o erre, o mês erra. (Beto Furquim)
Arfas a arar solos; rara, a safra. (Beto Furquim)
Assam a massa.
Assim a aluna anula a missa.
Atlas, omissíssimo, salta (Beto Furquim)
E assim a missa é.
Ai,é legal a geleia
Ema, só após merecerem sopa os ame. (Beto Furquim)
Eu, ué!
Eva, asse essa ave.
Liga: se sobes sebos, és ágil. (Beto Furquim)
Matem e metam. (Euclides José Maciel Marques)
Maus matutam, suam. (Beto Furquim)
Morram após a sopa marrom.
Omitiram radar marítimo.
Omito osso ótimo.
Oras e saro. (Guilherme Pedroso)
Os Maias saíam só. (Tulio)
Raul e Íris: após sopapos, sopa, siri e luar. (Beto Furquim)
Roma é amor.
Salta o Atlas.
Roma me tem amor.
Socorram-me Subi no onibus em Marrocos.
Somos seres, somos?!?! Seres somos !?!? (Paulo Cezar Antunes Junior)
SOS: somos sós
Zed lota o atol dez (Hemeterio)

Frases e orações com simetria parcial (não inclui os espaços entre as palavras)


Óto come doce seco de mocotó (Pedro Aranha)
Subi no onibus (Pedro Aranha)
A base do teto desaba. (Rômulo Marinho)
A diva ávida, dádiva à vida (Rogério Duarte Filho)
Ah, livre era papai noel, leon ia papar é ervilha. (Rogério Duarte Filho)
A cara rajada da jararaca. (Manu Lafer)
Acata o danado... e o danado ataca!
Acuda cadela da Leda caduca (Rômulo Marinho)
A dama admirou o rim da amada.
A Daniela ama a lei? Nada! (Marcelo Coimbra Furtado)
Adias a data da saída. (Marcelo Coimbra Furtado)
Adão, Tejo hereje, gere hoje toada. (pintado num muro da UFRJ)
A droga do dote é todo da gorda. (Rômulo Marinho)
A diva em Argel alegra-me a vida. (Rômulo Marinho)
A grama é amarga. (Millor Fernandes)
Ah, Caetano, e Leona te acha? (Ederson Dantas)
Ai, Ed... O Oto odeia! (Ederson Dantas)
Ai, Ravel, arados, serrotes e torres, só Dara levaria. Ela foi-se” (Marcelo Coimbra)
A ira cava na vacaria.(Glétson Aguiar Martins)
A mala nada na lama. (Millôr Fernandes)
A lua panamenha agita, fatiga. Ah! Nem Ana Paula...(Noguerol)
Amada rapariga agira para dama.
Amarelo cadaver tá; é a treva da cólera má. (Manu Lafer)
Amarga é a maca - tira-a, Rita! Cama é a grama... (Marcos Chrispim)
Amarga-me a droga, a gorda é magra má. (Rogério Duarte Filho)
Ame o poema.
A miss é péssima!
Amora me tem aroma.
Amor é de Roma. (Iuan Melo Meirelles)
Ana, case, esse é sacana.
Ana (e Dari) irá reler Ari; ira de Ana. (Filipe Prates)
Ana lava Lana.
Anali amada dama ilana. (Ada Jéssica da Silva)
Ana me rola, calor emana...
Ande logo, ela vale o gol, Edna! (Marcelo Coimbra)
Anotaram a data da maratona.
A pateta ama até tapa...
A porta rangia à ignara tropa.
A rara arara.
Ararás. A cuca roda. Ata é bom semear. Assem-a sem ovo, mês a mês, sara. E mesmo beata, a dor, a cuca sarará. (Almi Cardoso da Silva)
A Rita, sobre vovô, verbos atira. (Rômulo Marinho)
