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CLÉRIO JOSÉ BORGES DE SANT´ANNA                                             VOLTAR


O QUE É TURISMO ?

Segundo a Organização Mundial de Turismo, o Turismo compreende "as atividades que as pessoas realizam durante suas viagens e permanência em lugares distintos dos que vivem, por um periódo de tempo inferior a um ano consecutivo, com fins de lazer, negócios e outros."

Turismo constitui-se numa atividade econômica que pertence ao setor terciário e compõe se em um conjunto de serviços que se vende aos turistas.

Estes serviços constituem-se em: vias de acesso boas e bem sinalizadas, aos locais a serem visitados, transporte, meios de hospedagem, (hotéis, pensões, campings, pesque e pague, etc), gastronomia (alimentação), locais para compras e entretenimento. Tais serviços estão necessariamente interrelacionados de tal forma que a ausência de um deles pode inviabilizar a venda ou a prestação de todos os outros.

Turismo também é definido como um conjunto de atividades realizadas pelas pessoas durante viagens em diferentes lugares, que não o seu habitat, com a finalidade de lazer, negócios ou outros motivos.

Fazer turismo não é só pegar as malas e viajar, é muito mais que isto, é descobrir tudo o que é interessante e principalmente tudo que é diferente daquilo que estamos acostumados a fazer, ver, ouvir, comer, etc...

Fazer turismo é descobrir o que cada cidade, cada local visitado tem de especial, procurando não apenas monumentos e lugares históricos, mas principalmente a cultura, as festas e costumes do povo do local visitado.

Quando viajamos, somos recebidos em outra cidade, nos chamam de turistas. O turista está em busca de algo que possa ser acrescentado à sua experiência de vida e principalmente ser bem recebido e bem tratado pela população local.

A cidade ou local que recebe os turistas chama-se destino turístico. Seja um pesqueiro, um parque, um município a ser um destino turístico, se receber bem o turista, ele volta e traz mais pessoas.

Receber bem o turista significa ser educado e hospitaleiro, bem como oferecer informações corretas sobre a cidade, sobre os pontos turísticos a serem visitados além de manter a limpeza e boa sinalização turística para recebê-los.

Turismo é negócio, geração de renda e empregos diretos e indiretos, proporcionando também a interação e aproximação de pessoas de culturas e locais diferentes.


TURISMO CAPIXABA

Convento de Nossa Senhora da Penha, Vila Velha, ES, Brasil.


     SERRA                   Conceição da Barra                   Guarapari


Vitória, ES                                   Vila Velha, ES

O turismo no Espírito Santo está organizado em rotas turísticas. Caminhos que levam o visitante para desfrutar as delícias do litoral, do turismo religioso, náutico, ecoturismo e do agroturismo. Tudo começa pela capital Vitória, onde fica localizado o principal aeroporto do Estado, o Aeroporto Eurico de Aguiar Salles.

A dinâmica econômica de Vitória possibilita o turismo de eventos e negócios, o turismo náutico e gastronômico, com seus inúmeros restaurantes, onde o prato mais pedido é a moqueca capixaba. Vitória é conhecida como Ilha do Mel e possui um arquipélago composto por 34 ilhas e por uma porção continental. Outra especificidade da capital capixaba são seus 891,8 hectares de manguezais.

Vitória, a capital do Espírito Santo, tem as praias de Camburi e da Curva da Jurema como as melhores da Capital. Na capital capixaba, o sol brilha o ano todo, o que garante passeios agradabilíssimos nos calçadões da cidade. Já na vizinha Vila Velha, a praia da Costa, de Itapoã e de Coqueiral de Itaparica são os destaques. Em Guarapari, a praia da Areia Preta traz as famosas areias monazíticas, indicadas para o tratamento de pele e reumatismo.

O Espírito Santo possui cerca de 468km de litoral e suaves brisas, com vantagem de poder escolher uma praia bem do seu jeito. São mais de trinta praias em cerca de cem quilômetros de extensão da Grande Vitória.

O litoral capixaba é rochoso ao sul, águas azuis e transparente com falésias de arenito, e também na parte central, com grandes morros e afloramentos graníticos a beira mar, o litoral sul-central é muito recortado com muitas enseadas e baias protegidas por rochas e afloramentos rochosos a beira mar, é arenoso ao norte, com praias cobertas por uma vegetação rasteira e extensas dunas, principalmente em Itaúnas e Conceição da Barra.

Já ao Norte, possuem maiores extensões, mar aberto e águas mornas. Nossas praias são muitas, variando da menor e mais bucólica enseada para as praias com completa infra-estrutura, apropriadas para a pratica de esportes de areia e náuticos.


Relação das principais Praias Capixabas
mais freqüentadas por turistas

1. SÃO MATEUS

a) Praia de Guriri O litoral tem aproximadamente 41 quilômetros de praia e a área mais freqüentada pelos banhistas e turistas se encontra próximo ao Centro, cerca de 7 quilômetros de praia. O local é guarnecido por Guarda-Vidas localizados em mirantes. Para maior segurança, os banhistas e turistas devem frequentar estas áreas. A praia é situada em mar aberto com mudança constante da maré, onde forma vários buracos com fortes correntezas de difícil retorno. Os freqüentadores devem pedir informações aos guarda-vidas antes de entrar na água. Os pais e responsáveis devem tomar conta de suas crianças, pois, de acordo com estatísticas anteriores, o número de crianças perdidas é muito alto.

2. CONCEIÇÃO DA BARRA

a) Praia do Centro da Cidade Local tem ondas fortes e, devido ao trabalho de contenção da maré, várias pedras foram colocadas na orla aumentando o perigo. Os banhistas devem procurar locais providos de guarda-vidas.

b) Itaúnas

A caminho da praia existe uma ponte usada para transposição do Rio Itaúnas. Esse local oferece risco aos incautos que se aventuram nas águas do rio, que são quentes e escuras, mas que, de acordo com as condições da maré, apresentam forte correnteza.

3. ITAPEMIRIM

a) Rio Itapemirim Há buracos e correntezas intensas em alguns pontos, que costumam fazer vítimas.

4. ARACRUZ

a) Barra do Sahy O cuidado deve ser redobrado perto da foz do rio, devido a correnteza que pode arrastar os banhistas para o mar.

b) Praia de Santa Cruz Por estar localizada na foz do rio Piraqueaçu, área de manguezal, possui canal aberto para embarcações tornando-se, em algumas áreas, perigosa para banhistas.c) Barra do Riacho Por ser área de fluxo de embarcações pesqueiras e por ter sofrido obras de dragagem em função da construção do porto, possui áreas irregulares e profundas, não-indicadas para banho.

d) Praia do Sauê Os banhistas devem ter cuidado redobrado, pois apresenta algumas áreas com pedras.

5. FUNDÃO

a) Praia Grande Por apresentar área de aproximadamente 50 metros de área plana e de maré baixa após a margem, propicia que veranistas, mesmo não sabendo nadar, se afastem demais da faixa de areia, trazendo riscos de afogamento.

b) Foz do Rio Reis Magos O Rio Reis Magos separa Nova Almeida, no Município da Serra, de Praia Grande, no município de Fundão. A foz do rio é um trecho altamente perigoso, pois, dependendo das condições de maré, a forte correnteza pode provocar o aparecimento de valas onde anteriormente o banhista poderia atravessar o rio andando, ou seja, sem precisar nadar.

