Pastoral Familiar. Paróquia de São José Operário, Carapina!
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CLÉRIO JOSÉ BORGES DE SANT´ANNA                                             VOLTAR

 

PASTORAL FAMILIAR


Pastoral Familiar - Paróquia São José Operário
Carapina - Serra - Espírito Santo - Brasil

A PASTORAL FAMILIAR é a ação que se realiza na Igreja, com a Igreja e pela Igreja, de forma organizada, planejada, revisada, através de agentes específicos, com metodologia própria, tendo como objetivo a proclamação da Boa Nova do matrimônio e da família, oferecendo instrumentos pastorais a todas as famílias, mesmo às famílias irregulares, visando a transformação da sociedade e a conversão das pessoas.

O que é Pastoral Familiar? Função Social da Família
Pastoral na Secretaria
de Promoção Social - 2005
Fotos do Encontro do Setor 1,
em Eurico Salles - 2005
Fotos do Retiro de Confraternização
e Avaliação, em Carapebus, em 2004
Relação dos participantes
do Retiro de 06/11/2004



Retiro de Confraternização e Avaliação da Pastoral Familiar [06.11.2004]
Local: Casa de Retiro - Rua Jacarandá, Balneário de Carapebus, Serra, ES
Horário: De 08.00 às 17,00 horas

Equipe Paroquial de Pastoral Familiar - Paróquia São José Operário - Carapina, Serra, ES

Participantes do Evento:
1 - Rogério Antônio Oliveira Batista - Comunidade Santo André - Coordenador Geral
2 - Rúbia Jardim Batista - Comunidade Santo André - Coordenadora
3 - Rodrigo Jardim Batista - Comunidade Santo André
4 - Roger Jardim Batista - Comunidade Santo André
5 - Aureliano Francisco de Paula - Comunidade Sagrado Coração de Jesus
6 - Miguel C. de Moura - Comunidade Imaculada Conceição
7 - Natalina D. do Nascimento - Comunidade São João Batista
8 - Janeide Pereira - Comunidade São João Batista
9 - Alarico Nunes - Comunidade São João Batista
10 - Edilson Pereira Ramos - Comunidade São Sebastião
11 - Francielly da Silva - Comunidade São Sebastião
12 - Danielly da Silva - Comunidade São Sebastião
13 - Adilson Saith - Comunidade Santíssima Trindade
14 - Vilma Lenira Sant Anna - Comunidade Santíssima Trindade
15 - Maria de Lourdes Rebuli Santos - Comunidade Nossa Senhora de Fátima
16 - Arildo dos Santos - Comunidade Nossa Senhora de Fátima
17 - Maria da Penha Thomes Batista - Comunidade Santo Antônio
18 - Ademar Lacerda de Amorim - Comunidade São Sebastião
19 - Creuza de Amorim - Comunidade São Sebastião
20 - Thony de Amorim - Comunidade São Sebastião
21 - Nadiely de Amorim - Comunidade Sãso Sebastião
22 - Geraldo do Carmo Apolinário - Comunidade Divino Espírito Santo
23 - Hildamar B. Ribeiro - Comunidade
24 - Jocélio Carvalho da Silva - Comunidade
25 - Josiane Carvalho da Silva - Comunidade
26 - Maria Helena de A. Moura - Comunidade
27 - Ana Maria F. Côco - Comunidade Nossa Senhora da Saúde
28 - Luzia Zandonadi Costa - Comunidade Santa Terezinha
29 - Evelin Simoni A. da Silva - Comunidade São Sebastião
30 - Igrid E. Nunes - Comunidade São Sebastião
31 - Arildo Queiroz da Conceição - Comunidade Nossa Senhora Aparecida (Diamantina)
32 - Manoel Mariano do Monte - Comunidade São Daniel Combone (Cidade Continental)
33 - Zenaide Emília Thomes Borges - Comunidade São Paulo Apóstolo (Eurico Salles)
34 - Clério José Borges de Sant Anna - Comunidade São Paulo Apóstolo (Eurico Salles)
35 - Flávia Campos de Freitas - Comunidade São Sebastião
36 - Beatriz Campos de Freitas - Comunidade São Sebastião
37 - Maria Nunes de Almeida - Comunidade São sebastião
38 - Deusdiane A. de J. de Almeida - Comunidade São Sebastião
39 - Maria de Jesus C. Monte - Comunidade Daniel Combone
40 - Juliana dos Santos Passos - Comunidade Santo André

Animação:
Rodrigo Jardim Batista - Violão e Cantor - Comunidade Santo André

Juliana dos Santos Passos - Cantora - Comunidade Santo André

Acompanhamento Pastoral:
Padre Joaquim

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Pastoral Familiar
FOTOS DO RETIRO DE CONFRATERNIZAÇÃO E AVALIAÇÃO
Dia 06/11/2004 - Balneário de Carapebus - Serra - ES

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Conheça o Site da Pastoral Familiar/CNBB


O que é Pastoral Familiar?