Arroz é a mata, mãe zorra! (Herbert Saavedra)
A sacada da casa.
A semana toda lemos: só melado tá na mesa. (Marcelo Coimbra)
Após a negra falarás: Sara Lafarge na Sopa! (Euclides José Maciel Marques)
Assim, a sopa só mereceremos após a missa.
Assim a aia ia à missa. (Millor Fernandes)
Assim a diva Ana Rita, em Roma, amor me atira, na ávida missa.
Até Reagan sibarita tira bisnaga ereta.
Ato idiota.
A torre da derrota.
Auê só nos EUA! (Hemeterio)
Ave veloz o leve. Vá!
A vida é a diva!
Bola de tênis, sinete da LOB. (Bruno Prates) [LOB é uma academia de tênis no Rio de Janeiro]
E Amaro? Faz a paz afora, mãe. (Bruno Prates)
É a mateira Marieta mãe?
E até o Papa poeta é.” (Rômulo Marinho)
É a vossa meta mor: amarga, letal, amável. Lá ele murmurou que todo amor eu quero. Mão do teu quorum. Rum é leal. Leva mala, tela, grama... Roma, temas, sova é! (Herbert Saavedra)
E Leda, sacana, ia na casa dele. (Marcelo Coimbra)
Em roda, tropa, após a sopa, à porta dorme.” (Rômulo Marinho)
E dá dica, dona Issa, com amigos: “Amo-te!” E toma só Gim.Amo Cassiano da cidade!” (Estêvão Queiroga)
Ele padece da pele (Ana Julia Licio).
- E nota Leda? Ávida, dá remédio. Dose por dose divide. Divide só, Dr. O pé só dói. De mera dádiva a delato, né? (Estêvão Queiroga)
Esse sai. Opa! E me apóias esse! (Ederson Dantas)
És sapo? Passe.
Eva, asse e pape essa ave.
E toma, leva, roda a missa. Reza fará prazer... e lave-me, ótimo é o demo, evite o azar, evite-se esse mês. Acorde pedroca sem esse (e se tive razão, e tive) o medo é o mito e me vale rezar para fazer assim. À Adorável, amo-te. (Rogério Duarte Filho)
“É volitar ter a ave... Lico domina e lê. Ática, Ana Morale, a ti, Paolo, todavia, relê. Assinada, ela fala: ‘– Sai, cala, foge, retrata, vá, ó Satim! (repetem o nosso nome). Te permitas o avatar ter ego. Falácias, Alá, fale à Danissa!’ Ele, raiva do tolo, apita... Ela, romana, a cita. Ele, ânimo dócil... Eva, a retrátil, o vê!” (Herbert Saavedra)
Ias em missa? Logo o gol assim me sai... (Marcos Chrispim)
Laço bacana para panaca boçal. (Rômulo Marinho)
Lá Renê gorava o avaro general. (Eduardo Vidili)
Lá tá no novo; e sem o califa na fila come-se ovo no Natal. (Antonio Prates)
Lá vou eu em meu eu oval. (Marina Wisnik)
Amada data, cera é ter ré da vela: leva, derrete a recatada dama. (Manu Lafer)
Livre do poder vil (Rogério Duarte Filho)
Livros - se for pagar, traga professor vil. (Laerte Coutinho)
Luza Rocelina, a namorada do Manuel, leu na 'Moda da Romana': 'Anil é cor azul.' (Bocage)
Luz azul
Maria, Selena e Anele saíram (Euclides José Maciel Marques)
Mari, Rose, Ari e Ed adiavam, sem a mesma vaidade e ira, e só riram.(Túlio F.T.de Sousa)
Marujos só juram
Me vê se a panela da moça é de aço, Madalena Paes, e vem.”