6. LINHARES

a) Lagoa Juparanã e Lagoa Nova O perigo é mais constante na água doce devido à dificuldade de flutuação, a ordem é só freqüentar as praias que possuem guarda-vidas e só entrar na água nas áreas demarcadas, que são próprias para os banhistas. Fora delas, os riscos são as embarcações e a profundidade, que pode chegar a dez metros.

b) Regência e Povoação É onde deságua o Rio Doce. A corrente é forte e pode levar o banhista para o fundo. As ondas são muitos fortes, sendo o local frequentado por surfistas. Os banhistas e turistas devem procurar locais guarnecidos por guarda-vidas.

c) Pontal do Ipiranga Situado a 60 quilômetros de Linhares, com ondas muito fortes que podem levar o banhista para o fundo. Os banhistas devem freqüentar locais guarnecidos por guarda-vidas.

d) Rio Uruçuaquara Fica a 20 quilômetros de Pontal do Ipiranga. O cuidado deve ser redobrado perto da foz do rio, pois a correnteza pode arrastar os banhistas para o fundo do mar. Existem também muitas pedras com ostras, o que acarreta perigo eminente de acidentes graves.

7. SERRA

a) Jacaraípe A praia tem ondas fortes e muitos surfistas. Os banhistas devem evitar ficar perto deles, pois as pranchas podem ferir as pessoas. Atenção também à correnteza de retorno, que formam os valões (depressões submersas, paralelas à faixa de areia, ao longo da praia) e as valas (depressões submersas, perpendiculares à faixa de areia).

b) Nova Almeida

Há rio perto. Quando a maré está vazando e a correnteza é muito forte, há perigo de o banhista ser levado pela correnteza.

c) Manguinhos

Praia de águas calmas e tranquilas em frente a Praça dos pescadores e do Restaurante Enseada de Manguinhos. Cerca de 1 quilômetro de praia. Depois deste local o Turista deve ter cuidado com Pedras de Corais. Entre Manguinhos e a Praia de Bicanga as ondas são fortes.

d) Bicanga

Praia com ondas fortes mas dá para dar um bom mergulho usando cautela.

e) Balneário de Carapebus.

Praia com ondas fortes. Recomenda-se muita cautela.

f) Praia de Carapebus.

Reduto dos militares de Minas Gerais por ter próximo uma área de colônia de Férias de uma Associação de Policiais de Minas Gerais. Em frente ao Restaurante Silva´s é o melhor local para ser frequentado pelos Turistas.

8. LAGOAS DA GRANDE VITÓRIA EM GERAL

Há risco de banhistas, que não sabem nadar, se afogarem, pois é mais difícil nadar na água doce, onde os nadadores se cansam mais rápido. Existe ainda o risco das pessoas prenderem-se na vegetação normalmente existente no fundo.

9. VITÓRIA

a) Curva da Jurema A praia tem buracos, que vão de 10 a 12 metros de profundidade. Quem cai neles e não sabe nadar muito bem acaba se afogando, pois não tem como pisar em algo para dar impulso e sair do lugar.

b) Praia de Camburi As ondas são fortes em determinadas fases da lua. Além disso, há as correntezas de retorno, que é o caminho pelo qual a água das ondas volta pelo mar. Dependendo da força dela, pode arrastar uma pessoa. Essas áreas podem ser identificadas mais facilmente. São os pontos onde o mar fica mais barrento.

10. DE VILA VELHA

a) Coqueiral de Itaparica O maior problema são as ondas fortes, que podem machucar o banhista. Também possui correntezas de retorno.

b) Barra do Jucu Além das ondas fortes, há o rio, que sempre indica perigo. Quando a correnteza está muito forte, o banhista pode ser arrastado para as partes mais profundas da praia.

c) Praia da Costa Perigo para os aventureiros. Próximo ao local onde ficam os barcos dos pescadores, os banhistas costumam pular na água. O hábito é um perigo, pois existem pedras no fundo e as pessoas podem bater a cabeça.

11. PIÚMA

Apesar das águas calmas e rasas, os turistas podem ter problemas com passeios longos. A 1,5 km da praia tem uma ilha, que muitos gostam de visitar. Na ida, geralmente, a maré está baixa e dá pra ir andando, mas na volta, a maré pode subir e pegar os desavisados de surpresa.

12. GUARAPARI

a) Praia do Morro Praia com extensão de aproximada 3.200m. A calmaria da praia incentiva as pessoas a se aventurarem a nadar, mas para aqueles que não possuem bom condicionamento físico passam mal e acabam se afogando.b) Praia das Castanheiras, Praia das Virtudes e Enseada Azul O banhista deve ter atenção às lajes de pedras em alguns pontos da Praia dos Namorados que é a continuação da Praia das Castanheiras, assim como também à mudança constante das condições do mar na Praia das Virtudes. Por se tratar de mar aberto e de águas calmas a Enseada Azul, que propicia a travessia de ponto a ponto, pode surpreender alguns banhistas que não conseguem completar o percurso.

c) Praia da Areia Preta É funda. Depois de uns três metros da areia, em alguns pontos, já não dá mais pé. Quem não sabe nadar não encontra o chão e acaba se afogando, relevo irregular e no período da tarde, a maré bate forte podendo surpreender os banhistas.

d) Praia de Setiba Praia de águas calmas, propícias para passeio de caiaques e pequenas embarcações, porém a desatenção pode levar ao praticante do esporte a ficar a deriva.

e) Pedreira Adventure Parque Local usado para prática de esportes radicais, Shows e eventos com uma área de aproximadamente 10.105 metros quadrados, sendo contemplado por uma piscina natural muito funda e paredões rochosos. A piscina tem um relevo irregular, onde as margens são oriundas de aterros rochosos que lhe confere uma profundidade significativa na sua margem. O uso do local para a prática de esportes radicais está proibido, porém o local ainda é utilizado para realização de shows e eventos, com presença de grande concentração de público, fato que confere ao local um histórico de acidentes aquáticos fatais em função da inobservância das medidas de seguranças instaladas para a proteção dos usuários do local.

13. ANCHIETA

a) Praia dos Castelhanos A grande quantidade de crianças que freqüentam a praia é sempre fator de preocupação, pois elas gostam de se aventurar nas pedras. Há o risco de escoriações, cortes e quedas que podem ser fatais.

b) Lagoa de Ubu De um lado ao outro tem aproximadamente 200 metros. Isso anima alguns a tentarem nadar de uma margem a outra. Mas quem não está fisicamente preparado acaba se afogando antes de completar a travessia.

f) Praia de Ubu A praia apesar de não ter ondas fortes e não muito extensa, é rica em arrecifes de corais em alguns pontos, um perigo para as pessoas que se arriscam em fazer caminhadas sobre as pedras.

14. MARATAÍZES

a) Praia Central Após a realização da obra de reurbanização da orla a praia dispõe de uma extensão de aproximadamente 3.000 m, com uma boa extensão de areia do calçadão até o mar, ondas não muito fortes, porém os banhistas se arriscam atravessando de píer a píer, nadando em local muito fundo e distante da costa.

b) Praia da Colônia Praia de aproximadamente 1.200m de extensão, com arrebentação próxima ao quiosque do Geredys, por se tratar de uma área aberta essas arrebentações tornase um perigo aos banhistas desavisados.

c) Praia da Cruz Após a primeira arrebentação, existe uma laje de pedra no fundo do mar, as correntes que ali atuam são influenciadas pelos ventos, a falta de atenção dos banhistas os levam contra as paredes de pedras laterais provocando alguns acidentes. Há ondas e as chamadas correntezas de retorno, por onde as águas voltam para o mar e puxam os banhistas para o fundo.

d) Praia da Barra Dois metros depois da linha da água começa a ficar fundo e os desavisados podem ter problemas, praia de mar aberto.

e) Lagoa do Siri Águas tranquilas, sem correnteza. Porém o fundo é enlameado, áreas de depressões e o maior perigo do local é o uso da ponte existente para saltos de mergulho, hábito de jovens.