Pastoral é uma palavra derivada de Pastor, indica ação de cuidar, conduzir, orientar, vigiar o rebanho.
A PASTORAL FAMILIAR é a ação que se realiza na Igreja, com a Igreja e pela Igreja, de forma organizada, planejada, revisada, através de agentes específicos, com metodologia própria, tendo como objetivo a proclamação da Boa Nova do matrimônio e da família, oferecendo instrumentos pastorais a todas as famílias, mesmo às famílias irregulares, visando a transformação da sociedade e a conversão das pessoas.

A Pastoral Familiar trabalha com cursos de noivos tentando preparar os casais para vida matrimonial e também com cursos de legitimação. Estamos tentando resgatar valores que foram perdidos, e que são importantes para vida familiar, tais como dialogo, conhecimento do outro e de si mesmo e o exercício da sexualidade, entre outros. Infelizmente alguns valores foram esquecidos ou foram deturpados pela sociedade e pelos meios de comunicação (novelas, filmes, etc). A sociedade passa hoje por difíceis situações como aumento da criminalidade e o aumento de mães solteiras que em grande parte são menores de idade e que não tiveram o apoio de uma família cristã, infelizmente que foram educadas por esta mesma sociedade que esqueceu os valores familiares, por esta sociedade que incentiva a pratica sexual para as pessoas e que não mostra as conseqüências que virão com seus atos. As Pastorais Familiares e principalmente a nossa sociedade precisa "conscientizar os noivos a optarem livre e conscientemente pelo sacramento do matrimonio, que se baseia no amor cristão conjugal e familiar para a evangelização da sua família e das famílias pela família" (GUIA DE PREPARAÇÃO PARA VIDA MATRIMONIAL).

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FUNÇÃO SOCIAL DA FAMÍLIA



FUNÇÃO SOCIAL DA FAMÍLIA
NO NOVO CÓDIGO CIVIL
Texto de Miguel Reale, jurista, filósofo