Missa. A atam na luz. Alá fala: Fá-la, Zulan, mata-a, assim! (Herbert Saavedra)
Moça morde Pégasus e Jesus? Age, Pedro maçom! (Eduardo Vidili)
Modo: som tiramos, somamos som a ritmos: o dom.” (Rômulo Marinho)
Morra, mata marrom! (Larissa Bontempi)
O caso da droga da gorda do saco.
O céu sueco.
O Cid é médico.
Ódio do doido!
O Gal. Leno Roca, à porta da cidade, a portador relata fatal erro da tropa e dá dica da tropa a Coronel Lago. (Rômulo Marinho)
O galo nada no lago. (Sergio Alberto Schneider)
O Ivan a ama à navio... (Ivan Souza de Andrade)
Oi, rato otário.
Oi,Val! Fez o ovo do vô, o Zé Flávio? (Flávio Bueno Marcondes Oliveira)
Olá Valor, eu quero lavá-lo (Rogério Duarte Filho)
Oh nossas luvas avulsas, sonho... (Rogério Duarte Filho)
O lobo ama o bolo.
O mito é ótimo.
Ô gela gema, ame galego! (Glétson Aguiar Martins)
O pó de cocaína mata maníaco cedo, pô!
Oro e temo meteoro. (Glétson Aguiar Martins)
O romano acata amores a damas amadas e Roma ataca o namoro.
O teu drama é amar dueto. (Rômulo Marinho)
Ota, o ator, trota o ato (Hemeterio)
Òto, come ovo e mocotó (Heumesmo)
O terrível é ele vir reto. (Rômulo Marinho)
Oto come doce seco de mocotó. (Rômulo Marinho)
O treco certo.
O vôo do ovo.
Lê:tapa,raso,sarapatel! (Glétson Aguiar Martins)
Só Ivan, o tio, é dono de oito navios. ( Antônio José de Carvalho)
O corte dói, dê-me remédio de trôco. (Antônio José de Carvalho)
Roma se doa toda à ira, Maria, adota o desamor. (Antônio José de Carvalho )
O Narciso é livre, servil é o sicrano. (Antônio José de Carvalho)
O mito é ele Pelé, e ótimo. (Antônio José de Carvalho)
Nos dê o gol logo, Edson. (Antônio José de Carvalho)
Saltar o meteoro é temor, Atlas. (Antônio José de Carvalho)
Raoni, tal psicose... peso cisplatino, AR. (pintado num muro da UFRJ)
Reter e rever para prever e reter. (Rômulo Marinho)
Reverta é verbo, O vivo breve é, Sabe bem ama-lo o Lama, Me beba se é verbo vivo, O breve atrever. (Rogério Duarte Filho)
Rezar pro Pedro (morde por prazer). (Bruno Prates)
Rir, o breve verbo rir.
Roda esse corpo, processe a dor!
Rô! Sono do cubano Nabucodonosor.(Glétson Aguiar Martins)
Roma me tem amor.
Sá dá tapas e sapatadas.
Saíram o tio e oito Marias.
Seco de raiva, coloco no colo caviar e doces. (Rômulo Marinho)
Sem o dote, é todo mês.
Só com o tio somávamos oito moços. (Rômulo Marinho)
Soa como caos
Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos!
S.O.S., seres matam seres sós! (Paulo Cezar Antunes Junior)
Subi no ônibus.
Tucano na CUT (Rômulo Marinho)
Vi Êmulo vetar até volume IV. (Rômulo Marinho)
Zé de Lima, rua Laura, mil e dez.
A gorda não voa na droga! (Luiz Pedro)
Neda Lnib ama só Osama Bin Laden. (Glétson Aguiar Martins)
Só metemos. (Pedro Augusto Chizzolini Lonel)
Uruburetama ama Teruburu. (Glétson Aguiar Martins)