15. PRESIDENTE KENNEDY

Os cuidados devem ser redobrados perto da foz do rio, pois a correnteza pode levar os banhistas para o fundo do mar


Região Serrana

Nas montanhas do Espírito Santo temos municípios que fazem parte das seguintes rotas: do Mar e das Montanhas, dos Vales e do Café, da Costa e da Imigração, Caminhos do Imigrante, do Caparaó e Rota Imperial. Entre as cidades localizadas nessas rotas, destacam-se Domingos Martins, Marechal Floriano, Venda Nova do Imigrante, Vargem Alta, Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Alfredo Chaves, Alegre e Santa Teresa.

Nesses municípios, o turista pode desfrutar do aconchego das montanhas com direito a lindas paisagens, pratos típicos e produtos do agroturismo. Quem gosta de um pouco mais de emoção, pode ainda praticar esportes de aventura como voo livre, rafting, trekking, escaladas, mountain bike, trilhas, entre outros.

A região das montanhas capixabas propõe o resgate histórico e o conhecimento de uma cultura peculiar trazida por imigrantes de distintos países. Os caminhos e a história traçados pelos imigrantes alemães e italianos são apresentados na região. Ao desbravar esse percurso, o visitante encontra cachoeiras, esportes e muita cultura.

Para ver e se divertir:

Rota do Mar e das Montanhas – Formada pelos municípios de Vitória, Viana, Domingos Martins, Marechal Floriano e Venda Nova do Imigrante. Aqui, destacamos:

Domingos Martins

A herança deixada pelos imigrantes alemães e também italianos é marcante na arquitetura e na culinária de Domingos Martins. O município, que acolhe os visitantes com um clima extremamente agradável, foi considerado pela Revista Quatro Rodas como um dos três melhores do mundo. A temperatura máxima é de 18 graus.

Atrativos turísticos

Eventos não faltam no calendário do município. Entre os mais famosos estão a Sommerfest, Festa da Imigração Alemã; Encenação da Paixão de Cristo, em Santa Isabel; Corpus Christi, em Paraju; Festival Internacional de Inverno; Encontro Internacional do Vinho e Festa do Morango; Pommerfest – festa pomerana em Melgaço; e Blummerfest – festa das flores.

Igreja Luterana: construída em 1866, é a primeira igreja evangélica do país a ter uma torre.

Museu Histórico e Casa de Cultura: retratam as colonizações alemã e italiana e expõem fotos, mobiliário colonial, quadros e objetos trazidos da Europa. Constam de seu acervo cartas e lembranças da visita do imperador D. Pedro II ao Estado, ligadas ao mártir Domingo José Martins.

Parque Estadual Pedra Azul: reserva natural com 1.240 hectares, compreende várias trilhas, fauna e flora bastante diversificadas. Nele está a Pedra Azul, que se destaca na paisagem com seus 1822 metros de altura. A Pedra Azul foi considerada pela ONU como o 3° melhor clima do mundo. Inclui ainda a Pedra das Flores, com 1.909m de altura e a do Lagarto.

Orquidário Kautsky: Reserva florestal, reúne 1.300 espécies de orquídeas e bromélias

Trem das Montanhas Capixabas - O trem das Montanhas Capixabas parte da estação ferroviária em Viana, passa pelo município de Domingos Martins e termina em Araguaia, no município de Marechal Floriano, em um percurso de 45 km em meio à serra do mar e com duração de mais ou menos 2h30min.

Marechal Floriano

Uma cidade cheia de histórias, que foram deixadas pelos imigrantes italianos e alemães. O município tem ótimas opções de lazer como os centros culturais e cachoeiras. A beleza das orquídeas deu a Marechal Floriano o apelido de cidade das Orquídeas. Além disso, as culinárias alemã e italiana são uma atração à parte, com seus deliciosos pratos típicos. A cultura dos povos que colonizaram o município é mantida com os grupos de dança e os corais, mostrando toda a alegria trazida por eles.

Atrativos turísticos

Igrejinha de Santo Antônio: construída de madeira em 1891 e reconstruída em 1938 com pedras e tijolos, quando ganhou o atual altar. Os moradores mais antigos contam histórias que até hoje guardam na memória.

Centro Cultural e Comunitário Ezequiel Ronchi: foi o primeiro prédio do Estado com destinação ao ensino primário público, na Vila de Araguaia, em 1939. Depois de 50 anos de uso como colégio e outras destinações, o prédio ficou praticamente abandonado. Mais tarde, a população criou o Centro Cultural, restaurando o local, que está em funcionamento desde 1995.

Cachoeira do Bem-te-vi: queda d’água com 40m de altura e 10m de largura. No local, há um jequitibá secular, medindo 50m de altura e 8m de diâmetro, com orquídeas e bromélias.

Gruta de Nossa Senhora de Lourdes: com, aproximadamente, 1,7m de altura e 4m de largura, é uma espécie de “marquise” onde os fundadores de Santa Maria dormiam no ano de 1879. A gruta guarda a estátua da Santa de Lourdes.

Orquidários: há dois no município: Nego Plantas e Florabela Orquídeas. Vale a pena visitá-los para constatar a vasta quantidade de espécies das matas ao redor da cidade.

Venda Nova do Imigrante

Em Venda Nova do Imigrante, conhecida como capital nacional do agroturismo, as propriedades produzem queijos, licores, cachaça, socol e café. O município se destaca, também, pela realização da Festa da Polenta, a maior festa da imigração italiana no Estado. O município é um refúgio para quem busca tranquilidade, lazer e diversão em meio à Mata Atlântica. Quem gosta de esportes radicais pode curtir as trilhas para jipes e motos, pedras ideais para rapel e escalada e diversas rampas para salto de asa-delta e parapente.

Atrativos turísticos

Atrativos turísticos:

Casa da Cultura: Museu com mais de 600 peças que contam a saga da colonização italiana, iniciada em Venda Nova do Imigrante em 1892.

Caxixe Frio: região de maior produção de morangos e hortaliças do Estado possui uma bela paisagem emoldurando o Pico do Forno Grande e a Pedra Azul.

Propriedades de Agroturismo: opção para conhecer o cotidiano da vida rural. As propriedades, algumas abertas à visitação, produzem queijos, licores, cachaça, socol e café. Na cidade, há também lojas de agroturismo, que fornecem informações sobre o segmento para os turistas.

Morro do Filleti: com 1.110m de altura, tem rampa para decolagem de asa-delta e parapente.

Rota dos Vales e do Café –Formada pelos municípios de Vargem Alta, Cachoeiro de Itapemirim, Muqui e Mimoso do Sul. Aqui, destacamos:

Vargem Alta

Quem chega a Vargem Alta logo entende por que os imigrantes italianos escolheram o local para morar. A região é de uma natureza exuberante e clima semelhante ao europeu. A temperatura média de 20 graus combina perfeitamente com os pães, cachaças, licores e vinhos de frutas produzidos na região. O visitante pode experimentar e acompanhar de perto a produção dessas delícias.

Atrativos turísticos:

As lojas de artesanato também oferecem uma boa variedade de produtos locais. Uma opção é conhecer a interessante fábrica de artefatos de chifres, onde são produzidos berrantes famosos em todo o país. Algumas propriedades encantam pela beleza natural, proporcionando também caminhadas por trilhas e banhos de cachoeiras: como as do Brother e a Cachoeira da Concórdia.

Mirante do Alto Formoso: com mil metros de altitude, oferece uma das vistas mais bonitas da região. Tem rampa de parapente e instrutores locais de voo livre.

Cachoeiro de Itapemirim

O município está situado no Sul do Espírito Santo, às margens do rio Itapemirim. É considerado o segundo pólo econômico mais importante do Estado, depois da Grande Vitória. Cachoeiro possui uma das maiores jazidas de mármore do Brasil e é um centro internacional de rochas ornamentais, sendo o responsável pelo abastecimento de 80% do mercado brasileiro de mármore. É também a cidade onde o cantor Roberto Carlos nasceu e viveu até os 13 anos.