É sabido que a maioria das alterações pertinentes ao Direito de Família, no novo Código Civil, provém da Constituição de 1988, a qual determina a igualdade absoluta dos cônjuges e dos filhos, não havendo mais diferenças de direitos e deveres entre o marido e a mulher, bem como entre os filhos havidos ou não da relação de casamento, ou por adoção, tendo os mesmos direitos e qualificações, proibidas quaisquer designações discriminatórias relativas à filiação.
Também no que se refere à guarda, manutenção e educação da prole, são estabelecidas normas bem diferentes das vigentes na legislação anterior. Em primeiro lugar, desaparece a figura do "pátrio poder", o qual, por proposta por mim formulada, passa a denominar-se "poder familiar", que cabe igualmente a ambos os cônjuges. Havendo divergência, qualquer deles poderá recorrer ao juiz, que decidirá tendo em consideração tanto os interesses do casal como dos filhos.
Dissolvida, hoje em dia, a sociedade familiar, observar-se-á o que os cônjuges acordarem sobre a guarda dos filhos e, se não houver acordo, será ela atribuída a quem revelar melhores condições para exercê-la.
Nessa matéria é atribuído grande poder ao juiz, o qual, havendo motivos graves, poderá, em qualquer caso, a bem dos filhos, regular de maneira diferente da prevista no código a situação deles para com os pais. Acima, pois, da vontade destes prevalecerá, por decisão do juiz, o que foi entendido mais conveniente à prole. À vista de tais disposições, poder-se-á dizer que o direito familiar atende, concomitantemente, a laços biológicos e sociais, tendo em vista os interesses dos filhos.
Em virtude dessa função social da família - que a Constituição considera "base da sociedade" -, cabe ao juiz o poder-dever de verificar se os filhos devem permanecer sob a guarda do pai ou da mãe, atribuindo a guarda a pessoa que revele compatibilidade com a natureza da medida, de preferência levando em conta o grau de parentesco e relação de afinidade, de acordo com o disposto na lei específica, ou seja, o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n.º 8.069, de 13 de julho de 1990).
Tão forte é a compreensão social da família que o juiz, atendendo a pedido de algum parente ou do Ministério Público, poderá suspender o poder familiar se o pai ou a mãe abusar de sua autoridade, faltando aos deveres a ele inerentes, ou arruinando os bens dos filhos, e adotar a medida que lhe pareça reclamada pela segurança do menor e seus haveres.
É em função dos princípios de socialidade e eticidade que se passou a regular, com novo espírito, a questão de alimentos no seio das entidades familiares. Segundo o novo Código Civil, os parentes, os cônjuges ou companheiros "podem pedir uns aos outros os alimentos de que necessitem para viver de modo compatível com a sua condição social, inclusive para atender às necessidades de sua educação". Não podia ser mais amplo o reconhecimento do direito a alimentos, "que devem ser fixados na proporção das necessidades do reclamante e dos recursos da pessoa obrigada", o que significa que o legislador, ao invés de recorrer a critérios quantitativos, preferiu situar a questão em função das circunstâncias socioeconômicas em que se encontrarem os interessados.
Estabelecido esse critério social, não se deixa, porém, de atender a razões de eqüidade ao fixar que os alimentos serão apenas os indispensáveis à subsistência, quando a situação de necessidade resultar da culpa de quem os pleiteou, o que demonstra o equilíbrio com que se disciplinou essa matéria.
É com esse balanceamento de valores que também se prevê a dívida por alimentos quando quem os pretende seja desprovido de bens suficientes à própria manutenção, nem pode adquiri-los por seu trabalho, mas é estatuído que não haverá obrigação de prestar alimentos se, com eles, o reclamado venha a ser desfalcado do necessário a seu sustento. Note-se que o dever de prestação de alimentos é recíproco entre pais e filhos, sendo extensivo a todos os ascendentes, "recaindo a obrigação nos mais próximos em grau, uns em face dos outros. Na falta de ascendentes, cabe a obrigação aos descendentes, guardada a ordem de sucessão, e, faltando estes, aos irmãos, assim germanos como unilaterais".
Como se vê, a família é disciplinada na plenitude de sua função social, abrangendo, em se tratando de dever de alimentos, os irmãos de quem sejam eles reclamados. Por outro lado, é com a devida cautela que se estatui que, fixados os alimentos, podem estes ser dispensados se sobrevier mudança na situação financeira de quem os supre ou, então, reduzidos de conformidade com as condições supervenientes, sempre a critério do juiz, o que impede que a suspensão ou a redução dos alimentos sejam decididas sem motivos plausíveis.
Pode-se dizer que, nessa ordem de idéias, o novo Código Civil não deixa lacunas, ao prever, por exemplo, que a obrigação de prestar alimentos se transmite aos herdeiros. Ademais, a palavra "alimentos" é tomada na mais ampla acepção, podendo tanto significar pagamento de uma quantia certa em dinheiro como conceder uma pensão alimentícia, ou dar hospedagem e sustento, sem prejuízo do dever de prestar o necessário à educação do alimentando.
Exemplo ainda da prudência legislativa empregada pelo codificador é a disposição segundo a qual, "para a manutenção dos filhos, os cônjuges separados judicialmente contribuirão, na proporção de seus recursos", ou, ainda, que um cônjuge pode pedir alimentos ao outro, conforme fixado pelo juiz, "caso não tenha sido declarado culpado na ação de separação judicial".
Onde, todavia, houve, a meu ver, inadmissível excesso de solidariedade é no parágrafo único do artigo 1.704, que permite pedido de alimentos pelo cônjuge declarado culpado, dispositivo este que não constava do projeto da comissão que tive a honra de presidir, e deveria ser suprimido.

Miguel Reale, jurista, filósofo, membro da Academia Brasileira de Letras, foi reitor da USP E-mail: reale@miguelreale.com.br Home pages: www.miguelreale.com.br e www.realeadvogados.com.br

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Uma Comissão da Pastoral Familiar da Paróquia São José Operário, de Carapina, Serra, ES foi recebida no dia 18 de Novembro de 2004, uma Sexta Feira, pela Secretária Municipal da Prefeitura da Serra, Dra. Nazare Liberato. Na ocasião o Coordenador Geral Rogério Batista, explicou as atividades da Pastoral realizada junto às Famílias e a Secretária prometeu ajudar...

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ENCONTRO DOS SETORES 1 E 2
DA PASTORAL FAMILIAR
Local: Comunidade São Paulo - Eurico Salles - Carapina - Serra - ES

Foi realizado no último sábado, dia 19 de março de 2005, o Encontro dos Setores 01 e 02 da Paróquia de São José Operário, na Comunidade de São Paulo, no bairro Eurico Salles, Carapina, Município da Serra, ES. O evento foi altamente prestigiado contando com a presença do Padre Pedro e representantes da Comunidade São Paulo, que saudou os visitantes através do animador Zeca.
O Encontro contou com palestras sobre Alcoolismo e Terceira Idade. A confraternização ocorreu no intervalo entre uma palestra e outra quando aconteceu um Lanche Partilhado. Abaixo as fotos do evento.

FOTOS DO ENCONTRO

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