Poesias


Haikai (Beto Furquim)
Aroma.

Me supus em

amora.


Doublet palíndromo (Beto Furquim)

CAIA

CAIBA

SAIBA

SAIA OU SELA

SALA

SELVA

SEIVA

SERVA

SERRA

SERRE

SERVE

SERVI

SERVIL

SERVIS

SERVES

VERVES

VERDES

PERDES

PERDAS

MERDAS

MORDAS

MORRAS

MOURAS

LOURAS

LAURAS

LAVRAS

LAVRES

LIVRES

Em outras línguas


Em alemão


Ein Esel lese nie. (Um burro nunca lê.)
Ein Neger mit Gazelle zagt in Regen nie. (Um negro com uma gazela nunca se desespera na chuva.)

Em dinamarquês


Den ret tapre Knud Åge i Egå dunker patter ned.
Den laks skal ned.
Damejer Nis Berg greb sin rejemad.
Elsa har fat i Rita fra Hasle.
Lås oksemaden ned og giv Viggo denne dameskosål.
Degnene traf i farten en ged.
Tre negre med fane, en af dem er genert.
Selmas lakserøde garagedøre skal samles.
Trolde med lort.

Em Espanhol


¿Acaso hubo búhos acá? (Juan Filloy)
Adivina ya te opina, ya ni miles origina, ya ni cetro me domina, ya ni monarcas, a repaso ni mulato carreta, acaso nicotina, ya ni cita vecino, anima cocina, pedazo gallina, cedazo terso nos retoza de canilla goza, de pánico camina, ónice vaticina, ya ni tocino saca, a terracota luminosa pera, sacra nómina y ánimo de mortecina, ya ni giros elimina, ya ni poeta, ya ni vida. (Ricardo Ochoa)
Allí por la tropa portado, traído a ese paraje de maniobras, una tipa como capitán usar boina me dejara, pese a odiar toda tropa por tal ropilla. (Luis Torrent)
Alli tape Menen esa patilla. (Juan Filloy)
¿Anás usó tu auto, Suzana?
Atale, demoniaco Cain, ó me delata! (Julio Cortázar)
Ateo por Arabia iba raro poeta. (Juan Filloy)
Dábale arroz a la zorra el abad.
Nada, yo soy Adán. (Guillermo Cabrera Infante)
Noel ama como camaleón. (Juan Filloy)
Salta Lenin el Atlas. (Julio Cortázar)

Em finlandês


Aattona Jania aina janottaa.
Aatu osaa soutaa.
Allill´ on tilit nollilla.
Asko, anna oksa!
Assi, köytä työkissa!
Atte-kumiorava, varo imuketta!
Autioitua
Emman amme.
Saippuakivikauppias (vendedor de soda cáustica)
Saippuakauppias.(vendedor de sabão)

Em francês


Tu l'as trop écrasé, César, ce Port-Salut ! (Victor Hugo)
La mère Gide digère mal. (Louis Scutenaire)
Léon, émir cornu, d'un roc rime Noël. (Charles Cros)
En gabbro, l’ammonite y écrase ce grès ému! Apte, Eve retire ta lame-égide (retirons nase et nom rusé d’or). Belle, elle usa ce lied à érosion. Nifé, le miasme nacra et Lucette dévalisa le cerf folié. Cargneule (ici tuf et là sableur), ce lassi fêlé cède un ave grenu et un imam-gamelle bâté. Eric élime un axe docte. Crétacé de crin et alu : essorez ! Sélène malien rétamé, Marc sort erse (Lisa, sédative, nia). Brune dolérite nue et opale, Rita te porte le mas. Un (isocèle, tracé, dégrossi) engin turbine la pinède. Ce val à l’Etna, tu mêlas. Anna y créma la divergence mêlée, le mec nègre vida la mer cyan. Nasale mutante, la lave cède : Ni pâle, ni brut, ni gneiss... Orge de carte, le cosinus a mêlé trop et a tiré la potée. Un étiré loden urbain évita des asiles rétros. Cramé, materné, il amène les zéros. Seul à tenir ce déca-tercet, codex à nu, Emile cire et Abel, le magma, minute un erg. Eva, nue, décèle fissa ! Le cruel basalte fût ici élu en grâce. Il offre cela si la vedette culte (arc à nems) aime le finnois. Oréade, île casuelle, elle brode, surmontée sans norite. Rédigée, ma latérite rêve et paume Serge. César, ce yeti, nomma l’Orb bagne.