Atrativos turísticos:

Casa da Cultura Roberto Carlos: onde morou o cantor. A casa reúne fotos, discos, quadros e instrumentos musicais do artista.

Casa dos Braga: considerada patrimônio histórico municipal e onde viveu o escritor Rubem Braga

Fábrica de Pios Maurílio Coelho: com mais de 100 anos de existência é especializada na produção de apitos que imitam pios de aves.

Fazenda Cafundó: considerada a maior reserva particular de patrimônio natural do Espírito Santo e a sexta maior do mundo.

Rota da Costa e da Imigração –Formada pelos municípios de Alfredo Chaves, Anchieta, Iconha, Piúma, Itapemirim, Marataízes e Presidente Kennedy. Aqui, destacamos:

Alfredo Chaves

Lugar de descanso e adrenalina. Esse contraste é a marca de Alfredo Chaves. Localizado a apenas 81 km de distância da capital, o município transmite aconchego a todos os que passam por lá. A região montanhosa permitiu o surgimento de cachoeiras belíssimas que hoje são muito utilizadas para a prática de esportes. Cachoeiras como Matilde, Iracema, Tororoma, Daroz e vovó Lúcia atraem aqueles que pretendem praticar o trekking, o off-road, e o voo livre de parapente, muito procurado por aqueles que gostam de adrenalina. Apesar de ter uma das melhores rampas de voo livre do país, a cidade também é palco perfeito para outros esportes, como o motocross, o bicicross, o rapel e as caminhadas ecológicas. Com belezas naturais e povo acolhedor, Alfredo Chaves agrada a todos os que visitam o local.

Rampa Natural de voo livre: para a prática de asa delta e parapente.

Cachoeira Engenheiro Reeve ou Cachoeira de Matilde: De rara beleza, tem 300m de trilha e queda de 70m. É a maior do Estado em queda livre.

Estação Ferroviária: Prédio tombado pelo Conselho Estadual de Cultura.

Rota Caminhos do Imigrante -Formada pelos municípios de Cariacica, Santa Teresa, Fundão, Itaguaçu, Santa Maria de Jetibá, Santa Leopoldina e São Roque do Canaã. Aqui, destacamos:

Santa Teresa

Com o codinome Doce Terra dos Colibris, Santa Teresa é uma cidade de belas paisagens, onde o contato com a natureza e o verde é a principal atração. Muitos turistas são atraídos ao local por essas características e pelas manifestações culturais dos colonizadores italianos, cujas tradições são conservadas. Cada canto do município apresenta uma particularidade: orquídeas raras em suas florestas, cachoeiras, culinária típica, vales tão extensos que se perdem no horizonte, reservas naturais, entre tantas outras atrações que fazem o lugar tão especial.

Atrativos turísticos:

Cachoeira do Country Club: distante 6 km da sede (saída por São Lourenço). Clube de campo e queda d’água de cerca de 50m.

Museu de Biologia Professor Mello Leitão: possui um pavilhão de ornitologia e de zoologia, com mais de 8.000 peles de aves, incluindo 2.000 beija-flores coletados nas Américas Central e do Sul. Possui também 1.500 exemplares de morcegos capturados nas diversas regiões do Estado, além de um acervo vivo de 150 exemplares de diversos animais, incluindo uma coleção de cobras peçonhentas. Outro espaço do Museu é o Jardim das Borboletas, repleto dessas espécies ao vivo, e a Praça do Sol com espaço ao ar livre com plantas e animais para presença de visitantes.

Capela Nossa Senhora da Conceição: localizada próximo à casa de estuque construída pelos irmãos Antônio e Virgílio Lambert. Data de 1875.

Vale do Canaã: a 1 km do centro. É todo cortado pela estrada que leva ao município vizinho de São Roque do Canaã. Esse Vale serviu de fonte de inspiração para o romance Canaã, publicado em 1902 por Graça Aranha. A paisagem é linda e lá do alto avistam-se ao longe as montanhas que cobrem o Norte do Estado, inclusive a Pedra do Camelo, no município de Pancas. Localiza-se a Cachoeira do Gazolli.

Casa dos Lambert: foi a primeira casa construída em Santa Teresa, em 1875, pelos irmãos Antônio e Virgílio Lambert. Tombada pelo Conselho Estadual de Cultura em 1985.

Orquídeas: de cerca de 650 tipos existentes no Espírito Santo, aproximadamente 500 foram descobertos em Santa Teresa.

Estação Biológica Santa Lúcia: localizada a 8 km da sede do Museu, em Valsugana Velha, foi criada por Augusto Ruschi. Em apenas um hectare, foram encontradas 476 espécies arbóreas, pertencentes a 178 gêneros e 66 famílias, número que supera não só o de outras áreas da Mata Atlântica, mas também os valores conhecidos para Amazônia e florestas tropicais de outros países. A estação Biológica é onde o cientista Augusto Ruschi está enterrado e é estudado por cientistas do mundo inteiro.

Reserva Biológica Augusto Ruschi: criada em 1948, tem uma área de 3.600 ha. Abriga aves raras e rica flora epífita, como as orquídeas.

Rota do Caparaó – Formada pelos municípios de Alegre, Jerônimo Monteiro, Guaçuí, São José do Calçado, Dores do Rio Preto, Divino São Lourenço, Ibitirama, Irupi, Iúna, Muniz Freire e Ibatiba. Aqui destacamos:

Alegre

Localizado no Sul do Estado do Espírito Santo, Alegre tem clima quente e chuvoso no verão, e seco e frio no inverno. Os italianos tiveram uma atuação significativa no desenvolvimento da cultura cafeeira e da pecuária no município, que também recebeu um importante contingente de imigrantes, principalmente italianos e libaneses. Muitas famílias italianas ainda residem na cidade.

Atrativos turísticos:

Cachoeira da fumaça: o Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça foi criado por meio do decreto n° 2.791-E (24 de agosto de 1984) e complementado através do decreto n° 4.568-E (21 de setembro de 1990), quando o então Governo do Estado, atendendo a uma demanda de moradores dos municípios de Alegre, Guaçuí e Castelo, além de outros estados da Federação, desapropriou uma área de 27 hectares, coberta basicamente de pastagem, mas que continha em seu interior a Cachoeira Braço Norte Direito ou Cachoeira da Fumaça. A cachoeira tem esse nome devido à neblina que se eleva acima da mesma.

Igreja Matriz Nossa Senhora da Penha: a capela Mor de Alegre começou a ser construída em barro e madeira no ano de 1851, por iniciativa dos primeiros exploradores da região. Oficialmente, as terras do patrimônio de Alegre ficaram sobre responsabilidade da igreja com a condição de que esta doaria as terras a Nossa Senhora da Penha. Em 1868 o corpo da igreja foi edificado e a Capela Mor reparada. Novas ampliações foram realizadas entre 1914 e 1916 e também entre 1953 e 1968. Todas essas reformas resultaram num estilo barroco-gótico. A igreja de Nossa Senhora da Penha possui ainda magníficos vitrais retratando a vida de cristo e pinturas do Indiano Diwali.

Rota Imperial -Fazem parte da Rota Imperial 17 municípios de Minas Gerais e 14 do Espírito Santo. São eles: Castelo, Conceição do Castelo, Cariacica, Domingos Martins, Iúna, Ibatiba, Ibitirama, Irupi, Muniz Freire, Viana, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, Venda Nova do Imigrante e Vitória. Aqui destacamos:

Castelo

Castelo está localizado no Sul do Espírito Santo. Cercado de montanhas e cachoeiras, possui clima ameno, que varia entre 23º e 5ºC no inverno. Sua população é formada em sua maioria por descendentes de italianos.

Atrativos turísticos:

Santuário de Aracuí/Santuário Imaculada Esposa do Espírito Santo. No local já teriam acontecido três aparições de Nossa Senhora. O santuário recebe mais de três mil visitantes por mês, mas a data de maior movimento é o dia 13 de maio. Lá existem vários monumentos em mármore. A imagem de Cristo em um tablado de madeira, a imagem da Imaculada e um terço gigante de madeira na árvore onde teria acontecido o milagre.

Rampa de Ubá: localizada a 27 km da sede do município, possui 902 metros de altitude, cujo acesso está parcialmente pavimentado, proporcionando uma belíssima paisagem. Os voos de parapentes sobre as imponentes montanhas e precipícios, o pico do Forno Grande, a Pedra do Dedo e a Cachoeira da Prata, se fundem num só cenário. Ubá pode ser considerada uma das melhores e mais belas rampas de voo do mundo.

Fazenda da Prata: é um centro agropecuário. Além de explorar jazidas de calcário, seu principal atrativo natural é uma cachoeira de mais de 100 metros de queda dágua, que forma uma imagem deslumbrante e transforma o local em um dos principais cartões postais da cidade.

Gruta do Limoeiro: situada a 15 quilômetros do centro de Castelo, possui vários salões internos e é considerada a mais importante do Estado, por causa de sua profundidade e de suas formações rochosas de beleza inconfundível. Em 1984, foi tombada como Patrimônio Histórico do Espírito Santo, pelo Conselho Estadual de Cultura. Considerada um sítio arqueológico, foi alvo de vários estudos. Uma das equipes, formada por pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e coordenada pelo antropólogo Celso Perota, encontrou 11 esqueletos de homens que viveram há, aproximadamente, 4.500 anos. Descobriu-se que desde o ano de 1.200 a Gruta do Limoeiro foi habitada por índios. No período colonial, teria sido habitada pela tribuno Puris.

Parque Forno Grande: criado em 31/10/60 como Reserva Florestal, passou a Parque Estadual do Forno Grande em 1998, objetivando a conservação da fauna e flora locais. O Parque Estadual do Forno Grande (PEFG) protege o segundo maior ponto culminante do Espírito Santo, o Pico do Forno Grande, com 2.039m, que compreende uma área de 730 hectares. O local possui grande riqueza biológica. Sobre os musgos das pedras proliferam espécies raras de orquídeas e bromélias. No local vivem espécies de animais em extinção, tais como a jaguatirica e o macaco mono carvoeiro.

Trilhas: as trilhas da Cachoeira, da Gruta da Santinha, dos Poços Amarelos e do Mirante da Pedra Azul cortam a Mata Atlântica e levam aos mirantes naturais, pontos de elevadas altitudes, onde se tem uma ampla vista panorâmica. No percurso, o visitante poderá banhar-se nas cachoeiras e piscinas naturais.


Personagens Históricos

Vasco Fernandes Coutinho

Nascido em Portugal (1490), tornando-se destaque nas conquistas portuguesas na áfrica e na ásia, Vasco Coutinho foi o primeiro capitão-donatário da Capitania do Espírito Santo (1535). Uma vez estabelecido, fundou as vilas de Vila Velha e Vitória e colaborou ativamente para o desenvolvimento da agricultura com a distribuição de terras para cultivo (sesmarias) e na construção de engenhos para a produção de açúcar.

Maracajaguaçu

Era Índio Temiminó, do Grupo Tupi. Nasceu no Rio de Janeiro, na Ilha de Paranapuã, (seio do mar), atual Ilha do Governador, em 1501. Com vinte anos de idade já era um dos principais líderes de sua Tribo, graças a atos de bravura. Mudou-se para o Espírito Santo em 1554, quando já tinha 53 anos de idade. Guerreiro valente e hábil, tornou-se cabeça de uma numerosa parentela, chefe de grande prestígio em sua tribo. Era temido pelos inimigos, os Tamoios, vizinhos dos Maracajás, aos quais infligira várias derrotas.Era pai do famoso Índio Araribóia que fundou a Aldeia de São João Batista em Carapina no Município da Serra e depois a Aldeia que daria origem a atual cidade de Niterói no Rio de Janeiro. Maracajaguaçu na língua indígena significa GATO BRAVO GRANDE, ou simplesmente Gato Grande. Maracajá é uma espécie de Gato do Mato. Guaçu na língua tupi é grande. Maracajaguaçu fundou a 08 de Dezembro de 1556, com o Padre Jesuíta Braz Lourenço, a Aldeia de Nossa Senhora da Conceição da Serra que daria origem posteriormente a atual Cidade da Serra no Espírito Santo, conforme Livro "História da Serra", edições de 1998, 2004 e 2009, de autoria do Escritor Capixaba, Clério José Borges.

Frei Pedro Palácios

Irmão leigo franciscano, a ele atribui-se a fundação do Convento da Penha, em Vila Velha. Nasceu na Espanha, na cidade de Medina do Rio Seco, mudou-se para Portugal e, em 1558, chegou à Capitania do Espírito Santo. Conta-se que na viagem para o Brasil, ele teria acalmado uma forte tempestade e desde então, ficou conhecido como "o santo frade". No ES, a "Gruta do Frei Palácios" é até hoje conhecida. Formado pela natureza, no monte onde se localiza o Convento da Penha, o vão teria sido - segundo historiadores - a primeira "residência" do frei em terras capixabas.

Araribóia

Cacique da tribo dos temiminós (grupo indígena tupi) perdeu o controle sobre seus domínios quando os franceses - ajudados pelos Tamoios - tomaram a Guanabara, na Capitania do Rio de Janeiro em 1555. Sem suas terras, Araribóia e sua tribo vieram para a então Capitania do Espírito Santo reorganizar sua aldeia. Aliado dos portugueses na retomada da Guanabara, o cacique teria reforçado com em milhares de homens, indígenas e inimigos dos Tamoios as forças lusas. Uma luta da qual saíram vitoriosos. O índio Araribóia, chefe dos índios Termiminós ao converter-se com todos os seus companheiros, recebe no batismo, o nome cristão de Martim Afonso nde Souza, em homenagem ao chefe da quarta expedição colonizadora, o comandante português Martim Afonso de Sousa. Quando o Brasil foi invadido pelos franceses em 1555, Araribóia que estava no Espírito Santo foi convocado e lutou bravamente ao lado dos portugueses para expulsa-los do Rio de Janeiro. Recebeu do rei D. Sebastião, um vestuário completo para seu uso e o posto de Capitão-Mor de sua aldeia, recebeu ainda a terça de doze mil réis e foi agraciado com o hábito de cavaleiro da Ordem de Cristo. Recebeu também uma sesmaria que ficava entre Icaraí e São Lourenço, nome da povoação que aí fundou. A antiga sesmaria de Araribóia é hoje a cidade de Niterói. Araribóia morreu afogado perto da ilha de Mocamgue Mirim no Estado do Rio de Janeiro. Filho de Maracajaguaçu, Chefe dos Índios Temiminós que com o Padre Jesuíta Braz Lourenço fundou a 08 de Dezembro de 1556, a Aldeia de Nossa Senhora da Conceição da Serra que daria origem a atual cidade da Serra no Espírito Santo. Araribóia fundou a Aldeia de São João Batista de Carapina, na Serra, ES e depois a Aldeia Indígena, na Sesmaria que ganhou como prêmio, que deu origem a cidade de Niterói, no Rio de Janeiro. Araribóia significa "Cobra das Tempestades" ou "Cobra Feroz", conforme Livro "História da Serra", edições de 1998, 2004 e 2009, de autoria do Escritor Capixaba, Clério José Borges.