Em húngaro


Néma mén.
Edit, ide! (Sóti György)
Kerek erek.
Komor romok.
A Kupa apuka.
Dávid sógorom morog ósdi vád.
Réti pipitér.
Életem Etelé.

Em inglês


Able was I ere I saw Elba (frase que poderia ter sido dita por Napoleao depois de derrotado em Waterloo)
A man, a plan, a canal, Panama!
Cigar? Toss it in a can, it is so tragic.
Dennis and Edna sinned.
Doc, note, I dissent: a fast never prevents a fatness; I diet on cod.
God, no evil, live on dog.
I love me, Vol I.
I roamed under it, a tired nude maori.
Lewd did I live & evil I did dwel.
Madam, I'm Adam.
Mad as Sadam. (Cassiano Leonelli e Estêvão Queiroga)
Stop no top a pot on pots
Sums are not set as a test on Erasmus.
Was it a car or a cat I saw?
Not a hero wore hat on

Em italiano


Arte tetra
E la morta aveva atro male
E nei peccati, vitacce piene
E se noi amiamo vortici? Trovo mai maionese
O soriano, utile li', tuona iroso!
Ira m'aizza: cazzi amari!
E noi? Or toso Roma, Omar! Lisa, godi? Caos, oro dosagli. Raro vi da' velo, vela, e di alloro! Calarono, Sisifo, piallai. L'italo, ville! Bacco, bidonalo. Vidi casa, Giamaica, bello! Fotte tetto folle. Bacia, ma i gas acidi volano di bocca, belli volatili, alla ipofisi sonora. La corolla ideale voleva divorar. Il gas odoroso (acido gas), il ramo amoroso, troione!

Em Latim

Um famoso palíndromo bi-dimensional, também conhecido como quadrado mágico, quadrado latino ou fórmula Sator Quadrado Sator), é uma inscrição latina que foi encontrada nas ruínas de Herculano e Pompeia. (Sua tradução é disputada, mas duas das alternativas propostas são: O semeador Arepo conduz cuidadosamente o arado e O criador mantém o mundo em sua órbita). Observe que o quadrado é absolutamente simétrico - pode ser lido da esquerda para a direita, da direita para a esquerda, de cima para baixo e de baixo para cima.



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In girum imus nocte et consumimur igni. (Giramos a noite e somos consumidos pelo fogo.)
Roma tibi subito motibus ibit amor. (Em Roma o amor lhe virá de repente)
Odo tenet mulum, madidam mappam tenet Anna; Anna tentet mappam madidam, mulum tenet Odo. (Odo tem uma mula, Ana tem um guardanapo úmido; Ana tem um guardanapo úmido, Odo tem uma mula.) (William Camdem)

Língua polaca - Polaco


Kobyla ma maly bok.
Zakopane na pokaz.
Moze jutro ta dama da tortu jezom.
Wól utyl i ma mily tulów.
Jokata mazor rozamatakoj. (Beto Furquim)

Em sueco


Adolf i Paris rapar sirap i Floda.
Du har bra hud.
Nej, leta i ateljen.
Ni rakar bra Karin.
Ni talar bra latin.
I Reval sitta ni alla inatt i slaveri.
Sirap i Paris.
God apa gavs galna anlag svag apa dog.
Dromedaren Alpotto planerade mord.
Flyg mot dem med tom gylf.

Língua turca - turco


Elini aça aça inile.
Tasarida radar, adi rasat.
Ulu eli milatlik anam; az namazlik zaman ara,namaz kil zaman zaman; akil talim ile ulu.
Kahreyleme emel yer hak.
Mekanizasyon oysa zina kem.
Rulo teleksi. Anayasa sayana iskelet olur.
Adnan Isa, bak! En iyi ve az eczane, ev ve en az cezaevi yine kabasinan'da.
Alarak elisi kazak, is ile karala.



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