Padre José de Anchieta

Missionário jesuíta, José de Anchieta nasceu Ilhas Canárias e abraçou sua vocação religiosa ainda jovem. Em 1553, aos 19 anos, foi convidado a vir ao Brasil acompanhando Duarte da Costa, segundo governador-geral nomeado pela Coroa Portuguesa. Estabeleceu-se em São Vicente (primeira vila fundada no Brasil) e lá teve seu primeiro contato com os índios, começando seu trabalho de conversão batismo e catequese, que incluía poesia e teatro. Em 1585, já no Espírito Santo, fundou a aldeia de Guaraparim (atual Guarapari). Morou no estado promovendo sua fé entre os nativos até a sua morte - em Reritiba, 1597. Seu cortejo fúnebre foi acompanhado por 3000 índios, num percurso de 90 quilômetros de Reritiba até Vitória. A localidade se chama hoje Anchieta e o padre, depois de um processo que durou séculos, foi beatificado pelo Papa João Paulo II em 1980.

Maria Ortiz

Jovem capixaba de origem espanhola, Maria Ortiz (nascida em 1603) é considerada por muitos uma heroína brasileira. Vivendo na Capitania do Espírito Santo, ela teria iniciado a resistência a um ataque-surpresa holandês a Vitória em 1625. De cima de uma ladeira (chamada Ladeira do Pelourinho, na época), jogando água fervente, paus, pedras e brasa sobre os invasores, incentivou a vizinhança a fazer o mesmo e teria conseguido retardar o avanço holandês dando tempo das tropas portuguesas organizarem seu contra-ataque. O lugar acabou tendo o nome trocado para Ladeira Maria Ortiz e, em 1924, virou uma escadaria e conservou o nome da jovem de atitude heróica. A Escadaria Maria Ortiz existe até hoje ligando as partes alta e baixa do Centro da cidade de Vitória.

Domingos José Martins

Nascido nas proximidades de Itapemirim, este personagem capixaba, que foi comerciante e estudou na Europa, destacou-se pela ativa participação na Revolução Pernambucana de 1817. O desejo de fazer aquela população livre do domínio português, o tornou forte disseminador dos ideais libertários, atuando também na luta que foi travada com o objetivo maior da independência do Brasil. Derrotado, com o fim da Revolução que durou menos de 80 dias, vários líderes do movimento foram fuzilados. Martins foi levado para a Bahia, julgado e também condenado à morte por fuzilamento. Patrono da Polícia Civil do Espírito Santo, ele também foi desta forma homenageado pelo Instituto Geográfico e Histórico do Estado.

Elisiário

Escravo que ficou conhecido por defender e propagar ideias libertárias entre os negros, além de chefiar a principal revolta de escravos do Espírito Santo, a Insurreição de Queimados, em 1849. Hoje incorporado ao município da Serra, Queimados foi a localidade escolhida pelo Frei Gregório José de Maria Bene para construção de uma igreja. Prometendo a liberdade para os escravos que concluíssem a obra, o frei, além de explorar o trabalho escravo, teria descumprido o trato gerando enorme revolta naqueles que ergueram a Igreja de Queimados. Os revoltosos, chefiados por Elisiário - o "Caudilho Negro" - e outros líderes negros como João e Chico Prego, resistiram com sua luta durante dias, percorrendo fazendas na tentativa de obrigar fazendeiros a assinar cartas de alforria. Vencidos pela força policial, foram presos, condenados à morte ou ao açoite. Elisiário teria escapado da prisão num momento de descuido dos guardas e se refugiado na mata. Há registros de que ele teria construindo um quilombo na região de Cariacica conhecida hoje como Piranema.

Caboclo Bernardo

Bernardo José dos Santos, pescador simples da Vila de Regência conhecido como Caboclo Bernardo, entrou para a história do Espírito Santo por sua bravura. Ele ajudou a salvar 128 tripulantes do navio Cruzador Imperial Marinheiro, da Marinha de Guerra do Brasil em 7 de setembro de 1887. A embarcação fazia o mapeamento da costa capixaba quando se chocou contra o portal sul da Barra do Rio Doce (a 120 m do povoado). Com o mar revolto, os moradores pouco conseguiram fazer para ajudar. Bernardo se dispôs a nadar até o navio levando um cabo que, preso a estrutura, pudesse trazer os marinheiros a terra. Foi preciso que ele se lançasse ao mar quatro vezes antes de conseguir completar a tarefa que salvou quase toda a tripulação. Condecorado pela Princesa Isabel, virou herói local.

Augusto Ruschi

Agrônomo, ecologista e naturalista brasileiro, o capixaba Augusto Ruschi (1915-1986), é o Patrono da Ecologia do Brasil e um dos ícones mundiais da proteção ao meio ambiente. Foi professor da UFRJ, pesquisador do Museu Nacional e ajudou na implantação de reservas ecológicas no país, como o Parque Nacional do Caparaó. Autoridade mundial em beija-flores e orquídeas; foi um dos primeiros homens a denunciar os efeitos danosos do DDT (utilizado na agricultura) sobre a natureza; a enfrentar a ditadura militar e denunciar o início da derrubada da Floresta Amazônica; a prever a escassez de água no mundo e o aquecimento global, e a denunciar o efeito danoso da agricultura em larga escala, com fertilizantes e agrotóxicos. No Espírito Santo, fundou o Museu de Biologia Mello Leitão (em Santa Teresa, onde nasceu) e no Rio de Janeiro colaborou na elaboração da Fundação Brasileira para Conservação da Natureza.


Assista os Vídeos de Clério José Borges sobre os Pontos Turisticos e Religiosos do Espírito Santo

       
Visita às Igrejas históricas do Sul do Estado do Espírito Santo realizada em 15/05/2011: Igreja de Nossa Senhora da Ajuda de Araçatiba, Viana, ES. Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Guarapari. Igreja de Nossa Senhora da Assunção, no Santuário Nacional de Anchieta, ES. Igreja de Nossa Senhora do Amparo, Vila do Itapemirim, ES. Igreja de Nossa Senhora das Neves, Muribeca, Presidente Kennedy, ES.

       
Vídeo com Fotos da Cidade da Serra, Espírito Santo                                História de Colatina - ES

       
Cidade de Colatina, seu povo, sua gente                                Lagoa do óleo e do Batista entre Colatina e Marilândia - ES

       
Revolta dos Negros escravos do Distrito do Queimado                                Maracajaguaçu o Gato Bravo Grande e Padre Braz Lourenço e o Índio Araribóia, Serra - ES

       
Guarapari, a Cidade das Areias Monazíticas, Cidade Saúde                                Monumentos históricos de Vitória, Capital do Espírito Santo - ES




"ENTRE OS VULTOS DE VITÓRIA,
SEM MEDO DE DESPAUTÉRIO,
QUEM TERÁ LUGAR NA HISTÓRIA
É O AMIGO POETA CLÉRIO."
TROVA DO PROFESSOR FRANCISCO FILIPACK, CURITIBA/PR



BIOGRAFIA - Historiador, Poeta e Trovador Capixaba, o Escritor Clério José Borges de Sant Anna nasceu em 15/09/1950, no bairro de ARIBIRI, Município de Vila Velha, ES. Filho do Estivador Manoel Cândido de Sant Anna e da Costureira Lyra Borges de Sant Anna. Estudou os atuais Cursos Fundamental e médio, no Colégio dos Irmãos Maristas em Vila Velha, ES, onde chegou a ser Diretor do Jornal "O Pioneiro", do Grêmio Estudantil Padre Champagnat. Ainda estudante colaborou como Contista Infantil, com Contos publicados no Jornal A GAZETINHA, suplemento Infantil do Jornal A GAZETA, de Vitória – ES, de 1966 a 1968, sob a Direção da Jornalista Glecy Coutinho. Formou-se como Técnico em Contabilidade no Colégio Comercial do Espírito Santo (Colégio com autorização de funcionamento, Portaria 129, de 11/03/1957), em Vila Velha, diploma datado de 15 de Dezembro de 1968, assinado pelo Diretor João de Almeida e Silva e pelo Secretário Ailton de Almeida e registrado na Inspetoria Regional da Diretoria do Ensino Comercial dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo sob o número 8614, assinado pelo Inspetor José Smith.

JORNALISTA - Fundou com os amigos Zedânove Tavares Sucupira e Emanuel do Espírito Santo Barcellos, o "Jornal de Vila Velha", que no ano de 1969 circulou em quatro ocasiões. (Quatro edições de mil exemplares cada). Clério José Borges trabalhou profissionalmente, como Jornalista do Jornal "A Tribuna", de Vitória, ES. Foi Repórter Iniciante (Foca), de Janeiro a Março de 1969 e promovido, em seguida, a Repórter e depois a Redator, com Carteira Assinada, trabalhando até 1972. Clério, em A Tribuna, além de Reporter e Redator foi comentarista de Cinema e chegou a Chefe de Reportagem, trabalhando com os consagrados Jornalistas Marien Calixte, Plínio Marchini, Rubinho Gomes, Paulo Bonates, Sérgio Egito, Nelson Serra e Gurgel, Paulo Maia, Pedro Maia, Vinicius Paulo Seixas e Cláudio Bueno Rocha. Depois teve uma lingeira passagem pelo Jornal O Diário, (Já extinto), também de Vitória, ES.

CASO TONY TORNADO - Clério José Borges foi JORNALISTA CORRESPONDENTE no Espírito Santo da Revista INTERVALO, da Editora Abril, de São Paulo. Escreveu várias reportagens Especiais do caso TONY TORNADO no 1º Festival de Verão de Guarapari – ES, em 1969 – 1970. Durante o seu Show, o Cantor Tony Tornado, (que já atuou em Novelas na Rede Globo de Televisão), Atirou –se sobre o público, machucando gravemente uma Jovem que assistia o Espetáculo. COLUNISTA – Em 1980/1981 manteve uma coluna de Trovas no Jornal Correio Popular, de Cariacica – ES, sob Direção do Jornalista Cleilton Gomes. O Jornal circulava semanalmente. Na coluna de 26 de março a 01 de abril de 1982 é divulgada a Festa do Segundo Aniversário do CTC – Clube dos Trovadores Capixabas, que seria realizada no dia 1º de Julho de 1982, em Vila Velha, durante o Segundo Seminário Nacional da Trova. A Coluna de 29 de Julho a 04 de Agosto de 1982, divulga O Concurso de Trovas do CTC com os temas Sócrates e Beija-Flor.

PROFESSOR - Clério José Borges foi professor de Moral e Cívica, Técnicas Comerciais e Português e Literatura, das Escolas: Roberto de Souza Lee (Vila Velha); Colégio Comercial Brasil (Cobilândia, Vila Velha); Clóvis Borges Miguel (Serra); Instituto de Educação Prof. Fernando Duarte Rabello (Vitória) e Instituto Educacional Rio Doce (Santo Antônio, Vitória)... Clério ministrou Cursos de Iniciação ao Jornalismo e Meios de Comunicação e de Recepcionista de Banco e Escritório em várias cidades do Estado e em Minas Gerais (Governador Valadares, Mantena e Carangola) e bairros da Grande Vitória. Clério José Borges foi Professor no bairro de Cobilândia, Vila Velha, de 1977 a 1980, no Colégio Comercial "Brasil". Clério foi contratado como Professor, com Carteira Profissional assinada. No dia 1º de Fevereiro de 1973 recebeu o Título de "Personalidade de Vila Velha", pelos relevantes serviços prestados no ramo de "Promoções", com diploma assinado pelo então Diretor de Turismo de Vila Velha, Antônio Guimarães Silva e pelos Jornalistas Mauro Rodrigues da Costa e Jair Vianna Santos.

ESCRIVÃO - Participou de um Concurso Público, classificando-se em 1º Lugar, sendo Servidor Público da Área de Segurança, (Escrivão de Polícia), assumindo o cargo no dia 28 de maio de 1975, tendo trabalhado por pouco mais de 37 anos e neste período recebeu diversos ELOGIOS, além das Medalhas de Bronze, PRATA e Ouro da Polícia Civil do Espírito Santo. Aposentou-se pela Portaria N.º 081, de 18 de Janeiro de 2011, publicada na página 05 do Diário Oficial do Estado do Espírito Santo do dia 20 de Janeiro de 2011, onde consta, "aposentadoria por tempo de contribuição, a partir de 17 de Setembro de 2010, (...), computados 37 anos, 02 meses e 19 dias de Tempo de contribuição. (...) Processo 01901621".

FORMAÇÃO CULTURAL - Estudou Direito e Pedagogia na UFES - Universidade Federal do Espírito Santo. Fundou e foi o 1º presidente da Academia de Letras e Artes da Serra, ALEAS. Fundou e preside o Clube dos Poetas Trovadores Capixabas, CTC. Pertence ao Instituto Histórico e Geográfico do ES. Foi Conselheiro Titular do Conselho ESTADUAL de Cultura do Espírito Santo, indicado pelas entidades culturais e nomeado pelo Governador do Estado, de 04/01/1989 a 18/02/1993, durante Cinco anos, quando foi eleito e atuou em alguns períodos, como Secretário e Vice-presidente do CEC-ES. Após 18/02/1993 e até o ano 2000, continuou no referido Conselho como Colaborador, passando a pertencer à Câmara de Literatura do referido Conselho, CEC-ES, (Conselho Estadual de Cultura do Estado do Espírito Santo).

TV CULTURA DO RIO DE JANEIRO - Em 1987 concedeu entrevista a Leda Nagle, em Rede Nacional, no programa "Sem Censura" da TV Educativa do Rio de Janeiro, abordando o novo movimento literário em torno da Trova (composição poética de quatro versos com rima e sentido completo) no Brasil, denominado NEOTROVISMO inciado com a criação do Clube dos Trovadores Capixabas, CTC, no dia 1º de JUlho de 1980. No Programa, junto com Clério foram entrevistados o Cantor Carlos Alberto ex marido da Cantora Maysa e o Ator das novelas "Brilhante" e "Corpo a Corpo", da Rede Globo de Televisão, Caíque Ferreira, falecido em 1994 e que no cinema ficou conhecido como o retirante "Zé Branco", do filme "Aventuras de um Paraíba", de Marcos Altberg, lançado em 1982. Clério José Borges como Trovador e Historiador já realizou Palestras Culturais em várias cidades e Estados e, representa no Espírito Santo, o Movimento Poético, MPN e a Sociedade de Cultura Latina e a Casa do Poeta Brasileiro, Poebras. Clério sempre realiza Oficinas de Criação Poética.

HISTÓRIA DA SERRA, o LIVRO DO ANO - No dia 22 de maio de 1998 em solenidade realizada na Sede do Serra Futebol Clube lança o Livro "História da Serra", 1ª Edição. Uma edição do autor. No lançamento presença de autoridades e da Banda de Música estrela dos Artistas. Um ano depois em 1999, recebe a comunicação de que o Livro "História da Serra", havia sido eleito o MELHOR LIVRO de 1998, publicado em prosa no Brasil, sendo Clério José Borges convidado para a cerimônia oficial de premiação, que foi realizada na cidade de Mogi das Cruzes, SP, no dia 08 de maio de 1999. Clério recebeu um Diploma "História da Serra Melhor Livro do Ano de 1998", assinado pela Professora e Acadêmica, Maria Aparecida de Melo Calandra, IWA, Presidente da Sociedade de Cultura Latina do Brasil e assinado também pelo Assessor de Cultura da Presidência, Professor Euclydes Porto Campos.

CONSELHO DE CULTURA - No dia 24 de Setembro de 1997 tomou posse como Conselheiro Titular da Área de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Cidade da SERRA, Espírito Santo, conforme publicação do Jornal Tempo Novo de 26 de setembro de 1997. A posse foi na Igreja dos Reis Magos em Nova Almeida. Permaneceu durante 15 (quinze) anos como Conselheiro Titular, tendo em várias ocasiões sido eleito Vice Presidente do referido Conselho. Atuou como Conselheiro até o dia 20 de Julho de 2012, quando presidiu a Reunião que elegeu um novo Conselho para o biênio 2012 a 2014. No Dia 10/02/2007, em pleno Carnaval Capixaba, Clério José Borges foi homenageado, no SAMBÃO DO POVO, em Vitória, ES, como Historiador pela Escola de Samba ROSAS DE OURO, do Município da Serra, Espírito Santo, presidida pelo Carnavalesco Marcos Caran. Clério desfilou como Destaque num Carro alegórico pois o enredo "SERRA 450 ANOS DE FUNDAÇÃO, foi baseado no Livro HISTÓRIA DA SERRA, de Clério José Borges.

PREMIAÇÕES - É morador da SERRA, ES, (Bairro Eurico Salles, na região de Carapina), desde Fevereiro de 1979 e Cidadão Serrano, titulo conferido pela Câmara Municipal da Serra em 26 de Dezembro de 1994, por indicação da então Vereadora Márcia Lamas da Silva. É Senador da Cultura, representando o Estado do Espírito Santo no Congresso da Sociedade de Cultura Latina do Brasil, SCL, com sede em Mogi das Gruzes, São Paulo, diploma assinado pela Presidente Maria Aparecida de Melo Calandra e pelo Presidente do Conselho do Congresso da Sociedade de Cultura Latina do Brasil, Euclydes Porto Campos, datado de 11 de maio de 2004. No dia 05 de Junho de 2010, em Itabira, MG, em solenidade de Gala foi agraciado com o Troféu Carlos Drummond de Andrade, como o Escritor do ano de 2010 (foto). No dia 10 de março do ano de 2012, Clério José Borges recebe o Troféu Pedro Aleixo, na cidade de Itabira, MG, como Destaque Cultural do ano de 2012.

ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL - Belo Horizonte, MG, dia 23 de Agosto de 2011 - Em solenidade presidida pelo Dr. Mário Carabajal, Presidente Nacional Fundador da ALB - Academia de Letras do Brasil e com a coordenação geral da Acadêmica Sílvia de Lourdes Araújo Motta, Escritora, Poeta, Doutora em Filosofia Universal, Cadeira 2 (dois) de Minas Gerais, Presidente “pro tempore” da ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL-ALB de MINAS GERAIS, realizada na sede do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, na Rua Guajajaras 1268, (sobreloja), Belo Horizonte, Minas Gerais, recebeu a Medalha do Mérito Cultural AFONSO PENA e foi empossado como Acadêmico Imortal, seguidor de Platão, o Escritor Capixaba, CLÉRIO JOSÉ BORGES.

POSTADO NO FACEBOOK - Dia 19/10/2013 pelo Jornalista Jose Carlos Bacchetti: "Os primeiros passos a gente nunca esquece. Já estava no rádio, mas no jornal não. Ainda desconhecia a técnica jornalística, quando este cidadão - gente da melhor qualidade-, Clério José Borges, foi meu professor num cursinho de jornalismo. Hoje continuamos amigos e eu, seu admirador!"

LIVROS E ENTIDADES CULTURAIS - Detentor de diversos Diplomas, Troféus e Medalhas. Pertence a diversas entidades culturais e Academias no Brasil e no Exterior. Publicou mais de dez livros sendo os mais vendidos e conhecidos, "História da Serra", "Poetas e Escritores da Serra", "Origem Capixaba da Trova", "O Trovismo Capixaba" e "Dicionário Regional de Gírias e Jargões".




O Trovismo Capixaba. Livro individual de Clério José Borges. História da Trova Capixaba. Lançado pela Editora Codpoe, (RJ), em 1990, com 82 páginas. Capa do Artista Plástico Licurgo. Tiragem de 1000 exemplares.


Alvor Poético. Livro individual de Clério José Borges. Poesias e Trovas. Lançado pela João Scortecci Editora, (SP), em 1996, com 52 páginas. Tiragem 1000 de exemplares.


Trovadores 87 Antologia de Trovas organizada por Clério José Borges e Antônio Soares. Edições Caravela, 1987 - 2º Volume. Participação de 45 trovadores. Tiragem de 1000 exemplares, com 124 páginas. Esgotado.


O Melhor dos Melhores Trovas de vários Trovadores. Lançado em 1987. Coleção Capixaba. Editora Edições Caravela, de Porto Alegre, RS. Tiragem de 1000 exemplares. Esgotado.


Trovadores Brasileiros da Atualidade Obra lançada durante o V Seminário Nacional da Trova em 1985. Edições Caravela. Tiragem de 1000 exemplares, com 112 páginas. Esgotado.


Trovadores dos Seminários Nacionais da Trova Antologia de Trovas, organizada por Clério José Borges e Santa Inéze da Rocha - Instituto Cultural Português. Edições Caravela, 1985, com 64 páginas. Capa de Licurgo. Tiragem de 1000 exemplares. Esgotado.


O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe Livro de Cordel de Clério José Borges, com 8 páginas. Folclore Capixaba. Edição do CTC, de 2004 - 2005. A lenda de um Vampiro que atormentava as pessoas em Jacaraípe, Serra, ES, em 1915. 500 Exemplares.


Origem Capixaba da Trova Livro de Clério José Borges sobre a origem Capixaba da Trova, composição poética de quatro versos sete silábicos, com rima e sentido completo. Coleção Neotrovismo Capixaba. Editora CTC 1997 - 2007. 1000 Exemplares.


Serra em Prosa e Versos - Poetas e Escritores da Serra Livro Poetas e Escritores da Serra, uma pesquisa realizada pelo Escritor Clério José Borges, reunindo 147 Poetas com textos sobre a História da Serra e sobre fatos e personagens da Cidade da Serra, no Espírito Santo.


História da Serra - 3ª Edição Ano: 2009 Livro História da Serra. Terceira Edição da obra que foi premiada em 1998. Uma Edição revista e atualizada, com mais detalhes e mais informações.


Dicionário Regional de Gírias e Jargões São mais de Dez mil Gírias e Jargões coletados pelo Escritor Clério José Borges durante 15 anos, no seu trabalho profissional como Escrivão da Polícia Civil. São Gírias da Malandragem e Policiais. Dos Noiados até das Patricinha. Gírias do nosso povo brasileiro.



OBSERVAÇÃO:

Permitimos a livre reprodução do conteúdo constante desta página na INTERNET e de Autoria de Clério José Borges. Agradecemos a citação da fonte com a inclusão de nosso link, se possível.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Autor Clério José Borges, hoje Funcionário Público Estadual aposentado, encontra-se disponível para realizar PALESTRAS sobre a "História da Serra", "Revolta dos Negros do Queimado" e sobre Poesia e Trovas, mediante agendamento antecipado (Telefone: 27 - 9 92 57 82 53 ou 9 96 49 98 88) e determinadas condições a serem previamente combinadas.

Mande seu e-mail: clerioborges@hotmail.com

E-mail alternativo: cj-anna@bol.com.br

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